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segunda-feira, 23 de março de 2015

Portugueses continuam a fugir de Portugal


Com o aumento da frequência de ocupação para desempregados, os tais chamados cursos financiados pela UE, pela desistência de muitos desempregados com mais de 45 anos nas folhas das listagens de desempregados e com a continua saída de portugueses desta Santa "terrinha" é natural a baixa de percentagem dos nºs inscritos nesta instituição chamada "IEFP".

imagem de: erepublik


Segundo a notícia actualizada de hoje no "CM", Portugal é o país da União Europeia, depois de Malta, com a maior proporção de emigrantes face ao número de habitantes. Há mais de dois milhões de emigrantes, cerca de 20% da população portuguesa. Os dados mais recentes do Observatório da Emigração indicam que em França os emigrantes com passaporte português voltaram a chegar em maior número face aos argelinos e marroquinos. Em 2012, entraram em França 18 mil portugueses, 8% do total de entradas nesse ano naquele país. O Reino Unido é o país mais procurado pelos novos emigrantes portugueses, seguindo-se a Suíça e a França. Os registos consulares portugueses têm inscritos 3,6 milhões (nacionais e lusodescendentes). França (1,2 milhões), Brasil (581 mil), Venezuela (300 mil) e Suíça (294 mil) lideram. 



Ler mais em: http://www.cmjornal.


As contagens já foram actualizadas até em 2013, o que continua sendo assustador.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Portugueses solidários à força!!!

Esta notícia tirada de: "NEGÓCIOS", (À saída da cimeira europeia, o primeiro-ministro português fez questão de sublinhar a diferença nos percursos até agora percorridos pela Grécia, em contraponto com aqueles feitos por países como Portugal ou a Irlanda. Passos Coelho notou ainda que Portugal foi o país que mais ajudou, em termos relativos, a Grécia, e lembrou que Atenas beneficiou de condições que mais nenhum país teve.) dá o que pensar.

Vivemos num país pobre com excesso de políticos a ganharem excessivamente bem com vencimentos chorudos mais mordomias e regalias, acumulo de reformas que além de poderem se reformarem cedo com todos os direitos, estes ainda se encontram metidos em empresas e negócios pouco claros, alguns escondidos atrás de fundações, lavagens de dinheiro, vendas de empresas portuguesas, negócios chorudos com laboratórios e farmacêuticas, BPN, Submarinos, Pandurs, caso Oeiras, Freeport, Vistos GOLD, caso Moderna, tráfico de diamantes e marfim, Angola devolvida a custo zero e etc...

Os estrangeiros que acompanham os noticiários portugueses devem julgar que nós somos um povo corrupto e rico, pois os portugueses são dos povos que pagam por tudo até os pequenos e simples direitos como, manuais escolares, acesso a saúde, dentistas e outros serviços que deveriam ser por conta dos descontos e que o ordenado mínimo não contempla os mais carenciados. Na verdade até nos manuais escolares estão expressos as mudanças que favorecem terceiros para ganharem os seus rendimentos. Nestes últimos anos o programa educacional e a mudança de manuais mudaram diversas vezes a fim do Zé Povinho não poder pedir ao seu vizinho os manuais dos anos anteriores e poupar algum dinheiro. Quando se deu a notícia de reciclagem e aproveitamento dos manuais de forma a se poupar algum dinheiro, alguns empresários e voluntários investiram neste tipo de negócio, seja com cariz social ou comercial. De repente vários vídeos nas notícias foram transmitidos divulgando estas iniciativas. Na verdade, estas notícias incomodaram muitos autores e gráficas, que viram os seus rendimentos diminuírem significativamente.

Tudo isto, mostra claramente o aumento da pobreza no nosso país. As cidades estão desertas e vazias, o desemprego é galopante e a formação profissional tornou-se uma ocupação para desempregados que vivem dos 4,27 euros diários do subsidio refeição e assim estes formandos que são milhares estão dados como empregados, por outro lado, milhares de portugueses formados com fundos europeus e pessoais, foram-se embora para o estrangeiro devido a falta de oportunidades em Portugal.
Devido a esses acontecimentos, a diminuição do desemprego acontece, não por causa de postos de trabalho criados mais sim por causa da desertificação que está ocorrendo por todo o país. Se olharmos bem, o comércio está cada vez mais concentrado na Internet e não em lojas físicas, e a indústria abastecedora em Portugal de produtos diversificados, são todas chinesas que servem pequenos empresários portugueses e estes vendem os seus produtos a um teço do valor praticado nas lojas.

