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terça-feira, 22 de março de 2011

Festa de São José em Santarém

As festas de São José este ano de 2011, foi muito bem recebida em Santarém.
Desde Janeiro que a cidade se encontrava em estado de desertificação, principalmente o Centro Histórico.
Quanto aos negócios, as reclamaçãos por parte dos comerciantes foi unânime.
Todos se queixaram excepto os carrinhos de choque da feira.
Posso dizer que, já a muito tempo que não se via tantas pessoas nas ruas. No último dia, com a tourada, não havia sítio para estacionar os veículos. Foi óptimo para os comes e bebes, mas parece que a fiscalização andou na feira, intimidando os comerciantes mais desatentos as regras.
No resumo, foi muito bom, comercialmente nem por isso. Pelo menos amenizou o mau carnaval que não teve diversão nem para as crianças.
Sem outras palavras: É a críse.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ficalização reforçada nos aeroportos brasileiros

Esta informação foi tirada do blog: revistafator, e é importante para quem pense em viajar para o Brasil nos próximos anos.

Operação reforça fiscalização nos aeroportos

Ação realizada em Brasília verifica 100% das bagagens vindas do exterior. Objetivo é evitar a entrada de produtos proibidos, orientar passageiros e preparar o país para os eventos esportivos mundiais.
As 2 imagens pertence ao blog: mocidadeibrb
Brasília- No dia 18 de fevereiro (sexta-feira), todos os voos internacionais que chegaram ao Aeroporto Internacional de Brasília tiveram 100% das bagagens de passageiros escaneadas nos aparelhos de raio x. Até então, esse trabalho era feito apenas por amostragem, o que alcançava pouco mais de 60% dos voos diários. A ação, que recebeu o nome de Operação Aeroporto JK Seguro, é integrada por cinco órgãos do governo e será realizada mensalmente. O objetivo é evitar a entrada de produtos proibidos no país, reforçar a segurança dos aeroportos para os grandes eventos esportivos nos próximos anos e orientar passageiros quanto aos produtos que tem ingresso permitido no Brasil.



Em entrevista coletiva para a imprensa na tarde do dia 18 de fevereiro (sexta-feira), o Ministério da Agricultura, em parceria com a Receita Federal do Brasil, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal, apresentou o resultado preliminar da operação. Com relação aos produtos agropecuários, foram realizadas cinco apreensões, que totalizaram 11 kg de alimentos, mesmo número registrado na média diária das fiscalizações no ano passado. Nos quatro voos fiscalizados entre 6h20 e 11h30, com origem em Lisboa (Portugal), Lima (Peru), Atlanta (EUA) e Rosário (Argentina), foram encontrados pescados (bacalhau), laticínios (queijos diversos), frutas (pêssegos, maças), que seguiram para incineração. Um cachorro foi liberado após o proprietário apresentar os documentos do animal.



“A Operação Aeroporto JK Seguro é a primeira ação integrada desse tipo em todo o Brasil. A ideia é começar por Brasília, mensalmente, com previsão de alcançar periodicidade semanal no futuro”, destaca o chefe da unidade do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) no Aeroporto Internacional de Brasília, Fábio Schwingel. Ele informa que depois de implantada no aeroporto da capital, a operação deve servir de exemplo para os demais aeroportos internacionais do país. A ideia também é preparar o Brasil para os grandes eventos esportivos previstos para os próximos anos, como a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016).



“Além de aumentar o monitoramento dos voos internacionais, queremos orientar os usuários para tomarem conhecimento do que é permitido ou não trazer em sua bagagem do exterior”, ressalta Schwingel. Para isso, os fiscais do Ministério da Agricultura distribuíram folhetos com orientações dos produtos que têm restrição de importação.



Para tornar a operação viável, foi necessário aumentar a equipe de fiscalização. “Por lei, os ficais têm apenas 1h20 para fazer a verificação das bagagens de cada voo, o que permitia um trabalho apenas por amostragem. Agora, para verificar 100% das bagagens de todos os voos será preciso o aumento da equipe”, explica o chefe da unidade do Vigiagro. Ele informa que a equipe diária, que é de apenas quatro fiscais, foi reforçada para 13 nesta operação, que trabalharam em escala de revezamento.



Além dos 13 agentes da Unidade de Vigilância Agropecuária, participaram da operação 40 servidores da Receita Federal do Brasil, 18 policiais federais, servidores da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal e agentes da Anvisa. Juntos, eles efetivaram a apreensão, retenção ou até mesmo destruição de produtos ou mercadorias de origem estrangeira com entrada irregular no país.



Diversos produtos agropecuários não podem ingressar no Brasil sem autorização prévia ou certificação sanitária expedida pelo Ministério da Agricultura. Entre os produtos com restrição de importação estão frutas, hortaliças, flores, plantas, sementes, mudas, cães, gatos, aves, peixes, abelhas, carne de qualquer espécie, leite e derivados, produtos apícolas, ovos, pescados, entre outros.



O trânsito internacional de animais, vegetais, seus produtos e subprodutos, derivados e partes, resíduos de valor econômico e insumos agropecuários no País, é fiscalizado pelo Vigiagro. “Qualquer produto de origem animal ou vegetal só pode entrar no Brasil depois de submetido à análise de riscos sanitários e fitossanitários pelo Ministério, como também devem ser obedecidos os requisitos de identidade e qualidade correspondentes”, ressalta Schwingel. É necessária a apresentação do certificado expedido pelo país de origem. Caso contrário, o produto é apreendido ou destruído. (Sophia Gebrim)



Os produtos agropecuários que não podem ingressar no país sem prévia autorização do Vigiagro e/ou certificação sanitária são: . Frutas e hortaliças frescas
. Insetos, caracóis, bactérias e fungos
. Flores, plantas ou partes delas
. Bulbos, sementes, mudas e estacas
.Animais de companhia (cães e gatos)
.Aves domésticas e silvestres
. Espécies exóticas, peixes e pássaros ornamentais e abelhas
.Carne de qualquer espécia animal, in natura ou industrializada (embutidos, presunto, salgados, enlatados)
.Leite e produtos lácteos
.Produtos Apícolas (mel, cera, própolis)
. Ovos e derivados
. Sêmen, embriões, produtos biológicos, veterinários (soro, vacinas)
.Alimentos para animais
. Terras
. Madeiras não tratadas
. Agrotóxicos
.Material biológico para pesquisa científica, entre outros.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Um estacionamento do caraças.

