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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Funcionários públicos obrigados a trabalhar fora da área de residência - Economia - PUBLICO.PT

Funcionários públicos obrigados a trabalhar fora da área de residência - Economia - PUBLICO.PT
Os funcionários públicos podem passar a ser obrigados a mudar de serviço ou de organismo, mesmo que isso implique ir viver para qualquer outro concelho do país. A medida faz parte de um documento que o secretário de Estado da Administração Pública enviou na terça-feira aos sindicatos e que pretende estimular a mobilidade geográfica dos trabalhadores do Estado. A proposta, ainda muito genérica, começa a ser discutida na sexta-feira e promete gerar polémica.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

2011- FMI em Portugal - 2011


2011- FMI em Portugal

O FMI (Fundo Monetário Internacional), as suas intervenções na economia implicam graves sacrifícios para os povos dos países abrangidos.
Com a entrada do FMI em Portugal, as consequências são a diminuição drástica dos salários, a diminuição de certos apoios sociais e o despedimento de funcionários públicos, o aumento de empresas a fechar devido a excessiva queda de consumo, também podemos por aumentos de impostos, aumento de rendas de casas, combustíveis mais caros, água e luz mais caros, menos recursos aos créditos.

O desemprego em Portugal tende a aumentar e muitas pequenas empresas vão continuar a fechar. Quanto aos investimentos públicos haverá grandes contenções
Em países como a Irlanda, Grécia e agora Portugal, a entrada do FMI como recurso para resolver a situação do país, pode implicar décadas de contenção, no caso da Irlanda, fala-se de uma dívida que pode demorar cem anos a pagar.

Na IRLANDA
Os irlandeses mudaram a forma de viver, com muito menos dinheiro e com menos poder de compra, passaram a sair menos, frequentam menos bares, evitam andar de carros, evitam os restaurantes e convivem mais dentro de suas casas.

Houve cerca de 25.000 despedimentos de funcionários públicos num país de 4.000.000 de habitantes, houve reduções nos salários dos funcionários do estado, houve também corte no salário mínimo e no subsídio de desemprego.

A construção civil está parada, as rendas mais caras, os juros estão mais altos e os bancos não emprestam dinheiro.
Imagem de: carlosescossia
Em ESPANHA
A nossa Vizinha Espanha, tudo indica que será a próxima.
Neste momento em Espanha, os espanhóis não estão optimistas e nem vêem saída, existe uma situação de cerca de 2.500 novos desempregados por dia.

Existe muitas empresas espanholas em Portugal, com a entrada do FMI em Portugal, poderá haver um efeito dominó onde os investidores estrangeiros terão que fechar as empresas devido a falta do consumo de produtos e serviços.

As consequências da crise em Espanha afectaram drasticamente a construção civil, neste sector foi onde houve maior nº de desempregados.
A Espanha foi um país que aplicou os dinheiros europeus no “Turismo, pesca e na Agricultura” ao contrário de Portugal que os dinheiros da “UE”, desapareceram e não se viu resultados, na agricultura, pesca, turismo e não se criou indústrias que gerassem empregos e aumentassem as exportações.

Espanha já têm um nº de desempregados superiores a 20%, com a quebra de investimentos em Portugal, este nº tende a aumentar. O orçamentos das famílias tendem a diminuir, com o aumento das rendas de casas, combustíveis, electricidade e água. Para o mês de Abril, espera-se um emagrecimento nas receitas das famílias de menos 60,00 euros.
Neste momento fala-se de cerca de 5.000.000 de desempregados em Espanha e tende a aumentar neste mês de Abril.

As consequências em países como a Irlanda e Grécia são graves, as pessoas mudaram de forma radical os seus hábitos de consumo.
Na GRÉCIA
Os gregos foram os primeiros a recorrerem ao FMI, resultado por viverem acima das possibilidades.

O FMI na Grécia. A intervenção do Fundo Monetário Internacional levou a “diminuições salariais na ordem dos 20 a 25 por cento”.
Os gregos estavam com elevada qualidade de vida devido a entrada dos dinheiros da EU, muitos gregos tinham 2 empregos mas só declaravam 1.
Neste momento o desemprego aumenta dia para a dia, fala-se de grandes consumos de antidepressivos, por parte dos cidadãos gregos.
O desemprego na Grécia, anda na casa dos 14 a 15% e continua a subir.

As consequências de uma crise são muito perigosas, podem levar a rupturas e violências.