Na realidade, estamos a desenvolver cada vez mais a indústria asiática, pois os ganhos para quem compra os produtos é de mais de 500%, mesmo vendendo em Portugal por um terço do seu valor. 
Nos E.U.A, mais de dois milhões e meio de americanos vivem exclusivamente da Internet, principalmente dos BLOGS. Aqui em Portugal estes ganhos não são declarados e portanto é considerado branqueamento de capitais, quem perde é o "fisco" que não come nada e muita boa "gente" já abriu contas até em angola e na China para não pagarem cá os impostos ou serem descobertos.

Nesta última década, o congelamento das carreiras e dos ordenados da função pública e a diminuição dos salários dos funcionários privados, vieram a incentivar a perda do poder de compra e gerar cada vez mais pobres, enquanto os ordenados dos nossos políticos aumentaram significativamente, sendo assim não existe maneira da economia crescer nas cidades e no interior, pois quem têm algum fecha as mãos e o jovem vê o seu futuro comprometido enquanto os seus país que deveriam ajudar os avós tornaram-se também dependente destes.

Imagem de: A fofoqueira 

O governo hoje nos controla a informação, seja dos computadores, telemóveis e outros meios tecnológicos como os satélites, aqueles filmes de ficção dos anos 90 se tornaram reais. Tudo o que temos no computador não é nosso pertencem ao mundo virtual e este mundo está disponível assim como as nossas conversas pelo telemóvel, estas informações estão disponíveis em certos escalões da segurança nacional. Por isso é que relativamente a pouco tempo os E.U.A. foram acusados de espionarem países como Espanha, Brasil, Itália, Portugal entre outros. (ver CIA E NSA), ver também caso Documentos de Snowden).  

Segundo algumas fontes as comunicações do fixo e do telemóvel permanecem gravadas por dois anos, ou seja: Se falaste com a sua avó em Dezembro de 2013, esta gravação da sua conversa está lá e só depois dos 2 anos é destruída. Estas informações podem voltar contra você, caso esteja ligado a alguma investigação ou a algum assunto "relacionado" ou considerado  importante para as autoridades de investigação. A Internet passa-se o mesmo, tudo o que se visita pode se monitorizado por alguém e tudo o que está  on-line pode ser transformado em provas.  

Esta miscelânea de informação mostra claramente que somos policiados e mau pagos todos os dias da nossa vida, nem que seja pela vizinha, patrões e ladrões do bairro, mas que apesar das dificuldades que o povo português atravessa continuamos a sermos solidários a força. O governo empresta o nosso dinheiro suado e faz caridade com o sacrifício do "Zé", dinheiro este que na maior parte das vezes nunca é  devolvido mas depois o Zé povinho é premiado com mais um aumento de impostos. Somos pacíficos e generosos qualidades que fazem com que a nossa nação viva cada vez piore. 

Deixo aqui o meu abraço a este heróico povo português que aguenta mais sacrifícios que ouras nações, somos merecedores de estarmos incluídos no guinness world records.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Espanha vende mais barato os medicamentos

Medicamentos mais baratos em Espanha

Os portugueses que moram num raio entre 50 a 100 km de Espanha preferem comprar os seus medicamentos lá.

As vantagens são que os preços praticados do outro lado da fronteira são a metade do que é praticado em Portugal. Segundo uma entrevista passada na televisão, compra-se medicamentos sem perguntas e sem receita médica. Poupa-se assim o dinheiro da consulta e a perda de tempo nos hospitais e centros de saúde.

Já agora, já que se vai comprar remédios em Espanha, porquê não aproveitar e comprar a botija de gás e encher o depósito do carro.

A diferença na poupança, já dá para almoçar fora com a família.

E viva a Espanha que está melhorando a sua economia a fornecer produtos e serviços muito mais baratos que em Portugal.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sobe o nº de desempregados

há cada vez mais famílias desempregadas
Segunda, 21 Fevereiro de 2011 - 10:31 h
publicado por idealista.
os números do instituto nacional de estatística (ine) solicitados pelo correio da manhã (cm) revelam que há 416,3 mil indivíduos entre os 18 e os 59 anos que vivem em agregados familiares nos quais nenhum dos elementos tem trabalho. estas contas revelam uma subida de 55 por cento em relação aos 266,9 mil de 2001 e constituem o valor mais elevado da década.

Estes dados são os mais recentes, mas datam de 2009, pelo que, segundo a mesma publicação, os especialistas alertam que actualmente esse valor terá disparado. "esse número aumentou seguramente e hoje deve rondar os 450 mil indivíduos", avança ao cm o economista eugénio rosa. o também membro da cgtp explica que estas famílias são na sua maioria compostas por "casais que têm o ensino básico", um segmento bastante atingido pela falta de trabalho "e os filhos que perpetuam esse nível de escolaridade e que por isso não conseguem emprego.