Imagem original: soprosdimproviso

No jornal o MIRANTE de Outubro 2010, podemos ler:

Os residentes na área abrangida que tenham mais de 65 anos não pagam. Os restantes podem comprar um dos 500 dísticos que possibilitam o estacionamento em troca de 25 euros anuais.

É claro que esta situação foi aceite mas não de boa fé e sem críticas a começar pela oposição.

A notícia completa e original pode ser lida no "O MIRANTE".


Empresa rectifica abusos
Outra das questões que tem gerado polémica é a de a empresa concessionária ter ocupado abusivamente o espaço público para marcar lugares de estacionamento, nalguns casos suprimindo ou cortando passeios. Nos últimos dias a empresa procedeu à rectificação de algumas situações, como no caso da Avenida António dos Santos.

Até à data, o estacionamento pago estava limitado a zonas restritas do centro histórico, nomeadamente a Praça do Município, o Largo Padre Chiquito, o Largo da Piedade e o Largo de Marvila. Agora, a área que vai ter estacionamento pago abrange uma vasta área do planalto citadino que tem como limites as Portas do Sol, o Convento de Santa Clara, largo dos Capuchos, o antigo matadouro, Largo de Mem Ramires, Rua Zeferino Brandão e topo da avenida do Brasil. Ao todo são quase 1700 lugares. O Largo do Choupal, o Campo Infante da Câmara e as zonas de São Bento e do Sacapeito escapam aos parquímetros.

A parceria publico-privada entre a Câmara de Santarém e a empresa Alexandre Barbosa Borges (ABB) S.A. envolveu um negócio na ordem dos nove milhões de euros.
A empresa minhota assumiu a construção do parque subterrâneo e a requalificação urbana do Jardim da Liberdade, ficando com o monopólio do estacionamento tarifado no espaço público em Santarém, pagando à autarquia uma renda anual de 241 mil euros - 94 mil pelo parque subterrâneo (que começou a ser pago no dia 1 de Outubro) e 147 mil pelo estacionamento à superfície.

Ps. A única coisa que me deixa chateado é a falta de fiscalização constante nos estacionamentos, como "pagante" devo dizer que me sinto roubado, uma vez que vejo muitas pessoas ocuparem os espaços sem gastar sequer uma única moedinha.

Não sou delator mas a verdade seja dita: Se eu pago os outros também devem fazer o seu dever cívico e contribuir dento das regras estipuladas ou então deixe o carro fora do centro histórico.

Infelizmente essa situação passa quase todos os dias com os moradores do Planalto (histórico), nós pagamos para que outros usufruam do espaço gratuitamente.

Posso dizer que existem alguns descontentamentos por causa do uso abusivo dos espaços e muitos dos críticos são os próprios restaurantes locais que se queixam por causa da clientela que não pode lá estacionar. Uma vez pago, o cliente na maioria das vezes não se importa de deixar no Parquímetro a quantia de 0,80 cêntimos para almoçar, só que no local está um veículo de alguém que não pagou o serviço.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cartões de crédito



Tenho um conhecido que trabalha em França no ramo de hotelaria. Numa conversa de balcão, ele me disse que tirava de ordenado a volta de 1.500,00 Euros e mais outros 1.500,00 Euros de gorjetas.
Explicou-me também que nos serviços haviam colegas que tiravam além dos ordenados e das gorjetas, cerca de mais de 40.000,00 Euros por mês.
Perguntei como era possível, ele disse que era através dos cartões de crédito dos clientes.
Então o esquema era assim:
Os cliente, na maior das vezes eram estrangeiros vindos de todas as partes do Mundo, descansadinhos após a refeição, entregavam o dito cartão de crédito ao simpático empregado da casa, que além de registar a dita conta tirava outros recibos de outros valores superiores aqueles que os clientes gastavam, dando o 1º recibo ao cliente e falsificando as assinaturas nos outros restantes recibos.
Havia caso em que o empregado chegava a passar o cartão cerca de 30 vezes ou mais, quando as contas apareciam, os clientes já se encontravam nos seus países criando assim uma barreira de burocracias no qual o lesado preferia assumir as despesas para não se chatear.
Quando um cliente perdia o cartão, e esse era encontrado por um empregado menos sério, o empregado registava vários almoços e jantares durante dias até o plafon do cartão se esgotar.
Uma vez o empregado encontrou um cartão de um Emir das Arábias e durante 15 dias registou 30 almoços diários, cada almoço na casa dos 80 a 100 Euros.
Os patrões não dão por nada, mas podem desconfiar. Cada recibo emitido pela passagem do cartão de crédito na máquina, o empregado retira a quantia em dinheiro, ou seja no final do dia a caixa não têm dinheiro mais têm os recibos equivalentes as entradas das despesas dos clientes.


Com a implantação do chip, a segurança almentou, mas aqui fica uma dica para o Turista.
"nunca perca o seu cartão de crédito de vista".
Detalhe: Entre um mês a dois meses o empregado desonesto desaparece, pois passado algum tempo depois a fiscalização detecta a vigarice e vai a procura do local que emitiu os recibos.