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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O Marketing e os desejos e necessidades

                                                          Ponto de Marketing
O MARKETING É UM PROCESSO INDISPENSÁVEL A QUALQUER ORGANIZAÇÃO.

O Marketing:

É um conjunto de operações que envolve a vida de um produto ou serviço, desde a sua planificação a sua produção até chegar ao consumidor/cliente, satisfazendo suas necessidades e desejos e ainda prestando um bom serviço pós venda, com o objectivo de fideliza-lo.

Da escassez à inflação no mercado o mundo passou por várias mudanças. Mudou o modo como nós nos comportamos perante os produtos que consumimos, passamos a exigir mais qualidade nos diversos tipos de produtos ou serviço que encontramos nos “MERCADOS”.

Hoje comparado a algumas décadas atrás (nós clientes e consumidores), somos mais exigentes com o atendimento e com a qualidade dos produtos ou serviços que consumimos.

As “empresas” também criaram novas estratégias para segurarem os seus clientes, dando mais importância a este. No passado, as empresas tinham pouca concorrência e sabia que o cliente acabaria por voltar, pois havia pouca oferta no mercado, antes vendia-se e pronto. Foi sem dúvida uma grande mudança e um grande salto para a evolução do Marketing.
A concorrência.

Com a revolução Industrial, a evolução dos transportes, a abertura dos mercados e as novas tecnologias, diminuíram o tempo e a burocracia acelerando a competitividade a nível “MUNDIAL”, com este grande intercâmbio, aumentou o nº de ofertas e também o nº de produtos substitutos.

As empresas tiveram que investir em formação e em contratação de pessoas especializadas ou minimamente formadas para atender os clientes, pois uma empresa sem clientes acaba por fechar.

Também foi preciso mexer na legislação para defender a Propriedade Industrial (INPI) e a Propriedade Intelectual, salvaguardando assim os donos das “Marcas e Patentes”.
Surgiram também diversos organismos e instituições de defesa do consumidor, para proteger o cliente e garantir os seus direitos.

Nas faculdades (Universidades) de Marketing e Publicidade têm-se estudado, que o marketing parte da premissa de que se deve definir o público-alvo e descobrir o que esses consumidores querem e daí satisfazer suas necessidades da melhor forma possível.
Junto com o estudo do Marketing, também juntaram-se outras disciplinas ligadas a sociologia, psicologia, geografia, com o intuito de compreender como se comporta o consumidor e o que o motiva a comprar.

É nesta ideia que trabalham os mais bem-sucedidos profissionais do mundo do marketing, de que o cliente não sabe o que quer e tentar perceber o que ele procura.
A tarefa do marketing criar necessidades e desejos no cliente e fornecer produtos e serviços em troca do lucro, pois o marketing facilita o processo de troca.

É a satisfação das necessidades e desejos humanos que está na origem do conceito de marketing.

Por isso tudo e muito mais, fala-se em Marketing como filosofia de gestão.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Calote, um problema Mundial

Há algumas décadas atrás, a palavra do homem valia muito para a sociedade e no meio da comunidade onde este homem estava inserido.

Imagem de: mytorneirinha
Um mau pagador, ficava queimado, desacreditado na comunidade. Nestas épocas, todos os cidadãos que contraiam empréstmos ou pedisse um produto ou usufluisse de algum serviço, tinham a preocupação de honrar os seus compromissos, havia a preocupação de zelo pelo seu bom nome.

Esta qualidade hoje já quase não existe nas pessoas. No nosso dia-a-dia encontramos tanto na vizinhança como em empresários e donos de comércio, caloteiros profissionais. Eles não têm vergonha de continuarem a pedir. Têm sempre uma história triste para contar, mas depois vão aos bares, restaurantes e fazem grandes vidas com o dinheiro dos outros e no dia seguinte passa por ti com uma grande "cara de pau", como se nada fosse.

Estas pessoas vivem as suas vidas à grande e a francesa e passam os problemas delas para os outros. Quando já estão demasiadamente conhecidas, passam a frequentarem outras freguesias. Daí o termo: "Vai pregar p+ara outra freguesia".

O calote, tem sido e é considerado uma praga mundial. Está em todo lugar, afecta empresas, pessoas, famílias, governos, instituições e outros.