Esta situação faz com que, cada vez mais, famílias inteiras dependam de prestações sociais como o rendimento social de inserção, biscates e ajuda de amigos ou de instituições de solidariedade social para sobreviverem todos os meses. com as regras mais apertadas do subsídio de desemprego, apenas 4 em 10 portugueses desempregados (38,3% das pessoas sem trabalho) recebem esta prestação, pelo que muitas destas famílias não beneficiarão deste subsídio

artigo publicado em correio da manhã

Gif de: garsa-nasqa

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cáritas apela à generosidade dos portugueses

Imagem cáritas:
crítica na aldeia
Crise
Cáritas apela à generosidade dos portugueses para ajudar quem tem menos recursos

O presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, apelou sábado à generosidade dos portugueses para ajudar quem tem menos recursos, lembrando que no país ainda há pessoas a ter "bons salários"

"Deixo o apelo às pessoas que tenham recursos que pensem nos outros que os perderam, porque no nosso país ainda há gente a auferir bons salários", exortou Eugénio Fonseca, pedindo às pessoas que confiem ao Fundo Social Solidário, regulamentado esta semana pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), ou "a qualquer outra instituição a sua solidariedade para que chegue àqueles que está a faltar o essencial para poderem subsistir".



Em Fátima, onde decorreu o Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, o dirigente reconheceu que o fundo, ao qual a Igreja Católica deu carácter de emergência devido à crise, "por muito rico que venha a ser" em termos de generosidade, "ficará sempre aquém daquilo que são as necessidades que nos estão a aparecer".



"Agora o fundo pretende, para além de dar contributos pecuniários, dar também contributos anímicos e ajudar as pessoas a encontrarem novas perspectivas, novos projectos de vida", declarou, sublinhando que "não se esgota apenas em dar dinheiro".



Esta semana, o porta voz da CEP, padre Manuel Morujão, anunciou que o fundo vai distribuir ajuda em áreas como a alimentação, vestuário, rendas de casa, propinas ou medicamentos, "vertentes que hoje são muito actuais".



"Espera-se que vá engrossando", afirmou aos jornalistas o responsável, à margem da Assembleia Plenária da CEP que se realizou em Fátima, sustentando que se trata "sempre de um fundo de convergência, mas para a distribuição, não é para acumular", e para responder às "urgências" através das Cáritas espalhadas pelo país.



Manuel Morujão acrescentou que o Fundo Social Solidário é uma forma de a Igreja Católica "responder de facto aos desafios" que a instituição e a sociedade têm pela frente.



Já no comunicado final da assembleia, os bispos esclareceram que o fundo "implica todos os cristãos", mas "visa todos os mais débeis e carenciados, sejam quais forem os seus credos ou origens".



"Pretende estar ao serviço das dioceses e paróquias, a quem compete apresentar situações e projectos, que fomentem a ajuda local e de proximidade, e iniciativas de promoção humana e desenvolvimento de capacidades das pessoas vítimas de situações de pobreza", adianta o comunicado, explicando que "a base financeira do fundo é assegurada por dádivas".



Número de pessoas atendidas aumentou de 5000 para 62 000



No último ano, em 13 dioceses do país, o número de pessoas atendidas pela instituição aumentou de 5000 para 62 000 pessoas. "De Outubro do ano passado para Outubro deste ano, em número de pessoas atendidas em 13 dioceses - e cada diocese em cinco paróquias, portanto já alargando mais o espaço - nós passámos de 5000 para 62 000", disse Eugénio Fonseca.



Segundo o dirigente, os números já analisados confirmam a tendência de "aumento significativo nalgumas zonas do país" do número de pessoas atendidas pelas Cáritas Diocesanas.



Eugénio Fonseca estima que, globalmente, haverá um acréscimo, face ao ano passado, de 20 a 30 por cento de pessoas que no último ano passaram a receber apoio da instituição, sublinhando, contudo, que estes valores não espelham a realidade, pois apenas se está a abordar casos de pessoas atendidas pela Cáritas.



Este texto pertence ao Diário de Leiria e mostra bem a realidade em que nos encontramos.

Quem puder ajudar, deve. Ser solidário e ajudar a quem precisa é lutar por um pais mais justo e para construir um futuro melhor.

Necessitados e colaboradores enganados?

Imagem original: a-roda
crítica na aldeia

Recebi este correio electrónico. E ainda anda circulando na Internet.
Como colaborados e voluntário em algumas causas: Dá o que pensar:

Nós cidadãos ouvimos todos os dias nas notícias na rádio, televisão, lemos nos jornais e redes sociais, somos bombardeados constantemente com informações de corrupções em todos sectores públicos e alguns privados, o descrédito da população portuguesa é cada vez maior e isto motiva cada vez mais a desonestidade das pessoas e incentiva a fuga ao fisco e o salvem-se quem puder.

Sem mais alardo, aqui começa a mensagem:
REENCAMINHANDO:

O mail começa assim.

-Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de Euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado era de 2 milhões e 880 mil?
Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela? É só fazer as contas ....
TIREM-ME DAQUI....Eu quero ir prá Ilha.....
________________________________________
POIS É....
EM PORTUGAL ATÉ A SOLIDARIEDADE DOS PORTUGUESES
SERVE PARA FAZER NEGOCIATAS...
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.
Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 + IVA.
São 0,72 no total.
O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50.
Assim oferecemos 0,50 a quem carece, mas cobram-nos 0,72,
mais 0,22 ou seja 30 %.
Quem fica com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 (17 %) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º - o Estado 0,12 (20 %) referente ao IVA sobre 0,60.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros.
Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos
entre a PT (400.000 para a ajuda dos salários dos administradores)
e o Estado (480.000 para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!
ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA!!!
ISTO É UM ASQUEROSO ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE
DO POVO PORTUGUÊS!!!
NÃO COLABORE NESTAS CAMPANHAS, CASO NÃO SEJA ESCLARECIDO CABALMENTE QUE OS "DONATIVOS" ESTÃO ISENTOS DE IMPOSTOS E DE TAXAS OU COMISSÕES, BEM COMO NÃO CONTRIBUEM (SEM RETORNO SOLIDÁRIO) PARA O AUMENTO DOS NEGÓCIOS DOS GANANCIOSOS GESTORES...

Situações como esta fazem-nos pensar que o nosso dinheiro dado aos necessitados, antes de chegar a eles primeiro ajudam a enriquecer uns tantos ricos.

Estas notícias não são actuais mas podem ser encontradas em diversos blogs como: notojal, afonsojorge1 e muitos outros, mas a verdade é que a informação negativa continua em viagem pelas estradas da tecnologia.

domingo, 7 de novembro de 2010

Sacrifícios, de quem?

Recebi hoje este mail e me foi pedido para reencaminhar, neste momento deve ter atingido algumas milhares de pessoas, desde a sua publicação.
Num momento de contenção e tristeza para as famílias portuguesas, mails como este fazem-nos pensar no que realmente está mal.

“No comments”...


LÊ E... "REENCAMINHA"!!!

Não divulgar é cumplicidade!


É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro,
mas os nossos gestores recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)

E são estas "inteligências" (?) que chamam a nossa atenção afirmando:

"os portugueses gastam acima das suas possibilidades".


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Fé no Jogo




Jogos de azar.
Estas actividades dependem da boa ou da má sorte e do infortúnio humano, e seu objetivo único e imediato são de cariz económico.
A finalidade dos jogadores é obter lucros rápidos, sem trabalho e sem inteligência ou habilidades, muitas vezes apoiado na fé e na esperança.
O sistema de lotaria, tem crescido muito em Portugal, de uma forma tímida vai-se implantando mais variedades de jogos instantâneos como as raspadinhas.
O surgimento do Euro milhões veio fortalecer a lotaria nacional, que para cativar novamente os apostadores nacionais, tiveram que elevar os prémios que antes eram muito inferiores aos do euro milhões.
Os portugueses que vivem nas fronteiras como no caso junto à Espanha, preferem investir mais nas apostas naquele país, contribuindo assim para a riqueza espanhola. O que os cativa são: Os valores elevados dos prémios e a maiores hipóteses de acerto, por exemplo o “REINTEGRO”, que acertando apenas 1 nº, se recebe algum dinheiro.
Devido o aumento das despesas das famílias, do desemprego crescente, da perda do poder de compra, da baixa de ordenados, das penalizações sobre reformas e direitos das pessoas e famílias que são cada vez menores, as realizações pessoais do povo português passa cada vez mais pela fé e a esperança no jogo, contribuindo assim para que não haja objectivos de trabalho, ou seja. Cada vez haverá menos investimentos na criação de pequenas empresas ou do próprio emprego.
Portugal assim não irá crescer porquê está demasiadamente desacreditado e por causa da carga fiscal demasiadamente alta, quem têm dinheiro neste momento, ficará quietinho e não desenvolverá “nada”, pois Portugal cada vez aplica mais deveres e tira os direitos ao seu povo.
Já agora, boa sorte para quem joga.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Condomínios reflecte insegurança das grandes cidades

