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quinta-feira, 7 de abril de 2011

2011- FMI em Portugal - 2011


2011- FMI em Portugal

O FMI (Fundo Monetário Internacional), as suas intervenções na economia implicam graves sacrifícios para os povos dos países abrangidos.
Com a entrada do FMI em Portugal, as consequências são a diminuição drástica dos salários, a diminuição de certos apoios sociais e o despedimento de funcionários públicos, o aumento de empresas a fechar devido a excessiva queda de consumo, também podemos por aumentos de impostos, aumento de rendas de casas, combustíveis mais caros, água e luz mais caros, menos recursos aos créditos.

O desemprego em Portugal tende a aumentar e muitas pequenas empresas vão continuar a fechar. Quanto aos investimentos públicos haverá grandes contenções
Em países como a Irlanda, Grécia e agora Portugal, a entrada do FMI como recurso para resolver a situação do país, pode implicar décadas de contenção, no caso da Irlanda, fala-se de uma dívida que pode demorar cem anos a pagar.

Na IRLANDA
Os irlandeses mudaram a forma de viver, com muito menos dinheiro e com menos poder de compra, passaram a sair menos, frequentam menos bares, evitam andar de carros, evitam os restaurantes e convivem mais dentro de suas casas.

Houve cerca de 25.000 despedimentos de funcionários públicos num país de 4.000.000 de habitantes, houve reduções nos salários dos funcionários do estado, houve também corte no salário mínimo e no subsídio de desemprego.

A construção civil está parada, as rendas mais caras, os juros estão mais altos e os bancos não emprestam dinheiro.
Imagem de: carlosescossia
Em ESPANHA
A nossa Vizinha Espanha, tudo indica que será a próxima.
Neste momento em Espanha, os espanhóis não estão optimistas e nem vêem saída, existe uma situação de cerca de 2.500 novos desempregados por dia.

Existe muitas empresas espanholas em Portugal, com a entrada do FMI em Portugal, poderá haver um efeito dominó onde os investidores estrangeiros terão que fechar as empresas devido a falta do consumo de produtos e serviços.

As consequências da crise em Espanha afectaram drasticamente a construção civil, neste sector foi onde houve maior nº de desempregados.
A Espanha foi um país que aplicou os dinheiros europeus no “Turismo, pesca e na Agricultura” ao contrário de Portugal que os dinheiros da “UE”, desapareceram e não se viu resultados, na agricultura, pesca, turismo e não se criou indústrias que gerassem empregos e aumentassem as exportações.

Espanha já têm um nº de desempregados superiores a 20%, com a quebra de investimentos em Portugal, este nº tende a aumentar. O orçamentos das famílias tendem a diminuir, com o aumento das rendas de casas, combustíveis, electricidade e água. Para o mês de Abril, espera-se um emagrecimento nas receitas das famílias de menos 60,00 euros.
Neste momento fala-se de cerca de 5.000.000 de desempregados em Espanha e tende a aumentar neste mês de Abril.

As consequências em países como a Irlanda e Grécia são graves, as pessoas mudaram de forma radical os seus hábitos de consumo.
Na GRÉCIA
Os gregos foram os primeiros a recorrerem ao FMI, resultado por viverem acima das possibilidades.

O FMI na Grécia. A intervenção do Fundo Monetário Internacional levou a “diminuições salariais na ordem dos 20 a 25 por cento”.
Os gregos estavam com elevada qualidade de vida devido a entrada dos dinheiros da EU, muitos gregos tinham 2 empregos mas só declaravam 1.
Neste momento o desemprego aumenta dia para a dia, fala-se de grandes consumos de antidepressivos, por parte dos cidadãos gregos.
O desemprego na Grécia, anda na casa dos 14 a 15% e continua a subir.

As consequências de uma crise são muito perigosas, podem levar a rupturas e violências.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Desemprego continua a subir (11,1%)

Imagem de: replicaecontrareplica
De acordo com a publicação no Jornal económico, o desemprego subiu em Portugal.

A taxa de desemprego em Portugal agravou-se para o valor recorde de 11,1% no quarto trimestre de 2010, com 619 mil desempregados.

