sábado, 20 de fevereiro de 2010

O mau atendimento em Santarém.


O mau atendimento causa mais prejuízos do que a crise económica
Já fui atendido muitas vezes por patrões e empregados mal-humorados, atendimento este que parece que nós clientes temos a obrigação de comer pagar e pedir desculpas pelo incómodo.
Já comi bolos velhos e duros, já me serviram leite estragado, já incluiram produtos na minha despesa, produtos que não pedi e nem consumi, já me pediram no mesmo estabelecimento diferentes preços pelo café, já me pediram o dobro do valor da despesa, já fui enganado por 2 taxistas, já fui enganado nos juros no Banco, já fui enganado por advogados, loja de roupas, vendedores de frutas, no talho, vendedor de aspiradores, na electricidade, na água, no telefone. Mais não querendo fugir ao assunto, o pior mesmo é o atendimento e a minha médica de família parece que é mestra nisso.
Outro dia me dirigi a um supermercado conhecido dentro de um Shoping na cidade de Santarém, para começar, estive a espera atrás de outras pessoas que acabaram por desistirem e irem-se embora por falta de atendimento. a minha vontade também era desistir, mas como precisava do fiambre aguardei pacientemente, a empregada se encontrava a arrumar umas prateleiras, de lá ela me observava a espera que eu me fosse embora, assim como os anteriores clientes, vendo que eu não desistia veio me atender com muita má cara.
E então fiz o meu pedido, ela me serviu as minhas 200 gramas de fiambre com muito mau humor e com uma grande antipatia, até o pobre do fiambre foi apertado com grande violência.
Só sei que as 200 gramas de fiambre ao final de dois dias teve que se deitar para o lixo, estava todo estragado.
Sei que os Hipermercados não pagam bem a ninguém e também não tentam segurar os empregados que se destacam pela positiva.
Um empregado que gosta do que faz e trata bem os clientes é uma mais valia para a Empresa, também garante a fidelização dos clientes.
Um cliente mal atendido, passa uma má imagem da Empresa para fora e arrasta outras pessoas com ele.
É preciso que as pessoas façam formação, estudem formas de ajudarem as empresas a progredirem, façam com que aumente as receitas da Empresa e não andem a descontar nos clientes o mal humor e o mau ambiente em que vivem.
É preciso que os patrões recompensem os bons funcionários e não os obriguem a passarem mercadorias deterioradas.
Os clientes não precisam das Empresas mais as Empresas precisam dos clientes.
Sem clientes não há Empresas.

Cartões de crédito



Tenho um conhecido que trabalha em França no ramo de hotelaria. Numa conversa de balcão, ele me disse que tirava de ordenado a volta de 1.500,00 Euros e mais outros 1.500,00 Euros de gorjetas.
Explicou-me também que nos serviços haviam colegas que tiravam além dos ordenados e das gorjetas, cerca de mais de 40.000,00 Euros por mês.
Perguntei como era possível, ele disse que era através dos cartões de crédito dos clientes.
Então o esquema era assim:
Os cliente, na maior das vezes eram estrangeiros vindos de todas as partes do Mundo, descansadinhos após a refeição, entregavam o dito cartão de crédito ao simpático empregado da casa, que além de registar a dita conta tirava outros recibos de outros valores superiores aqueles que os clientes gastavam, dando o 1º recibo ao cliente e falsificando as assinaturas nos outros restantes recibos.
Havia caso em que o empregado chegava a passar o cartão cerca de 30 vezes ou mais, quando as contas apareciam, os clientes já se encontravam nos seus países criando assim uma barreira de burocracias no qual o lesado preferia assumir as despesas para não se chatear.
Quando um cliente perdia o cartão, e esse era encontrado por um empregado menos sério, o empregado registava vários almoços e jantares durante dias até o plafon do cartão se esgotar.
Uma vez o empregado encontrou um cartão de um Emir das Arábias e durante 15 dias registou 30 almoços diários, cada almoço na casa dos 80 a 100 Euros.
Os patrões não dão por nada, mas podem desconfiar. Cada recibo emitido pela passagem do cartão de crédito na máquina, o empregado retira a quantia em dinheiro, ou seja no final do dia a caixa não têm dinheiro mais têm os recibos equivalentes as entradas das despesas dos clientes.


Com a implantação do chip, a segurança almentou, mas aqui fica uma dica para o Turista.
"nunca perca o seu cartão de crédito de vista".
Detalhe: Entre um mês a dois meses o empregado desonesto desaparece, pois passado algum tempo depois a fiscalização detecta a vigarice e vai a procura do local que emitiu os recibos.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mau atendimento

Sei que a vida não está boa para a maioria das pessoas, mas pior que isso é pagar e ser mau artendido.

