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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Madeira severely punished


The people of Funchal, the capital of Madeira on Saturday severely punished by a storm, are bleak in the face of tragedy that left 42 dead and are afraid of appearing other bodies.
Many people lost family and friends lost their homes and possessions. It is a difficult time living in times of crisis and unemployment in Portugal recently, mine had two hurricanes, an earthquake and now this serious incident on the island of Madeira.
Funchal is the main city of the Atlantic archipelago, one of the destinations preferred by the international beach tourism, presents a bleak situation and there are few passers-by walking through its narrow streets, many of them muddy and full of stones.

Ilha da Madeira gravemente castigada


Os habitantes do Funchal, a capital da Ilha da Madeira gravemente castigada no sábado por um temporal, estão desolados diante da tragédia que deixou 42 mortos e estão receosos de que apareçam outros corpos.
Muitas pessoas perderam familiares e amigos, perderam suas casas e bens materiais. È uma época difícil, vive-se momentos de crise e desemprego, Portugal em pouco tempo, teve dois mine tornados, um tremor de terra e agora este grave incidente na Ilha da Madeira.
O Funchal é a cidade mais importante do arquipélago atlântico, um dos destinos internacionais preferidos pelo turismo de praia, apresenta uma desoladora situação e são poucos os transeuntes que caminham por suas estreitas ruas, muitas delas enlameadas e cheias de pedras.
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Madeira, dream turned into nightmare.

The most important city of the Atlantic archipelago, one of the destinations preferred by the international beach tourism, presents a bleak situation and there are few passers-by walking through its narrow streets, many of them muddy.
In a large quarter of Funchal, the military housed more than 200 refugees whose homes were often swept away by the force of floods, Efe explained more of the homeless, who received clothing and food but expect authorities to provide them with a place to go.
Tourism in Madeira in 2010, is already compromised. This year is to rebuild that which has long been the tourist paradise of many domestic and foreign.
At this time Portugal seems to have America, earthquakes and tornadoes mines begin to appear with some frequency. All the chaos generated in Madeira is the result of lack of intelligence of human beings, our builders and engineers only want is to make money and do not build in order to harmonize with nature, namely:
Adapting the building to the surroundings and not to build changing the existing natural streams. Unfortunately it is what makes this country more.
Change the courses of small streams and rivers, clearing the slopes of hills and plains without planting vegetation to hold the soil, giving rise to the acceleration of erosion and then with the rains the inevitable occurs, as Mother Nature does not go to sleep.

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Ilha da Madeira, sonho transformado em pesadelo.

A cidade mais importante do arquipélago atlântico, um dos destinos internacionais preferidos pelo turismo de praia, apresenta uma desoladora situação e são poucos os transeuntes que caminham por suas estreitas ruas, muitas delas enlameadas.
Em um grande quartel de Funchal, os militares abrigaram mais de 200 refugiados cujas casas foram em muitos casos varridas pela força das enchentes, explicaram à Agência Efe vários dos desabrigados, que receberam roupas e alimentos mas esperam que as autoridades lhes proporcionem um lugar para onde ir.
O turismo na Madeira para 2010, já está comprometido. Este ano é para reconstruir aquele que durante muitos anos foi o paraíso turístico de muitos nacionais e estrangeiros.
Neste momento Portugal já parece a América, tremores de Terra e mines tornados, começam a aparecer com alguma frequência. Todo o caos gerado na Ilha da Madeira é fruto da falta de inteligência do ser humano, nossos construtores e engenheiros só querem é ganhar dinheiro e não constroem de forma a harmonizar-se com a natureza, ou seja:
Adaptar as construções ao meio envolvente e não construir alterando os fluxos naturais existentes. Infelizmente é o que se mais faz neste país.
Alterar os cursos de pequenos rios e riachos, desmatar as encostas dos montes e planícies sem plantar vegetação para segurar o solo, dá origem ao processo de aceleramento da erosão e depois com as chuvas acontece o inevitável, pois a mãe Natureza não anda a dormir.

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