O valor acaba de ser divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e compara com os 10,9% observados no trimestre anterior e os 10,1% registados em igual período de 2009.

Para o conjunto do ano, diz o INE, a taxa de desemprego foi, em média, de 10,8%, face aos 9,5% registados em 2009. A população desempregada situou-se em 602 mil indivíduos, mais 14% face ao ano anterior.

Existem muitas dúvidas sobre o verdadeirio nº de desempregados em Portugal. Muitos dos portugueses já não estão inscritos no IEFP, devido a idade. A partir dos 30 a 35 anos já não existe quase mercado de trabalho, o factor aqui predominante é a "cunha" ou pura sorte.

Á empresas que abriram a pouco tempo em Santarém, que não aceitaram pessoas com mais de 27 anos.

Por outro lado, alguns doutores do Centro de Emprego acusam as pessoas de quererem trabalhar, mas não se importam de mandarem pesoas com o ordenado mínimo para longas distâncias, fazendo-as gastar mais da metade do seu ordenado em comida e transportes, depois admiram-se haver negas.

Nas conversas de cafés, junto aos diversos jovens desempregados de Santarém, nota-se o descrédito nos centros de empregos. muitos dizem, que o centro têm como objectivo se livrar primeiro daqueles que estão a receber e quanto aos outros desempregados, o objectivo é ver se desistem para diminuir o nºo inscrito de desempregados.

Resta-nos saber a verdade ou não dessas teorias ou verdades não fundamentadas.
Para outras pessoas; acham que Portugal não está puior devido aos milhares de pessoas que se encontram nos cursos de formação que por sua vez emprega outros milhares de formadores por todo o país,
O plobrema é que não há emprego para todas essas pessoas que terminam os cursos, assim como também não há para a maioria dos licenciados e doutorados.
Vamos esperar por dia melhores: Infelizmente cada vez há menos pessoas a acreditarem no trabalho e a acreditarem mais na hipótese do "EUROMILHÕES".

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Técnologia, dinheiro e internet

Imagem original de: zombeteiro
crítica na aldeia

Dizem os especialistas que Portugal é privilegiado no que diz respeito aos ensaios (experiências) com materiais tecnológicos de ultima geração. A sua localização geográfica e o tamanho demográfico, são uma mais valia para as experiências de estudo de mercado e implantação do novo produto.



Aqui analisa-se facilmente o impacto e a aceitação no mercado mundial. Funciona um pouco como as eleições (estatísticas), atingindo-se um determinado nº de pessoas, sabe-se mais ou menos a quantidade de produto tecnológico que será vendido no mercado.



Em relação ao mercado brasileiro, Portugal está muito à frente no que há de mais moderno no mercado das telecomunicações e na aquisição deste tipo de produto por parte da população.


A maior vantagem do mercado português na aquisição de produtos de comunicações é sem dúvida o preço de custo. O consumidor europeu, face ao poder de compra dos brasileiros é um priveligiado.



Portugal até agora têm tido um poder de compra maior e melhores ordenados no que diz respeito, comparado aos paises da América do Sul, mas está pouco a pouco perdendo terreno devido à crise mundial e a falta de matéria prima.


Do outro lado do "mundo" o Brasil cresce devido a sua grande capacidade criativa e soluções como distribuidor de matéria prima para outros países. Nestes últimos anos a economia brasileira cresceu e com ela o poder de compra dos brasileiros.



O acesso a Internete (banda larga) por parte dos brasileiros, face a europa ainda é muito deficiente, mas esta tendência tende a reverter.


Os brasileiros estão muito desenvolvidos em relação ao uso e aplicação das novas tecnologias mas o preço destas praticado no mercado não é acessível a população.


Os brasileiros são um povo muito criativo e inovador, a criatividade é uma das armas que é muito usada como aliado do "Marketing" e o marketing depende da tecnologia para chegar e levar a comunicação a todo lado.