                                                             Imagem original: historianovest

Portugal durante muito tempo foi e ainda é um cantinho do céu, mas com a “CRISE” esse sossego está acabando.
O desemprego, os trabalhos precários, à corrupção, os baixos ordenados, perca de poder de compra, a emigração clandestina, são factores que levam cada vez mais os portugueses a pensarem na sua segurança.
Com o aumento da criminalidade, os portugueses preferem cada vez mais a segurança da cidade e de preferência condomínios fechados, ou viverem longe dos condomínios sociais e bairros problemáticos.
Para se ter qualidade de vida e alguma segurança é preciso ter algum dinheiro, pois só o dinheiro consegue selecionar a qualidade de compra ou a construção de um imóvel num bairro devidamente escolhido.
Nestes últimos anos, os assaltos e crimes cometidos em residências afastadas da cidade subiram grandemente e tornaram-se uma boa aposta para os criminosos que se sentem protegidos pela distância dos centros.
O factor medo faz com que aumentem à procura de apartamentos nos condomínios residenciais e reflete também a insegurança das grandes cidades.
Dentro de poucos anos, a tendência da construcção em Portugal passará pela construção de grandes condomínios fechados:  Será um excelente investimento para os construtores, pois aqui surge uma selecção natural  para quem têm dinheiro e procuram segurança e conforto.
No Brasil, os condomínios residenciais trazem mais conforto e comodidade.
Os serviços, as áreas de lazer como as academias de ginásticas, piscinas e saunas e ainda algum comércio de qualidade como cabelereiras, pequenas clínicas de saúde e ainda a disposição de espaços verdes pertencentes ao condomínio, fazem com que o “RESIDENTE” nem precisa sair de casa.
Essa tendência expandiu-se  principalmente pelo trânsito complicado das grandes cidades, a violência e o ritmo de vida acelerado.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Portugueses endividados

Imagem original: jornalmudar



As famílias portuguesas estão cada vez estão mais endividadas e cortam nas coisas mais importantes para a sobrevivência, preferem sustentarem os vícios da tecnologia em vez da saúde.
A alimentação e os medicamentos são os principais alvos de corte nos gastos das famílias portuguesas em crise, que continuam contudo a sustentar bens mais supérfluos, como carros, telemóveis ou televisão por cabo.
A visão de alguns portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro é que os portugueses não têm juízo. Eles criticam os portugueses que vivem em Portugal por causa do consumismo desenfreado e sem lógica.
Na opinião desses “emigrantes”, os portugueses tornaram-se consumistas e já não sabem viver sem os supérfluos e quando cortam nas despesas, cortam nos bens essenciais, assim como na alimentação e nos medicamentos.
Segundo esses emigrantes, os portugueses vivem acima das possibilidades reais. “Como é possível ver um português ter um carro igual a um Francês ou Alemão e mesmo ao de um inglês”, sabendo que o ordenado mínimo nacional é metade em Portugal comparando com os outros? Já nem vamos falar das taxas tributárias que em Portugal é um absurdo comparado aos dos nossos vizinhos Europeus.
Este tipo de situação aqui descrito é igualmente uma realidade por toda a Europa, mas a culpa disso é mais uma economia com base no consumo que no progresso social!
As pessoas têm que mudar de mentalidades, elas não devem ficar à espera de milagres, porquê daqui para frente será sempre pior principalmente para aqueles que não querem fazer sacrifícios e não querem mudar suas formas e maneiras de viver.
Para que uns ganhem muito bem outros devem ganhar mal, para que alguns sejam muitos ricos outros devem ser pobres. Sempre foi assim desde os primórdios da humanidade, porque o homem é um animal racional e têm como objectivo principal obter para si e para a sua família, segurança e reserva de bens, para que nunca faltem, mesmo que isto implique pisar umas cabeças e sacrificar outros seres humanos.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Viver na crise

