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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Fui enganado no Supermercado

As pessoas pensam que sabem fazer compras, mas é um engano, elas são enganadas muitas vezes sem se aperceberem.
Poucos de nós sabemos realmente fazer compras sem ser enganado, é um verdadeiro feito comprar sem ser lesado.

Todos os dias faço compras aqui nos Supermercados de Santarém e reparo como se processam diversos métodos lesivos.

Muitas das vezes compro um frango assado, para ganhar tempo e poder fazer outras coisas, ou então porquê estou atrasado e não tenho tempo de por comida na mesa à horas.
Depois de enfrentar uma fila no supermercado, reparo que a simpática funcionária do atendimento me dá um sorriso e tapa com o corpo o respectivo frango. já tenho reparado que muitas das vezes até deixam cair pedaços de frango no chão e usam o corpo para tapar o acontecido, enquanto apanham o bocado e em seguida e juntam novamente à encomenda do cliente.

Quando chego a casa e abro o respectivo saco, descubro que fui enganado e que metade do frango se encontra queimado, ou seja: Metade do meu investimento vai para o lixo.
crítica na aldeia
Imagem original: .dinizk9

Muitas das vezes, reparo também que no final do dia (duas horas antes do fecho), a empregada está fazendo as limpezas das máquinas e atendem os clientes dos frios e do frango com as mesmas luvas sujas de detergentes, agarrando assim os frios e os demais produtos. Aqui além de pagarmos por um produto contaminado, ficamos sem o dinheiro e com possibilidade de arranjarmos uma doença.
Outra situação interessante são os ovos. Encontramos muitas das vezes os ovos mais baratos nos lugares dos mais caros e vice-versa. Os menos atentos levam os ovos que estão por baixo do preço, mas na realidade pagam pelos ovos mais caros e com menos saída.

Sou daqueles que conferem sempre o talão.
Muitas das vezes as promoções não correspondem ao preço marcado na caixa, mas as pessoas não conferem o talão.

Cheguei a detectar produtos fora da validade e produtos que passaram na caixa com mais de 200% do seu valor.

Uma vez li que num conhecido supermercado da capital, tinha no ticket das compras de um cliente mais de 400.00 Euros, sobre os valores marcados nos produtos expostos. O respectivo cliente fazia as suas compras mensais e gastava mensalmente cerca de 1100.00 Euros. Uma vez que as suas compras eram quase sempre iguais ao mês anterior, foi fácil detectar o erro. A quantia que foi cobrada à mais estava dividida por diversos produtos.

Para que possamos melhorar o sistema é necessário o livro de reclamações, mas são poucos os que pedem.
Uma boa parte dos funcionários não têm higiene, outros são mau formados e outros recebem ordem da chefia para passarem as mercadorias deterioradas.

Tenho alguns amigos que trabalham dentro dessas grandes superfícies e outros amigos que conhecem por dentro o sistema.

Por exemplo, à carne.
A carne muitas das vezes não se encontra em condições, por isso os nossos amigos não nos servem as carnes expostas na montra.
O frango barato que se encontra preparado para fricassé, é outra artimanha para despachar a carne fora de prazo assim como as respectivas carnes já panadas entre outras.
Muita das comidas já prontas, são uma resposta rápida para a transformação e o aproveitamento das carnes.

Existem outros métodos como as substituições das etiquetas de prazo e assim por diante.
O peixe congelado é outra das situações. muitas das vezes os empregados enquanto limpam os expositores, deixam os peixes expostos as altas temperaturas e voltam a congelá-los, aí vem o cliente que o descongela e descobre um peixe moído com sabor desagradável.

Existem muitas coisas que vale à pena comprar no comércio tradicional, acabam por ser mais fácil de detectar qualquer problema e em geral é melhor confeccionado.

Isto é só um pequeno achego.
Eu pergunto? Vocês sabem fazer compras sem serem enganados?

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cartões de crédito



Tenho um conhecido que trabalha em França no ramo de hotelaria. Numa conversa de balcão, ele me disse que tirava de ordenado a volta de 1.500,00 Euros e mais outros 1.500,00 Euros de gorjetas.
Explicou-me também que nos serviços haviam colegas que tiravam além dos ordenados e das gorjetas, cerca de mais de 40.000,00 Euros por mês.
Perguntei como era possível, ele disse que era através dos cartões de crédito dos clientes.
Então o esquema era assim:
Os cliente, na maior das vezes eram estrangeiros vindos de todas as partes do Mundo, descansadinhos após a refeição, entregavam o dito cartão de crédito ao simpático empregado da casa, que além de registar a dita conta tirava outros recibos de outros valores superiores aqueles que os clientes gastavam, dando o 1º recibo ao cliente e falsificando as assinaturas nos outros restantes recibos.
Havia caso em que o empregado chegava a passar o cartão cerca de 30 vezes ou mais, quando as contas apareciam, os clientes já se encontravam nos seus países criando assim uma barreira de burocracias no qual o lesado preferia assumir as despesas para não se chatear.
Quando um cliente perdia o cartão, e esse era encontrado por um empregado menos sério, o empregado registava vários almoços e jantares durante dias até o plafon do cartão se esgotar.
Uma vez o empregado encontrou um cartão de um Emir das Arábias e durante 15 dias registou 30 almoços diários, cada almoço na casa dos 80 a 100 Euros.
Os patrões não dão por nada, mas podem desconfiar. Cada recibo emitido pela passagem do cartão de crédito na máquina, o empregado retira a quantia em dinheiro, ou seja no final do dia a caixa não têm dinheiro mais têm os recibos equivalentes as entradas das despesas dos clientes.


Com a implantação do chip, a segurança almentou, mas aqui fica uma dica para o Turista.
"nunca perca o seu cartão de crédito de vista".
Detalhe: Entre um mês a dois meses o empregado desonesto desaparece, pois passado algum tempo depois a fiscalização detecta a vigarice e vai a procura do local que emitiu os recibos.