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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é TROIKA?

Imagem de: linhaderumo

O que é “Troika”?

Troika é uma palavra de origem russa que designa um comitê de três membros, neste caso, em Portugal são os representantes do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do BCE (Banco Central Europeu).

Neste momento na vida dos portugueses somos martelados constantemente com esta forte palavra de origem estrangeira, mas de respeito e significado forte.

O verdadeiro significado de "troika" que em russo quer dizer um carro conduzido por três cavalos alinhados lado a lado, ou um trenó puxado por três cavalos, lembrem se do filme “BEM-HUR”, naquele caso a “BIGA” era puxada por quatro cavalos, mas troika quer dizer três.

Na política, a palavra troika designa uma aliança de três personagens do mesmo nível e poder que se reúnem em um esforço único para a gestão de uma entidade ou para completar uma missão, como o triunvirato histórico de Roma. Pode-se ler na WIKIPÉDIA esta versão.

Os homens do FMI e do BCE que vieram ajudar as finanças do país são:

Poul Thomsen, (dinamarquês) trabalha a cerca de 20 anos no FMI. Este Senhor, vai ser o responsável da instituição na negociação do pacote de austeridade que Portugal terá de implementar em troca da ajuda externa.

Juergen Kroeger, (alemão) da Comissão Europeia.

Rasmus Rueffer, (alemão) do BCE.

A missão desses senhores é de reequilibrar as contas públicas portuguesas e de restabelecer a confiança dos mercados em Portugal, ou seja: Tornar a economia portuguesa competitiva Jürgen Kröger, Rasmus Rüffer, Poul Thomsen e Massimo Suardi estão em Lisboa com a promessa de cortes na despesa pública, aumentos de impostos e baixa de salários. Esta é pelo menos a receita FMI, já aplicada na Grécia e na Irlanda, em nome da austeridade.

Estes homens vêm fazer o que mais de 200 representantes de Portugal não foram capazes, mas o preço é alto para os portugueses.

Podemos contar de futuro com vários sectores afectados pela política de austeridade imposta pela TROIKA.

Entre os cortes, primeiro será tudo e todos que estão ligados directamente ao estado. Ex.: Salários, reformas, impostos sobre o 13º e 14º (subsídios de férias e Natal) e também afectará o sector privado, não se sabe ainda de que forma.

No mercado de trabalho, haverá maior mobilidade laboral e flexibilidade salarial. Ou seja, desloca-se para mais longe por menor salário. É uma óptima maneira de se desligar um funcionário antigo de uma empresa, sobretudo se ele for do Estado. Aqui podemos contar com indemnizações reduzidas nos despedimentos.

No mercado habitacional, prolifera o arrendamento, devido a maior mobilidade na área laboral e dos valores de compra de casa serem excessivamente altos e não compensar, já que o futuro prevê maior mobilidade por parte dos trabalhadores.

Nós portugueses somos responsáveis por mais uma vinda da: (União Europeia, BCE, FMI), uma bela “TROIKA”.

Saúde é o que precisamos, afinal já é a 3ª vez que estes amigos (FMI) nos visitam. Já são da casa.

Portugal nas mãos do FMI

É a radiografia total do país. Partidos, sindicatos, patrões, reguladores, banca, especialistas na economia da saúde e na justiça e agora sociólogos.
Imagem de: ruadosbragas
A troika convocou Portugal de A a Z, antes da aplicação do remédio final, na próxima semana. As propostas que vão estar no memorando de entendimento - essencial para que o país possa aceder ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira - devem ficar definidas até ao final da semana que vem. Por agora, o papel dos representantes do Banco Central Europeu, do FMI e da Comissão Europeia é sobretudo o de um psicólogo: ouvir. Pelo meio, Sócrates e Passos Coelho seguem a campanha.
Esta matéria encontra-se completa e original em: IONLINE

quinta-feira, 7 de abril de 2011

2011- FMI em Portugal - 2011


2011- FMI em Portugal

O FMI (Fundo Monetário Internacional), as suas intervenções na economia implicam graves sacrifícios para os povos dos países abrangidos.
Com a entrada do FMI em Portugal, as consequências são a diminuição drástica dos salários, a diminuição de certos apoios sociais e o despedimento de funcionários públicos, o aumento de empresas a fechar devido a excessiva queda de consumo, também podemos por aumentos de impostos, aumento de rendas de casas, combustíveis mais caros, água e luz mais caros, menos recursos aos créditos.