Imagem original: economiaa wikispaces
Viver na crise.
Os portugueses durante anos queixaram-se da crise, mas agora é que à crise chegou.
Os maus investimentos e o mau uso e abuso dos dinheiros da EU, vieram a se reflectir no povo português.
O famoso e aterrador “PEC”, só veio executar e exigir as contrapartidas de um associado e mau gestor que é Portugal.
Com os maus exemplos de fomentação ao emprego e de criação de postos de trabalho onde não existem, fazem de Portugal um país sonhador e sem base de equilíbrio para se manter.
Perdemos tudo e não criamos alicerces para o futuro. Somos hoje um país de consumistas onde não produzimos nada. Passamos à nossa vida a alimentar países que estão evoluindo, países que investiram fortemente na agricultura, pesca, produção animal, novas tecnologias, téxteis, electrónica e muitos outros equipamentos diversificados. Estes países aumentaram significativamente os investimentos no Turismo, criando condições de receberem turistas de todo o mundo à um preço competitivo. Na pesca, compraram navios pesqueiros que congelam o peixe quase imediatamente, peixe este que passa por um processo artesanal e industrial de tratamento, podendo já ser embalado e vendido em países como Portugal.
Na agricultura, ampliaram hectares de verduras, frutas, e cereais, usando mão-de-obra estrangeira e novos recursos tecnológicos. Mantiveram os veículos antigos à trabalharem com combustíveis alternativos como forma economizadora.
O que é engraçado: É que a nossa vizinha Espanha teve as mesmas oportunidades que nós e desenvolveu o seu potencial. Hoje somos dos maiores consumidores de produtos espanhóis, pois deixamos de produzir e compramos tudo aquilo que a nossa terra dá.
Quando os nossos políticos dizem: Vão de férias cá dentro. Dá-me vontade de rir, durante muito tempo eles, na sua maioria passavam suas férias na vizinha Espanha.
É mais barato viver em Espanha do que em Portugal, os carros pagam menos impostos, o IVA é muito mais baixo, o combustível mais barato, à comida é bem servida e ao mesmo preço, o gás é mais barato e todo o tipo de produtos e consumíveis, saúde e já agora férias.
Alugamos uma casa no Algarve ou na Nazaré, casa esta, na sua maioria sem qualquer condição há um preço caríssimo e sem direito a nada. Enquanto a nossa vizinha Espanha nos oferecem um pacote de sonho, incluindo serviços e refeições, com lugares repletos de diversões e animações e muitas vezes também incluído o transporte de pessoas. Tudo isso por um preço inferior aos 15 dias de férias no Algarve ou Nazaré.
Quando nos pedem para consumir produtos portugueses, olhamos para a nossa magra carteira e pensamos na realidade. Tudo o que é nacional é bom, ou quase tudo: Mas na realidade é que tudo o que é espanhol é muito mais barato que o produto nacional, isso suscita dúvidas ao cidadão português. Como é que um pais como Espanha pode pagar mais aos seus funcionários e ter melhor segurança social, melhor saúde e assistência ao desemprego e ainda comprar laranjas algarvias portuguesas e revende-las à Portugal com menor preço?
Não dá para perceber.
Falam na crise espanhola, mas na verdade dentro de pouco tempo os investimentos espanhóis vão dar lucro, principalmente no Turismo, sem falar nos outros investimentos como o da agricultura e nas energias renováveis.
Se estivéssemos na situação de Espanha, estávamos nós bem, pelo menos teríamos o futuro assegurado pelos bons investimentos que foram feitos em todas as áreas.
Agora já se fala mo agravamento da crise para 2011. Mais desemprego, mais aumentos em todos os campos, agravamentos nos impostos, inflação etc.
É o “PEC” à trabalhar.
Imagem original: mouraencantada

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Portugal no seu melhor

Imagem original: novafloresta
Crítica na Aldeia

Os portugueses não querem se aventurar em negócios, nem querem ser patrões, antes preferem ter seus ordenados, mais o subsídio de férias e de Natal e descansarem tranquilamente nos seus travesseiros fofos e confortáveis.

O empreendedorismo em Portugal foi bom para quem conseguiu uns milhares de euros a fundo perdido, dinheiro estes que não foram devidamente fiscalizados e no qual foi usado apenas para enriquecimento pessoal.

Os novos empreendedores, têm que enfrentarem grandes taxas de impostos e custos para montarem uma empresa e depois carregam com elas uma catrefada de despesas assim como:

Contabilista, licenças e obras, seguros, descontos dos empregados, vinculação obrigatória à algumas instituições conforme o ramo escolhido, despesas com veículos, pagamentos de empréstimos aos bancos, licenças de afixação de publicidade, aquisição de bens para a empresa funcionar entre muitos outros.

Observando Portugal, os caminhos para fugir a crise, devia ser através da agricultura, o turismo, à pesca. Infelizmente não se investiu na agricultura (deu-se dinheiro para luxos, como jipes, vivendas e enriquecimento pessoal), no turismo, (não houve reabilitação dos Centros históricos, para que as autarquias pudessem reaver e ganhar algum dinheiro) através da recuperação de casas e reactivando e fomentando a vida nos Centros Históricos de todo o país, foi igual no sector da pesca, os pescadores reclamam mas não houve investimento em frotas pesqueiras, por isso não temos condições de competir com a vizinha Espanha que ao contrário dos portugueses, investiram em todos os sectores.

As pessoas dizem que a crise em Espanha chegou aos 19%, quem nos dera que tivéssemos a qualidade de vida dos espanhóis.

Temos que ver que a Espanha é maior que Portugal, que a Espanha exporta verduras, legumes, carne e peixe para toda a Europa incluindo Portugal, que os ordenados são superiores aos dos portugueses e os preços dos bens essenciais são iguais ou mais baratos que aqui. O subsídio de desemprego é no mínimo 600.00 euros, o combustível é mais barato, o gás é mais barato e que além disso conseguem fornecer pneus, móveis, turismo e serviços mais barato que Portugal, sem falar que os impostos são muito mais baixo, as rendas de casas são mais baixas, as casas são mais baratas e que nos compram muitos produtos portugueses, como a laranja Algarvia e o porco Alentejano e depois revendem para Portugal com melhores preços, inferiores aos nacionais.

