Cebola Mol Informação geral Nascimento Portugal Período em atividade 2001 - actualidade Integrantes "Phil" e "Eddie Stardust" também conhecidos por Eduardo Madeira Filipe Homem Fonseca
Cebola Mol é um duo da música portuguesa, conhecido pelo tom cómico das suas músicas e pela atitude irreverente em palco. Foi lançado no programa O homem que mordeu o cão, por Nuno Markl, sendo que este dizia que "os tinha encontrado à porta do estúdio".
Apesar de terem aparecido na rádio e alcançado grande sucesso graças à Internet, em 2001 lançaram o CD Samba Roulotte, pela EMI. Em 2003 lançaram Android Polaroid.
Grande parte do seu sucesso ficou a dever-se às actuações nas queimas das fitas, e nas aparições ao vivo no programa Levanta-te e Ri.
No site revistaquem.globo encontra-se fotos e textos sobre esta notícia.
Não desejo qualquer mal à "SIR ELTON JOHN", mas tenho que confessar que apesar de ser fã da sua música e da solidariedade e caridade praticada por ele, ainda faz-me impressão quando leio as notícias nas revistas e jornais sobre as suas saídas em público.
O que me chama mais a atenção das publicações da imprensa é sem dúvida o titulo em letras garrafais que evidenciam por exemplo: "Elton John e o marido".
Quando olho para as fotografias, vejo apenas dois homens de barba rija e não me apercebo de qualquer traço feminino que possa valorizar tal afirmação.
Quando vejo um "TRAVESTI", ainda consigo imaginar uma mulher e ainda posso admitir e aceitar que um homem se sinta atraído por curvas femininas e aparência cuidada de alguém que outrora resolveu encarnar o papel de mulher.
Talvez seja preconceito meu, não sei!!. Eu gosto de mulher, mas ultimamente tenho respondido perguntas de crianças que começam a ter dúvidas do que é normal ou natural num relacionamento a dois.
Este ano de 2010, fez 41 anos sobre um dos maiores acontecimentos da história. O WOODSTOCK, envolveu muito mais que à música e a aglomeração de pessoas
Do dia 15 até o dia 18 de Agosto de 1969, rolou o Woodstock, o festival que mudou a mentalidade e a organização de festivais e shows.
É verdade que houve muitas calamidades, questões de saúde pública, morte doenças, abortos e muita coisa má, mas também houve muitas coisas boas, sobretudo o estudo dos limites humanos, troca de culturas, e que apesar de tudo o que aconteceu, muitas daquelas pessoas se tornaram empresários famosos e bem sucedidos.
Os melhores vendedores do mundo saíram das comunidades Hippies, e apesar da invasão do recinto por mais de uma centena de milhar de pessoas, o evento foi de paz e harmonia.
Se este evento acontecesse nos dias de hoje e fossem misturados os mesmos ingredientes que naquela época, provavelmente teriam morrido alguns milhares de pessoas.
Houve muitas bandas, muita gente, muito som, muita droga, muita lama e muito “paz, sexo e amor”.
Foi um marco na cultura pop mundial, tanto que até hoje ainda tentam “reviver” o festival. Este festival foi único e foi muito a frente do seu tempo.
Apesar das mossas que causou nos bons costumes morais e religiosos, não foi este evento que tornou as pessoas presentes, pessoas piores na sociedade, pois eles entenderam que foi uma fase que passou mais deixou saudades.
Passados alguns dias a digerirem, a vida do dia-a-dia voltou ao seu lugar.
No meio de tantas ideologias, guerras e políticas, o WOODSTOCK foi uma fuga e uma grande explosão de sensações e nos mostrou que é possível fazer algo grande sem matarmos ou agredir o próximo, ao contrário do que acontece em menos de 2 horas nos estádios de futebol.
Dizem que até aquele momento, os músicos estavam habituados as plateias de no máximo dez mil pessoas, excepto, os Beatles que lotavam estádios, mas que em 1969 já não se apresentavam ao vivo desde seu último show em San Francisco em 1966. Mas.
Durante aqueles anos, à atmosfera era muito pesada para os jovens dos anos 60 devido a actual política e o envolvimento americano nas guerras.
A procura de paz, harmonia e diversão, fizeram com que muitos olhassem e pensassem numa forma alternativa de vida.
E é aqui que o movimento Hippie e sua cultura da paz e amor, a resistência à guerra do Vietnã, a ainda a ressaca do verão do amor vivida na San Francisco em 66, fizeram com que centenas de milhares de jovens de todo o mundo deixassem seduzir-se pela proposta inovadora do festival: e mergulhar no meio do nada, durante três dias de muito sexo, drogas e rock’n roll, numa celebração histórica de toda revolução social vivida na segunda metade dos anos 60.
Dizem quê, calculam que foram consumidas quase 25 toneladas de CANÁBIS (erva), fora a quantidade absurda de LSD, heroína, mescalina, haxixe e por aí vai. Foram cerca de 400 atendimentos médicos no festival e apenas uma morte por overdose de heroína e parece que também houve um atropelamento de um tractor. Curiosamente, havia uma tenda para bad trips. Ou seja, caso alguém estivesse numa viajem ruim, causada por seja lá o que for, era encaminhado até a viagem passar.
Hoje o WOODSTOCK, traz muitas recordações e curiosidades daqueles que não passaram por esta experiência.
O festival de WOODSTOCK, quer queira ou não, faz parte da nossa história e marca um marco importante do que foi os anos 60.
Músicos que marcaram gerações deixaram marcas na história daquele que foi até agora o maior festival de rock’n roll do Mundo.
Dou os meus parabéns à todos aqueles que estão vivos e que podem passar o testemunho pessoal do que foi vivido naqueles 3 dias de grande aventura.