O desemprego em Portugal tende a aumentar e muitas pequenas empresas vão continuar a fechar. Quanto aos investimentos públicos haverá grandes contenções
Em países como a Irlanda, Grécia e agora Portugal, a entrada do FMI como recurso para resolver a situação do país, pode implicar décadas de contenção, no caso da Irlanda, fala-se de uma dívida que pode demorar cem anos a pagar.

Na IRLANDA
Os irlandeses mudaram a forma de viver, com muito menos dinheiro e com menos poder de compra, passaram a sair menos, frequentam menos bares, evitam andar de carros, evitam os restaurantes e convivem mais dentro de suas casas.

Houve cerca de 25.000 despedimentos de funcionários públicos num país de 4.000.000 de habitantes, houve reduções nos salários dos funcionários do estado, houve também corte no salário mínimo e no subsídio de desemprego.

A construção civil está parada, as rendas mais caras, os juros estão mais altos e os bancos não emprestam dinheiro.
Imagem de: carlosescossia
Em ESPANHA
A nossa Vizinha Espanha, tudo indica que será a próxima.
Neste momento em Espanha, os espanhóis não estão optimistas e nem vêem saída, existe uma situação de cerca de 2.500 novos desempregados por dia.

Existe muitas empresas espanholas em Portugal, com a entrada do FMI em Portugal, poderá haver um efeito dominó onde os investidores estrangeiros terão que fechar as empresas devido a falta do consumo de produtos e serviços.

As consequências da crise em Espanha afectaram drasticamente a construção civil, neste sector foi onde houve maior nº de desempregados.
A Espanha foi um país que aplicou os dinheiros europeus no “Turismo, pesca e na Agricultura” ao contrário de Portugal que os dinheiros da “UE”, desapareceram e não se viu resultados, na agricultura, pesca, turismo e não se criou indústrias que gerassem empregos e aumentassem as exportações.

Espanha já têm um nº de desempregados superiores a 20%, com a quebra de investimentos em Portugal, este nº tende a aumentar. O orçamentos das famílias tendem a diminuir, com o aumento das rendas de casas, combustíveis, electricidade e água. Para o mês de Abril, espera-se um emagrecimento nas receitas das famílias de menos 60,00 euros.
Neste momento fala-se de cerca de 5.000.000 de desempregados em Espanha e tende a aumentar neste mês de Abril.

As consequências em países como a Irlanda e Grécia são graves, as pessoas mudaram de forma radical os seus hábitos de consumo.
Na GRÉCIA
Os gregos foram os primeiros a recorrerem ao FMI, resultado por viverem acima das possibilidades.

O FMI na Grécia. A intervenção do Fundo Monetário Internacional levou a “diminuições salariais na ordem dos 20 a 25 por cento”.
Os gregos estavam com elevada qualidade de vida devido a entrada dos dinheiros da EU, muitos gregos tinham 2 empregos mas só declaravam 1.
Neste momento o desemprego aumenta dia para a dia, fala-se de grandes consumos de antidepressivos, por parte dos cidadãos gregos.
O desemprego na Grécia, anda na casa dos 14 a 15% e continua a subir.

As consequências de uma crise são muito perigosas, podem levar a rupturas e violências.

FMI em Portugal

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 23 de abril de 2010

FMI prevê aumento de desemprego em Portugal

Segundo as previsões do FMI, o crescimento do PIB português em 2010 e 2011 será inferior ao previsto quer pelo Governo quer pelo Banco de Portugal.
O FMI aumentou, esta quarta-feira, a perspectiva para o número de desempregados em Portugal, acreditando que a taxa de desemprego poderá subir para os 11 por cento ainda em 2010 e reviu em baixa o PIB português.
Portugal está seguindo os passos da Grécia, se continuar assim teremos mais desemprego e menos crescimento, segundo a informação de alguns jornais económicos, o demprego pode atingir uma taxa de 11% da população e o crescimento fica muito abaixo das previsões do governo.