Nós actualmente só sabemos abrir cafés e fornecer serviços, não produzimos nada. Durante muito tempo vivemos debaixo de uma máscara a tentar convencer o próximo que a nossa vida de sucesso era real, mas na verdade tudo não passou de fantasia, as construções foram um grande negócio mas também corrompeu muitos políticos, fiscais e autarcas, construíram em linhas de água, em zonas protegidas, construíram de toda forma e feitio sem seguirem uma traça, conseguiram tornar desinteressante para os turistas, o Algarve, aprovaram projectos e obras de má qualidade por todo o país, mataram algumas casas históricas para desenvolvimento de negócios e casas de gente rica, que deram uma nova fachada que não se enquadra nas zonas protegidas.



Crítica na Aldeia

Imagem original:atuaescola

E assim Portugal chegou até aqui sem construir quase nada, e agora José? Temos que pagar mais impostos para que pessoas que se encontram no estado possam acumular reformas e cargos e ainda mordomias.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Repensar Portugal

Imagem Original: Porugal no seu melhor
Crítica na aldeia
As classes sociais estão cada vez mais definidas e elas são o rico e o pobre, a classe média começa a entrar em extinção.
O povo em geral, após o 25 de Abril e com o fim da ditadura, a globalização foi tomando conta dos mercados portugueses, com a abertura das fronteiras os mercados foram se tornando mais competitivos e os preços dos produtos, influenciado pelo aumento da produção das indústrias estrangeiras "baratearam", tornando mais acessível a compra pelo consumidor.
A nova geração de portugueses não viveram as fases do racionamento que outrora os seus pais e avós viveram. A dita liberdade foi posta em prática sem um projecto de vida para os portugueses no futuro.

Imagem original: Portugal no seu melhor

Ganhou-se qualidade de vida e poder de compra, mas perdeu-se muitos valores culturais. Hoje as pessoas não sabem fazer comida, costurar, e reaproveitar sobras para fazer transformações, seja de bens ou de alimentos ou reaproveitar materiais para reutilizar com outros fins, coisas que os antigos faziam.
A nova geração, influenciadas pela libertação da ditadura começaram a fazer vida de rico sem pensarem no amanhã, descuidando-se dos conhecimentos e da sabedoria dos antepassados, pensando que dificuldades como as deles não haveria mais.
A nova geração optaram na sua maioria "comer fora", divertirem-se, viajar, cinema, férias, acessos facilitados ao crédito, mas infelizmente dentro de tantas facilidades faltou o saber gerir e hoje esta geração que se encontra com maus hábitos vão ter que reaprender a viver.
Aqui se repete a história da “cigarra e a formiga”, a cigarra queria diversão enquanto as formigas trabalhavam para armazenar o formigueiro com comida e assim fazer frente ao inverno rigoroso que se aproximava, quando chegou o frio a cigarra congelava de frio e se não fossem as formigas ela morreria de fome e de frio.

Imagem original: portugal no seu melhor


Portugal se encontra assim, os Espanhóis estão na crise mas investiram muitos dos fundos em equipamentos agrícolas e barcos pesqueiros e desenvolveram o turismo.
Os hotéis de Espanha recebem milhares de turistas inclusive “portugueses”, os vastos campos espanhóis estão plantados e exportam de tudo para o resto da Europa e nós somos meros consumidores que ficamos apenas a olhar.

Imagem original: portugal no seu melhor


O nosso sonho de liberdade e da vida fácil, só serviu para fomentar a corrupção que aumentou e os dinheiros injectados aqui (Portugal) desapareceram.
Infelizmente não se construiu nada que desse emprego as gerações vindouras.
Portugal cometeu o mesmo erro no que diz respeito as ex-colónias, o ouro e os diamantes vindos de Angola e Brasil desapareceram misteriosamente e de nada serviu o Sr. Salazar guarda-los. Salazar fez mal em não investir no povo e no país. Este assunto é um tabu, que ninguém fala e ninguém investiga.
Portugal hoje vive uma crise, a crise que tantos portugueses falaram durante anos não é nada comparado a isto.
Neste momento o mundo de fantasias está fechando as portas e a realidade começa a chegar até a maioria.
Vamos todos pagar, pagar por dinheiros maus investidos e pelos corruptos que lucraram com os dinheiros dos fundos Europeus.
O povo português viveu uma grande fantasia, mas com um final triste, As facilidades de acesso ao crédito acabaram, aquela vidinha regada e fantasiosa do faz-de-conta acabou e agora só nos resta arregaçar as mangas e trabalhar; mas em quê?
Não importa: A verdade é que o mês tem 30 dias mas o dinheiro só nos dura 10. Não saiam das casas dos vossos pais; é o conselho que eu dou: Lá pelo menos há refeições quentes e uma cama quentinha. Ah! E não é preciso pagar as contas, "o velho paga", casar para quê? Perdeu o juízo. "Pagar renda, água, luz, fazer comida". Não vale a pena, seja sensato: vá namorando, passear é bom, ter um carro para os fins-de-semana e juntar dinheiro para umas férias no Algarve, nada mal.
Imagem original: Portugal no seu melhor.