Os ordenados são baixos e tendem ainda a perder mais poder de compra, mas tristezas não pagam dívidas.

Já fui mal atendido tanto no comércio tradicional como também fui mal atendido numa famosa superficie comercial localizada dentro do WShopping, a empregada que devia estar nos frescos estava fazendo outros serviços de limpeza e de reposição de mercadorias nas prateleiras.

Outras pessoas que estavam comigo desistiram e foram embora, eu como precisava do fiambre permaneci. a empregada vendo que eu não saia dalí, veio me atender com muita má cara e agarrou nas fatias de fiambre como se fosse um lixo qualquer e deixou a mercadoria cair em cima da balança de uma forma de desprezo

Já tenho comido no Centro histórico de Santarém, bolos velhos em conhecidas pastelarias, o que é uma tristeza, pagar por um produto que já devia estar no lixo.

Certa vez comprei uns bolos de Natal, quando cheguei a casa e dei aos meus filhos, um deles fartou-se de vomitar, provei o dito bolo e sabia a ranso, joguei tudo fora.

Perdi o meu dinheiro e a casa perdeu um cliente para sempre, observei pela última vez aquela casa e vi problemas graves de higiene.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ecopontos


Ainda temos muito que aprender com outros países e com outras cidades.
A questão ambiental é um problema de todos.
Veja este exemplo.
Beja adopta novos ecopontos com sinalética em Braille.
A cidade de Beja dispõe de novos ecopontos subterrâneos que incluem sinalética em Braille e um pedal para facilitar a utilização por pessoas com deficiências visuais e motoras, anunciou hoje o município.
Veja mais em: ECOSFERA

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Feirantes em protesto


Feirantes contra aumentos “absurdos”
O aumento "absurdo e incomportável" do preço dos terrados no mercado quinzenal de Santarém levou ontem cem feirantes a protestarem em frente à Câmara Municipal contra a decisão da autarquia.
A Câmara, com base na nova legislação para o sector, fixou um valor de 4,05€/m2 em substituição das taxas actuais, que variam entre os 5 e os 10 euros por terrado. Um vendedor com uma área de 60m2 terá agora de pagar 243€, quando antes despendia apenas 5€ em cada domingo. "Só o aumento é maior do que o lucro que costumo daqui levar", disse ao CM Carlos Rodrigues, um viveirista de Coimbra que faz este mercado há mais de 30 anos.
Os feirantes, dispostos a aceitar um aumento até 0,50€/m2, reuniram-se com a autarquia, mas o impasse mantém-se. "Devido à crise, podemos ponderar algumas situações particulares, mas a Lei será integralmente cumprida", disse o vereador Ricardo Gonçalves.
Esta notícia saiu no Correio da Manhã do dia 28 Janeiro 2010.
Há quem diz que os valores do terrado já estão desatualizado há muitos anos, o que motiva muito o feirante, pouco a pouco a aumentarem os seus espaços para familiares e amigos.
Segundo os locais, faz mais ou menos seis meses que a Cãmara não arrecada receitas do terrado.
Há quem diga que é devido a falta de condições, mas a verdade é que a autarquia precisa do dinheiro.
Alguns dos comerciantes locais, consideram concorrência desleal, estamos a falar de menos despesas, fuga ao fisco e escoamento de produtos não facturados.

sábado, 23 de janeiro de 2010

TEMPORAL ENCERRA SALA DE LEITURA BERNARDO SANTARENO

TEMPORAL ENCERRA SALA DE LEITURA BERNARDO SANTARENO.
É uma pena que Santarém não siga os exemplos das Biblioteca de Óbidos e da Nazaré.
Numa altura de muito desemprego, vemos muitos jovens ao fim de semana que não têm nada para fazer.
Infelizmente falta-nos um espaço Internet que funcione aos Sábados e Domingos.
Pelo que me consta, o temporal fez com que encerrasse aquele espaço no dia 23 de Dezembro de 2009, hoje são 23 de Janeiro, já passaram mais de um mês e aquele espaço continua desativado, impossibilitando a consulta de muitos estudantes e de horas de lazer por parte dos mais novos.
Santarém continua andando ao contrário do progresso: O espaço do Teatro Sá da Bandeira está pouco funcional, a perda do espaço Internet acabou por desativar também o café, o que é uma pena.
Olhando para aquele maravilhoso espaço Cultural em Santarém, acabámos por associá-lo a um Elefante Branco.
Tanto dinheiro investido e tão pouca funcionalidade, nos dá a idéia de um clube privado.
Espero que Santarém acorde um dia e que aproveite todo o potêncial que têm, com a nossa riqueza patrimonial, podiámos rir do resto do País e podiámos gerar empregos na área do Turismo e da Hotelaria para este povo scalabitanos.