Povos sulamericanos como o Brasil, sabem que o caminho para se ganhar dinheiro está na Internet. Os programas de afiliados, adsense, venda de produtos na Internet, venda de banners, vendas de serviços e lojas online, são o caminho para se buscar o sustento do dia a dia e para isso têm qjue se estar ligado 24 horas por dia. Esta é uma vantagem das comunicações móveis com Internet.

Existem cerca de mais de 2.000.000 de americanos a viverem só dos rendimentos dos blogs. O segredo para o sucesso passa pelo domínio das interacções entre as redes sociais, os sites e blogs e o domínio do assunto, sendo que a página escrita em inglês é muito bém paga, face as outras linguas.


Quanto as páginas escritas e direccionadas para o mundo virtual na lingua de Camões, têm que ser em Português do Brasil, pois este é o mercado que define a facturação final do seu projecto.

Portugal, ainda vai no inicio deste grande negócio.


O Brasil é considerado uma praga no mundo virtual, mas a verdade é que até os professores universitários portugueses usam os exemplos e trabalhos desenvolvidos pelos criativos brasileiros e tudo isso é retirado da NET.


Este é o novo mundo do dinheiro, qualquer pessoa que tiver um computador ligado a NET e que seja criativo e perceba como este negócio funciona, pode ir longe sem ter que vender "nada", pois o seu produto é apenas a sua criatividade e o negócio é o assunto ou assuntos em questão, abordadas aleatóriamente, podendo o criativo até falar de "merda" cócó, xixi, mas é preciso traçar objectivos e o público alvo e a interacção com as redes sociais e outros blogs, para que o negócio floresça.


Em comparação ao Brasil, Portugal têm a tecnologia mais acessivel, mas falta a inovação e a criatividade para expandir os negócios gerados pela comunicação de forma a criar e a gerar lucros.


No que diz a produtos eletrónicos, o roubo, o mercado negro, a pirataria e as falsificações dos novos produtos, são um mercado muito lucrativo e uma dor de cabeça para as marcas, mas é onde a procura é maior e onde há maior violações das leis, inclusive a dos direitos de autor.

Analisando este texto, para quem não conhece o mercado, fica totalmente baralhado. Estamos a falar de vendas, físicas, virtuais e mesmo de lucros através de textos.



Por outro lado também, existem os seguidores das novidades tecnológicas, o que é muito bom para o mercado. estas pessoas estão sempre em cima dos acontecimentos e querem ser os primeiros a adquirirem as novidades. para elas não importa o preço e não se importam de entrar em longas filas para adquirirem as novidades. Elas querem é ser as primeiras e o preço não as assustam.


Aqui nesta parte da corrida à técnologia, encontramos muitos bloguistas, cujo objectivo é ter aparelhos que deêm respostas rápidas para os seus leitores. Telemóveis com câmaras pode enviar para a NET rapidamente uma imagem e se o novo aparelho 3G puder enviar um texto mais rápido que um PDA, vale a pena adquirilo, pois o mercado aqui é muito rápido.


Um exemplo disso foi a lei do tabaco em Portugal. Conheço a pessoa que publicou primeiro a notícia na Internet, quêm procurou a legislação caiu na sua página e ele teve o seu lucro.

Houve um individuo que tinha uma página a dizer que "MORREU MICHAEL JACKSON", sem ele estar falecido, quando MICHAEL morreu, as pessoas cairam aos milhares na sua página e ele teve um grande lucro naquele mês.


Este é só um exemplo de informações diversas que mostram que muitas pessoas vivem deste novo mundo virtual e que Portugal ainda vai no inicio.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Boas Notícias

Boas Notícias
Uma das maiores necrópoles do período Islâmico em Portugal com 250 esqueletos foi descoberta em Beja, nas obras de modernização da Escola Secundária Diogo de Gouveia, revelou esta quinta-feira a coordenadora dos trabalhos arqueológicos.
"Esta necrópole é, certamente, uma das maiores encontradas no país", garantiu à Agência Lusa Raquel Santos, que coordena a equipa da Neoépica, empresa que está a efetuar a arqueologia preventiva associada às obras.