Os canudos da faculdade são para pendurar na parede, eles representam uma conquista pessoal e não uma posição no mundo dos negócios, para isso é preciso uma boa cunha para entrar numa repartição pública, os concursos favorecem aqueles que as chefias querem e não aos competentes, mas nunca perca a esperança e a fé em Deus, pois só ele e com um pouco de força de vontade da nossa parte poderemos vencer as injustiças sociais.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O P.E.C. e os funcionários públicos

Imagem original: Mais Valias

Os portugueses sempre se queixaram da crise, mas pela primeira vez em 20 anos. Posso dizer que Portugal está começando a entrar na crise.
Um pais que durante anos não aproveitou os dinheiros da UE para criar Empresas e Indústrias, não pode gerar empregos, um país com problemas de rendas baixas de casas, não pode investir no património, um país com taxas e impostos elevados não pode competir com seus vizinhos, e cada vez é mais baixo os ordenados, se os ordenados forem muito baixos, as pessoas não compram e se não compram, o comércio morre.
Como sempre cabe aos pequenos pagarem as dívidas, os verdadeiros trabalhadores da função pública foram penalizados com ordenados congelados, muitos desses empregados já foram vítimas do novo sistema de avaliação o SIADAP, sistema este que penaliza os verdadeiros trabalhadores da função pública e que beneficia os puxa-sacos e as cunhas.
Por causa do Siadap, a maioria dos funcionários só subirão daqui a 10 anos enquanto outros sobem em 4 em 4.
Agora estamos debaixo de medidas duras e se nada for feito, sofreremos algumas alterações na vida social e comercial. No jornal expresso encontramos várias medidas para beneficiar o PEC, entre elas estão estas:

AUMENTAR O IVA, CONGELAR O 13º MÊS

Depois das quatro medidas anteriores estarem assumidas publicamente pelo Governo em nome do Estado português, o Executivo têm de aumentar a taxa do IVA de 20% para 21% e anunciar que este ano o 13º mês de todos os funcionários públicos será pagos através de títulos do Tesouro, que não serão vendáveis antes de três ou cinco anos.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

FMI prevê aumento de desemprego em Portugal

Segundo as previsões do FMI, o crescimento do PIB português em 2010 e 2011 será inferior ao previsto quer pelo Governo quer pelo Banco de Portugal.
O FMI aumentou, esta quarta-feira, a perspectiva para o número de desempregados em Portugal, acreditando que a taxa de desemprego poderá subir para os 11 por cento ainda em 2010 e reviu em baixa o PIB português.
Portugal está seguindo os passos da Grécia, se continuar assim teremos mais desemprego e menos crescimento, segundo a informação de alguns jornais económicos, o demprego pode atingir uma taxa de 11% da população e o crescimento fica muito abaixo das previsões do governo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

25 de Abril

Imagem original de: CINDA PEREIRA



Sabemos que antes do 25 de Abril, os Portugueses viviam num regime de ditadura, esse regime dominou e manipulou toda forma existente de cultura, sobretudo os verdadeiros sentimentos das pessoas que não podiam se expressarem livremente.
Ainda existe muita coisa que não mudou, por exemplo.


Certas situações na justiça, por exemplo prendia pessoas sem provas.

Havia um ditador na política que fazia e acontecia e não dava ouvidos a ninguém.

Na comunicação social, jornais caluniavam as pessoas e inventavam notícias e não acontecia nada e agora?

Na polícia, prendia-se as pessoas, os polícias eram mal formados e hoje em dia?

Ainda bem que muita coisa mudou, se não o que seria de nós?

terça-feira, 16 de março de 2010

O PEC e os portugueses.

Plano de estabilidade e crescimento desacreditado por portugueses.

Aqui em baixo vemos algumas designações da criatividade dos portugueses.

"PEC: Plano de Extermínio dos Contribuintes".

“PEC: O Túmulo da Próxima Geração”

“PEC: Portugueses Estão Condenados”

Curiosidade do PEC:

Algumas das declarações do primeiro-ministro sobre a conjuntura económica:

“A melhor forma de promover a economia e de promover o emprego é com investimento público”.

“Temos uma segurança social completamente reestruturada – em 2005 era considerada de alto risco”.

“Temos hoje uma economia mais eficiente – a nossa balança tecnológica é positiva”.

“O PEC – Programa de Estabilidade e Crescimento vai ser um plano corajoso e frontal” .

“O nosso desafio é, por um lado, crescer, e por outro por as finanças públicas em ordem” .

Resumindo e concluindo.

A classe média fará mais um acto de coragem se sobreviver a mais este “tsunami da economia”.