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domingo, 28 de novembro de 2010

Observe o serviço

Existem serviços que deixam muito a desejar, vivemos uma época muito conturbada, a crise está muito presente em nossas vidas e o comércio tradicional vive momentos difíceis. São poucos os comerciantes que não baixaram os braços, mas acabam por desanimarem e por se encontrarem sós nesta luta.

As grandes superfícies, não têm coração nem sentimentos, não sabem o seu nome e não interessa saber, só em caso de passar um cheque ou abrir um crédito em seu nome é que as informações sobre a vida do cliente começam a interessar, mas mesmo assim a aproximação continua a ser um gelo.

O simpático ou não empregado atende as nossas necessidades, muitas das vezes sem qualquer motivação, para a formação que ele tem, o cliente é apenas o cliente e quanto ao crédito, será assumido pelo sector de crédito, ilibando o vendedor de qualquer dificuldade quanto o pagamento do mesmo.

As grandes superfícies roubam a interacção social que outrora existia no comércio tradicional, oferece conforto, estacionamento, diversão, diversos serviços e corredores de lojas e pronto a comer com clima controlado e com uma aparência limpa.

Tudo está pensado, o principal público é o jovem. A moda. A música e o brilho das marcas e luzes levam-nos a consumir cada vez mais nessas grandes superfícies que acaba passando uma falsa imagem de sucesso.

Quanto ao comércio tradicional, não consegue reagir e as suas ideias estão ultrapassadas assim como os autarcas eleitos que deixaram crescer os arredores das cidades sem nada fazerem para a preservação do mesmo comércio e que a maior parte deles estão perto de monumentos históricos e culturais que não beneficiam e nem cativam o turismo.

Os serviços no antigo comércio, estão caros e na maioria das vezes não oferecem qualidade é o caso dos restaurantes locais. Paga-se muito e come-se pouco e ainda por cima o cliente é atendido muitas das vezes por um empregado sisudo e com maus modos. As contas são outra questão: O cliente muitas das vezes paga o que não comeu.

Aqui na localidade (SANTARÉM) em certos locais, pagamos, pão, azeitonas, manteigas, queijos e até cafés a mais sem serem consumidos, principalmente quando os clientes são famílias ou grupos.

Outra situação são os preços da tabela ou seja o menu externo. Aqui o cliente entra no restaurante seduzido pelo preço externo. Exemplo: Carapaus, dose 6,50 euros e dentro do restaurante está a 7,00 ou 7,50 euros.
Observação: Em alguns casos os trocos em moedas também são inferiores a despesa correspondente.

A maior parte das pessoas não se queixam, limitam-se a falar com os amigos e colegas do sucedido e já não voltam naquele estabelecimento.
No caso das carnes grelhadas, muitas vezes os proprietários dos restaurantes aproveitam-se para passar a carne velha e com alguma deterioração junto com as outras, usando o típico prato: (Fritada mista).

A feijoada, na maioria das vezes, são feitas de enlatados do Continente e Feira Nova e as famosas sopas, entram o famoso caldo de carne ou peixe em cubos, sem falar que aparece também quem sirva sopa de pacote.

É por isto (falta de simpatia e de formação) e por causa de determinados patrões, que empurram comidas e bolos em más condições, que o comércio tradicional está ficando desacreditado.
É preciso pessoas que saibam lidar com pessoas e tratar de pessoas de uma forma simpática e honesta para que esta possa se sentir fidelizada e se sinta bem para voltar, só assim poderemos restabelecer uma ligação de qualidade e humana com o cliente.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Comer em Santarém

Imagem original: gastronomicity
crítica na aldeia

Estamos em época de crise, as camadas sociais médias oscilam, à maioria descende para a pobreza e uma minoria ascende para o lado dos ricos.
Podemos cortar em tudo, menos na comida, mas para comer existem várias alternativas para todos os tipos de bolsos.
PORTAS DO SOL
Começando por bolsos mais abastados que preferem uma clientela mais selectiva e com padrões sociais mais refinados e com bom gosto. Sugiro o "RESTAURANTE PORTAS DO SOL", este restaurante está situado num excelente local ensolarado e fresco, no espaço em que o restaurante está inserido, (dentro das muralhas do castelo) e beneficia de uma maravilhosa vista sobre o "TEJO" e a "LEZÍRIA", e também possui um MUSEU ARQUEOLÓGICO que funciona por baixo do restaurante.
Seu proprietário é o "CHEFE NUNINHO", conhecido assim pelos frequentadores e amigos daquele espaço.
O "NUNINHO", investiu numa comida "GOURMET" de grande qualidade e asseio e ainda possui um excelente serviço de mesa executado por ele e por diversos funcionários simpáticos.

Os empregados de mesa são pessoas formadas na escola de hotelaria, por exemplo à "MARTA", que é uma simpatia no atendimento.
No lado externo do restaurante, pode-se beneficiar de um gostoso espaço aberto e fresco onde está situado um pequeno quiosque de cafés e drinks, onde se pode deliciar-se com as sugestões do "BARMAN", pode-se também planear e marcar um espaço de convívio e escolher uma ementa ou petiscos, quando marcado antecipadamente.
Além do museu digital e as ruínas ali existentes, as crianças encontram dentro dos portões, baloiços e escorrega e uma caixa de areia com uma maqueta de um tractor.

MAIS BARATO E COM QUALIDADE
Dentro do Centro Histórico de Santarém, podemos encontrar numa das travessas que bifurca com a Capelo Ivens, um espaço agradável e económico, muito acessível e com um prato diário bem fornecido e com qualidade.
Sua Dona é de origem Ucraniana, simpática e asseada e fornece uma alimentação equilibrada no que diz respeito ao prato do dia.

Na Capelo Ivens, ainda podemos encontrar o "QUINAS", que fornece mini pratos e francesinhas
como menu alternativo.

Na rua João Afonso podemos encontrar um pequeno café no inicio da rua, que serve sopas e alternativas à um preço acessível e ainda um delicioso café à: 0,50 cêntimos de euro, seus donos são pessoas simples e simpáticas.

No Shoping, encontramos o Frango da Guia, que têm o "HAPPY HOUR", durante estas horas, pode-se tomar uma imperial à 0,50 cêntimos e um café à 0,45 cêntimos.
Como alternativa ao almoço, pode-se comer um mini prato e um sumo ou cerveja de máquina por 3,75 euros.

Agora, quem gosta de comer mais pesado e com qualidade e que queira despender mais alguns euros, dirija-se ao "CHEFE", esta é uma casa de grelhados e naquele estabelecimento não há miséria.