Os trabalhos decorrem desde novembro de 2009 e a necrópole tem estado a ser escavada pelos arqueólogos, no âmbito das obras de modernização da Escola Secundária Diogo de Gouveia (Liceu de Beja), a cargo da Parque Escolar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Portugueses estão mais fragilizados no trabalho

crítica na aldeia Imagem de: espacodois

Despedimentos: Indemnizar vai ficar mais barato
De acordo com o "CORREIO DA MANHÃ"
O Governo propôs esta segunda-feira que, em vez dos actuais 30 dias de indemnização por cada ano de trabalho, passe a ser dado ao trabalhador 20 dias por cada ano em caso de despedimento e ainda estabelece o limite máximo de 12 meses.



Analizando esta notícia que se encontra no Jornal diário do C.M., podemos ter a noção da calamidade que se abate sobre Portugal,

Estamos perante situações grávissimas de desespero de famílias inteiras e da sobrecarga com apoios solidários, sociais e instituições solidárias cada vez mais sobrecarregadas.

No desemprego, encontramos nºs desempregados muito abaixo da realidade, cuja preocupação do governo é reduzir o nº de pessoas para ficar bem na estatistica.


A conversa plantada pelas entidades do emprego são sempre a mesma: Os portugueses não querem trabalhar, mas cada caso é um caso.

Se me derem um ordenado mínimo na porta de casa, onde eu não tenha que gastar com transportes e alimentação, eu aceito imediatamente.



Agora se me dão um ordenado mínimo para ir para Lisboa ou outro sítio distante, já não é assim. Uma deslocação até ao Hospital Santa Maria, fica em cerca de quase 300,00 euros por mês e são cerca de 1:30 de tempo até lá chegar, ou seja mais 3:00 horas por dia fora as 08:00 horas de serviço. Isso se não houver azar e não contabilizando a hora de almoço.



Podemos dizer que vida familiar não há nenhuma, isso eu digo por causa da conversa do Governo que diz que os portugueses têm poucos filhos.



Outra situação é o almoço, nem todas as empresas têm um fogão ou frigorifico para facultar ao empregado e um homem não pode e nem deve comer sandes todos os dias.



Agora com a facilidade e com a limitação das imndenizações por tempo de serviço que se pretende implantar em Portugal, vai ser maravilhoso para as grandes empresas que finalmente poderão por na rua homens com 30 anos de serviço. Ou seja: "DEMASIADO NOVO PARA A REFORMA E DEMASIADO VELHO PARA O MERCADO DE TRABALHO", e assim o futuro desses trabalhadores que muito descontaram para a reforma terão direito com um pouco de sorte à uma recompensa futura de 200,00 euros de reforma, depois de ficarem um tempo sem qualquer rendimento para viverem.

Resta saber se esta lei são para os novos contractos, ou abrange os contractos antigos também.






quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os Jovens não querem trabalhar?

crítica na aldeia Imagem original: odeioervilhas
Agora virou moda: Não querem trabalhar, Não gostam de trabalhar?
Existem pessoas que gostam de classificar assim os jovens é uma forma mais suave de dizer vagabundo.

Pessoas com sorte na vida, pessoas que conseguiram bons empregos no estado através de cunhas, pois se fosse assim somente por concurso, não passavam, mas são arrogantes e cospem para o ar, cospem no prato que já comeram, pois muitas destas pessoas se não fossem as influências do paizinho ou do padrinho, até hoje não trabalhariam, pois para a limpeza, supermercados e fábricas a ganhar salário mínimo, isso é que não.
Mas hoje elas enchem a boca e dizem que os desempregados não passam de Subsídiodependêntes". (sociologiaemfoco)

Infelizmente este é um fenómeno que está muito presente em Santarém, Portugal e na nossa sociedade desde há alguns anos, mas que se tem vindo a agravar devido não só à crise económica mas também ao aumento da taxa de desemprego.

Aqui em Santarém, existem muitos estudantes que concluíram o curso e tentaram se estabelecer por meio de subsídios muitos dos quais à fundo perdido. Não há nada de novo se não fosse o facto de esses ex-estudantes serem filhos de empresários e comerciantes bem sucedidos e portadores de grandes e recheadas contas bancárias, nas quais mais de metade do dinheiro ganho pela porta do cavalo, ou seja: Sem factura.

