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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Ciberguerra


A ciberguerra está aí: enquanto uma série de empresas vão anunciando o corte de serviços à WikiLeaks, um grupo de piratas informáticos leva a cabo a "Operação Vingança" contra essas empresas, deitando abaixo os seus sites.

Até agora, a maior vítima da acção concertada do que parece ser um grande grupo de hackers activistas foi a MasterCard, que teve ontem o site em baixo devido à acção dos apoiantes da WikiLeaks. A empresa reconheceu que o seu site não estava funcional, mas garantiu que o processamento de pagamentos não foi afectado.

Outro alvo da "Operação Vingança" foi o site de pagamentos online PayPal, que ficou com o blogue inactivado mas com o site a funcionar. Um responsável da empresa provocou polémica ao explicar, numa conferência sobre tecnologia em Paris, porque é que a PayPal suspendeu a conta da WikiLeaks.
Veja no Jornal “O PÚBLICO”



segunda-feira, 15 de março de 2010

Ler Notícia

Veículo de Imprensa:
Veículo Nacional
O uso das novas tecnologias de comunicação e difusão de imagens provocou nos últimos anos um crescimento vertiginoso de crimes sexuais contra crianças e adolescentes em todo o mundo. Para as organizações que atuam no enfrentamento do problema e para os governos, fica a tarefa de encontrar uma forma de conter esses crimes sem cercear o direito à informação e à privacidade.

Apesar dos esforços mundiais, a exploração sexual de crianças e adolescentes cresce exponencialmente. Dados do Unicef apontam para a existência de 150 milhões de meninas e mais de 70 milhões de meninos vitimados em todo o mundo. O palco dessas violações de direitos vem se ampliando a cada ano. As avenidas de beira-mar, as rodovias e os bares, apesar de ainda continuarem sendo o principal cenário para a exploração, vão abrindo espaço para as páginas da internet, os sites de relacionamento e até para as pequenas telas dos celulares. As novas tecnologias, aliadas à globalização, dificultaram ainda mais o enfrentamento aos crimes sexuais contra crianças e adolescentes. As fronteiras já não existem mais e a falta de integração das políticas dos países se tornou ainda mais alarmante.
É muito importante a denúncia desse tipo de comércio, cabe a responsabilidade a todos nós denunciar este tipo de comércio, pois só assim estaremos a contribuir para um mundo melhor.
As crianças são a esperança e o futuro, trata-las bem é o melhor investimento que podemos fazer para que haja um país mais justo e mais funcional.
Ver artigo completo em. SaferNet