Devemos entender e considerar que nós somos todos contribuintes de um sistema social temos o direito a usufruir de determinados benefícios económicos por parte do Estado quando assim se justificar (for preciso), ou por uma situação de desemprego, doença, ou outra que possa impossibilitar a nossa sobrevivência sem o recurso a estes subsídios, mas devemos estar conscientes também de que vivemos numa sociedade, ou seja num complexo conjunto em que deve haver equilíbrio e bom senso nas atitudes que são tomadas face a este mesmo conjunto.

Não podemos esquecer, que a omissão da verdade e a corrupção que envolve todo o sistema seja de baixo ou de cima, prejudica gravemente o país. A falta de uma fiscalização honesta e competente, também agrava o nosso sistema social, prejudicando as reformas e os direitos futuros de cada cidadão.

Mas o que se tem observado são situações de subsidio-dependência por parte de alguns grupos que pensam que têm direito a usufruir de subsídios de todo o tipo sem produzir absolutamente nada nem se preocuparem minimamente em contribuir para o sistema macro, ou seja para a sociedade, não procuram emprego, esperam que seja o Instituto de emprego a encontrá-lo, acumulam inúmeras desculpas para não aceitarem as sugestões de emprego deste mesmo instituto, crescendo assim um certo “parasitismo social” que lesa gravemente a nossa economia.

Devo acrescentar que assim como o desempregado, os patrões também estão na mesma, todos querem subsídios e dinheiros do desemprego para empregarem os trabalhadores, no caso de empregar deficientes, para os patrões têm sido um bom negócio. Através dos fundos de apoio as condições de trabalho para pessoas com deficiência, “eles” até têm ganho dinheiro com o negócio. Outra forma de lucrar é o caso do primeiro emprego, mais um subsídio.

Infelizmente não é só o empregado que é culpado, os patrões consideram velho pessoas com 30 anos e com 35 e só querem na sua maioria pessoas que estejam a receber do desemprego e também convêm ao IEFP despachar aqueles que estejam a receber. Por outro lado, uma pessoa com 50 ou mais anos é velha para trabalhar e nova demais para se reformar.

O Estado também é culpado, pois ele dá subsídios para pessoas sãs. Existem uma infinidade de artistas agarrados aos subsídios, por exemplo: Em Santarém, existem indivíduos novos a receberem subsídios de inserção social e a noite trabalham em bares e discotecas sem descontarem ou declararem os rendimentos.
Outros corromperam médicos para falsas declarações e estão trabalhando e recebendo subsídios de incapacidade e depois ainda ganham mais dinheiro a trabalhar em cafés sem declarar.

Sem falar no pessoal de “etnias”, recebem, mendigam, vendem nas feiras, possuem carros e não declaram nada.
Ainda há os patrões, muito deles donos de cafetaria, pagam um ordenado aos empregados, mas não descontam para a segurança social deles, não pagam seguros, férias ou subsídio de Natal.

Além da fuga ao fisco que é comum ao comércio, ainda têm a agravante de terem muitas pessoas a trabalharem na clandestinidade e não são estrangeiros, mas portugueses. Muitos deles trabalham á anos e dão a cara todos os dias no balcão de atendimento.
É extremamente necessário que estas pessoas se consciencializem de que é legitimo usufruir dos subsídios que reivindicam na Segurança Social, mas ainda mais importante é não se deixarem encostar à sociedade que continua a batalhar para que o sistema funcione como um “todo organizado”, para que não se torne numa política injusta e até deseducativa para as gerações vindouras.

Hoje em dia, ouvimos constantemente que o jovem não quer trabalhar, o jovem não gosta de trabalhar, mas ninguém fala das condições de trabalho que é proposto a este jovem, ninguém fala das horas à mais que certas empresas obrigam ele a trabalhar e sem mais renumeração por isso, não falam dos abusos por parte dos patrões, dos ordenados que não são pagos a tempo e horas.

O jovem levou uma tarja de mau trabalhador e muitas das vezes o entrevistador do centro de emprego não se preocupa em saber as suas condições sociais por exemplo: Têm família? Têm filhos? Têm com quem ficar os seus filhos? É natural que quem têm família precisa de sogros, avós, tempos livres para ocupar os filhos de maneira a que os pais possam trabalhar ou então os país têm que trabalhar o mais próximo possível da sua área de residência de maneira a proteger e apanhar o ou os filhos no horário estipulado. Existem pais que não têm família por perto para ficarem com os filhos.

Outra situação é: O salário mínimo, 475 euros.
Antes de chamar uma pessoa para preencher uma vaga de emprego, devemos fazer contas, por exemplo: Santarém à Lisboa, deslocação até ao comboio, comboio e metro, por mês fica em mais de 300 euros e sem falar na comida. Eu pergunto quem quer trabalhar assim e trazer por mês cento e poucos euros para casa, você trabalharia para aquecer? Qual é o futuro de alguém que trabalha à uma hora e meia de viagem da sua residência, mesmo que o ordenado com subsídio refeição atingisse o valor de 650,00 euros.

Isto são daquelas coisas que não são ditas. Eu pessoalmente já fui explorado muitas vezes, já trabalhei sem descontar para a segurança social, numa conhecida loja da cidade, já fiz entre 2 à 4 hora a mais por dia sem receber estas horas e sem almoço ou jantar, tendo eu um ordenado mínimo e tendo que almoçar todos os dias na rua e as vezes jantar. Resultado: Trazia limpos para casa pouco mais de 70,00 euros. E a minha saúde, como é que fica? Minha vida pessoal? Familiar? E ainda o meu patrão ia me pedir para mais tarde eu ficar com um telemóvel onde eu teria que ficar a disposição fins-de-semana e 24 horas por dia e sujeito a uma gratificação que ele entendesse.

Resumindo e concluindo: Isso ninguém quer saber, pois para o Estado e para muitos funcionários somos apenas números a eliminar, a começar por aqueles que recebem subsídios.

crítica na aldeia
lockyourmind (imagem original)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Taxa de natalidade mais baixa em Portugal.

A taxa de natalidade em Portugal continua a baixar.
Segundo aos actuais estudos, a situação económica, o fraco poder de compra, baixos ordenados, empregos precários, impostos e a não comparticipação de despesas, as grandes despesas associadas aos filhos, os horários escolares não compatíveis com as horas de trabalho dos pais, são elementos dissuasores para quem um dia pensa em ter filhos.
A taxa de natalidade em Portugal baixou para metade em quarenta anos, revela um estudo da União Europeia, que recomenda um aumento da imigração para assegurar o crescimento da população. (ESTUDO 2005)

De acordo com o estudo «Confrontando a alteração demográfica: uma nova solidariedade entre as gerações», um casal português tinha em média três filhos em 1960, mas em 2003 essa média baixou para 1.5. e neste momento parece estar em 1.2.
Segundo alguns relatórios, nos anos 60, Portugal tinha anualmente cerca de 200.000 nascimentos e neste momento têm cerca de 100.000, nos quais 40% são filhos de imigrantes.
Neste relatório: 2005
O relatório, que alerta para o facto de os europeus terem uma taxa de «fertilidade insuficiente para a substituição da população», indica que em todos os países europeus a taxa de natalidade está abaixo do valor mínimo para a renovação da população (cerca de 2.1 por casal), tendo caído para 1.5 filhos por casal em muitos estados-membros, incluindo Portugal.
Desta forma, o relatório da Comissão Europeia sugere que «serão necessários maiores fluxos de migrações para satisfazer as necessidades de trabalho e salvaguardar prosperidade europeia».

Segundo o estudo, a imigração nalguns países da União Europeia tornou-se «vital» para assegurar o crescimento populacional e será responsável pelo previsto aumento ligeiro da população em 2035.
O documento refere também que a população na UE está a diminuir: «O número médio de filhos que os europeus gostariam de ter é de 2.3, mas apenas têm actualmente 1.5». No ano de 2005
Para a Comissão Europeia, os governos deveriam desenvolver políticas que permitissem às famílias conciliar o trabalho com a vida familiar, nomeadamente «benefícios familiares, licença parental» e acesso à habitação.
Esperança de vida aumentou
Por outro lado, o estudo adianta ainda que a esperança média de vida tem vindo a aumentar na Europa. Em Portugal aumentou cerca de 20 anos entre 1960 e 2002.
Enquanto em 1960 a mulher portuguesa tinha uma esperança de vida de cerca de 65 anos, em 2002 essa expectativa subiu para os 80 anos, refere o relatório.
Em relação a este relatório, penso que a UE exagerou quando disse que os europeus teriam uma taxa de «fertilidade insuficiente para a substituição da população». Pessoalmente discordo desta afirmação.
Quando olhamos para outros países como por exemplo à França, os nossos irmãos portugueses procuram ter mais filhos, pois as ajudas dadas pela segurança social francesa, permitem que a mãe possa ficar em casa e que os filhos não passem necessidades. Nestas situações os portugueses procuram ter mais filhos, pois as suas mulheres estão seguras e os seus filhos também. É o oposto do que acontece em Portugal.
No caso dos imigrantes que vivem em Portugal, passa-se o mesmo. Uma vez empregados, os valores recebidos são muito superiores ao dos seus países de origem e caso não consigam logo emprego, a nossa segurança social é mais condescendente com as situações dos imigrantes do que as dos portugueses.

Assim, a Comissão Europeia avisa que «a idade da reforma terá que continuar a aumentar» e o «emprego terá que crescer» para que as pessoas possam ser integradas no mercado de trabalho.
Eu aqui questiono novamente: Se a alguns anos atrás, a idade jovem ia até aos 30 e hoje vai até aos 35 anos e após esta idade passamos automaticamente a “velhos”, como será o futuro dos trabalhadores não especializados em determinadas áreas daqui há alguns anos?
Será que seremos futuros mendigos que teremos de mendigar até a idade da reforma?

O texto original: Encontra-se  TSF
Curiosidade: Jornal o Público, Alexandra Campos.
Até Setembro do ano passado, o número de mortes suplantou o de nascimentos. Se a tendência não se inverter, será o segundo ano da nossa história com um saldo natural negativo.
As imagens são do blog: galeriacores

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Portugal e Brasil

Portugal é um país pobre e de poucos recursos, mas a sua situação geográfica e as suas leis tolerantes, fazem com que os imigrantes escolham Portugal como destino.
Infelizmente, devido a falta de indústrias, Portugal não têm crescido e o desemprego cada vez é maior.
Nestes últimos anos os portugueses perderam muito poder de compra e os trabalhos precários estão no auge.
Portugal oferece apenas uma vida mais tranquila ao imigrante que esteja legalizado, mas a força de trabalho e as renumerações são cada vez menores.
Actualmente países como o Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique, e Ucrânia têm melhorado pouco a pouco o poder de compra por parte dos seus habitantes, a queda do dólar e a riqueza de matéria prima, têm sido uma mais valia para estes países.
Infelizmente o crime e as máfias estão presentes cada vez mais em Portugal. As gangs brasileiras como a do “BALA”, a Máfia Russa, organizações de pessoas de etnias diversas, e organizações de crime por parte de Africanos diversos, fazem com que haja muita descriminação por parte dos portugueses e de toda a Europa.
A prostituição, os crimes e roubos aumentaram substancialmente, sobre tudo por parte das máfias estrangeiras que operam nas grandes cidades.
A Degradação das condições de trabalho afasta cada vez mais os brasileiros do sonho de “subir na vida” em Portugal, mas um estudo revela que as qualificações são também cada vez menores.    
Portugal, neste momento têm degradado o seu estudo público, neste momento existe menos exigências do quê havia à alguns anos.
Mas mesmo assim a formação e o ensino público é superior à maioria dos países Sul-americanos e Africanos, perdendo para a maioria dos países da Europa sobretudo aos da Europa de Leste.
Para a maioria dos brasileiros, falta formação académica, porquê depois do 11º ano de estudo o brasileiro têm que provar o que sabe, senão não têm a equivalência passada pelo Ministério da Educação.
A maior parte dos brasileiros que estão envolvidos em crimes, quando são apanhados pela polícia, não sabem sequer falar para se defenderem e isto volta-se contra eles.
A língua portuguesa é muito importante e é difícil, devemos lembrar que esta disciplina é a que mais “chumba” nas faculdades do Brasil e de Portugal.
Não tenham receio de estudarem, o estudo é a única forma de subir e ser reconhecido na vida.
Na Europa quase todas as pessoas falam 2 a 3 idiomas, nós os brasileiros estamos atrás dos Africanos, só falamos português e mal, enquanto os Africanos falam português, francês, inglês e dialectos.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Comer sopas

                                                              Imagem original: commons.wikimedia

Portugal é dos países da Europa com maior consumo de sopas. Entre muitas sopas famosas, encontra-se a “sopa da pedra”. Esta sopa traz muitas pessoas a Almeirim no Distrito de Santarém.
A sopa da pedra é muito calórica e muito rica em nutrientes sendo uma boa opção para aquecer o corpo no inverno.
As sopas quentes e cheias de nutrientes contribuem para a manutenção da saúde. “Além de aquecer, as sopas são de fácil digestão e hidratam o corpo.
No inverno a tendência é sentir menos sede e o consumo de água diminui, sendo assim a ingestão de sopa oferece ao organismo vitaminas, fibras e minerais”. As sopas são ricas em fibras e água, o prato estimula a saciedade e favorece o funcionamento intestinal, portanto as sopas são alimentos saudáveis e funcionais.
Para quem gosta de sopas pesadas, recomendamos a “sopa da pedra” em Santarém Portugal e no Brasil a Sopa de Entulho.
Para quem quiser manter a linha é melhor evitar estas sopas, principalmente à noite.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

1º casamento “GAY em Portugal,

Imagem Original: 180 graus Brasil


Portugal faz o seu 1º casamento “GAY”.
imagem original: Carolinagomesdasilva
critica na aldeia

Portugal registou nesta segunda-feira (7) o primeiro casamento entre homossexuais desde a aprovação da lei da união gay no país.

Teresa Pires e Helena Paixão são divorciadas, mães e estão na casa dos 30 anos. Elas estão juntas desde 2003 e se casaram em uma cerimonia de 15 minutos em um cartório de Lisboa.

"É uma grande vitória, um sonho que virou realidade", disse Teresa, aos beijos e abraços com a parceira.

"Agora somos uma família, e isso é que é importante, disse.

Teresa afirmou que ela vai continuar lutando por direitos iguais para os homA Lei de Igualdade no Casamento entrou em vigor no dia 5 de Junho de 2010.

Processo de Casamento

O processo de casamento pode ser iniciado, por norma, no máximo 3 meses antes da data do casamento (ou 6 meses no caso de pedido online).

No caso do pedido online, o pedido casamento pode ser feito até
8 dias úteis antes da data do casamento.

Para iniciar o processo de casamento os noivos devem dirigir-se a uma
Conservatória do Registo Civil munidos dos seus respectivos Bilhetes de Identidade ou Cartões de Cidadão.

Se ambos tiverem Cartão do Cidadão podem iniciar o processo online.



O processo de “Casamento Online” permite aos cidadãos, a partir de casa ou de qualquer outro local com acesso à Internet, requerer e tratar no portal "Civil Online" de todo o processo burocrático relacionado com o casamento sem necessidade de se deslocar à conservatória. No entanto, o casamento continua a realizar-se, como até aqui, na presença do conservador, ministro de culto ou padre. Este serviço está disponível, desde 5 de Fevereiro de 2009, para qualquer tipo de casamento: civil, católico ou civil sob a forma religiosa.

Trecho tirado do portal do cidadão.
Nesta fase também podem ser representados por um procurador.
Ao iniciar o processo também tem de indicar o local e data escolhidos para o casamento.