Imagem de: advivo
Seus efeitos são destrutíveis como perdas de amizades e famílias, provocando falências e, em alguns casos extremos, implicando até mesmo em morte de algum dos envolvidos no drama dos empréstimos.

Sendo o calote uma prática tão corriqueira, é pouco provável que exista alguém que não tenha sido vítima de um. Vejamos: e você? Já levou algum calote? Como você reagiu a isso? Ficou indignado, ou partiu para a briga? Não seria melhor se você tivesse procurado, desde o início, evitar esse calote?

Acredito que não é preciso explicar o que seja o calote. Mas, mesmo assim, vamos lá: o calote é a falta de pagamento, quer seja de empréstimos em dinheiro ou pelos serviços ou produtos vendidos.

Então, vamos perguntar novamente: alguém lhe deve dinheiro e não pagou? Você prestou algum serviço e não recebeu por ele? Sua empresa vendeu algum produto e até hoje nada de receber? É, pelo que vejo, está na hora de se prevenir para evitar problemas futuros.

Vamos dar-lhes algumas dicas para você evitar, ou ao menos reduzir os calotes em sua empresa. Preste bastante atenção.

Antes de emprestar seu tão suado dinheiro, seja precavido. Faça algumas perguntas a si mesmo e procure levantar informações sobre que lhe pede o empréstimo:

Essa pessoa tem o hábito de pedir dinheiro emprestado? Ela cumpre com suas obrigações básicas, tais como pagamento de aluguel, luz, telefone, etc?

É uma pessoa responsável no trabalho? Tem muitas dívidas? Ela ficaria aborrecida se eu pedisse um fiador? A pessoa aceitaria assinar um contrato com as condições e formas de pagamento do empréstimo?

As respostas a essas perguntas podem ser de grande ajuda para você evitar levar um calote. E lembre sempre que, em caso de dúvidas, você não deve emprestar o dinheiro, pois será grande a chance de perder essa quantia, bem como esse “amigo” que lhe pede o empréstimo.

Texto original e completo em: portalmie

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Portugueses estão mais fragilizados no trabalho

crítica na aldeia Imagem de: espacodois

Despedimentos: Indemnizar vai ficar mais barato
De acordo com o "CORREIO DA MANHÃ"
O Governo propôs esta segunda-feira que, em vez dos actuais 30 dias de indemnização por cada ano de trabalho, passe a ser dado ao trabalhador 20 dias por cada ano em caso de despedimento e ainda estabelece o limite máximo de 12 meses.



Analizando esta notícia que se encontra no Jornal diário do C.M., podemos ter a noção da calamidade que se abate sobre Portugal,

Estamos perante situações grávissimas de desespero de famílias inteiras e da sobrecarga com apoios solidários, sociais e instituições solidárias cada vez mais sobrecarregadas.

No desemprego, encontramos nºs desempregados muito abaixo da realidade, cuja preocupação do governo é reduzir o nº de pessoas para ficar bem na estatistica.


A conversa plantada pelas entidades do emprego são sempre a mesma: Os portugueses não querem trabalhar, mas cada caso é um caso.

Se me derem um ordenado mínimo na porta de casa, onde eu não tenha que gastar com transportes e alimentação, eu aceito imediatamente.



Agora se me dão um ordenado mínimo para ir para Lisboa ou outro sítio distante, já não é assim. Uma deslocação até ao Hospital Santa Maria, fica em cerca de quase 300,00 euros por mês e são cerca de 1:30 de tempo até lá chegar, ou seja mais 3:00 horas por dia fora as 08:00 horas de serviço. Isso se não houver azar e não contabilizando a hora de almoço.



Podemos dizer que vida familiar não há nenhuma, isso eu digo por causa da conversa do Governo que diz que os portugueses têm poucos filhos.



Outra situação é o almoço, nem todas as empresas têm um fogão ou frigorifico para facultar ao empregado e um homem não pode e nem deve comer sandes todos os dias.



Agora com a facilidade e com a limitação das imndenizações por tempo de serviço que se pretende implantar em Portugal, vai ser maravilhoso para as grandes empresas que finalmente poderão por na rua homens com 30 anos de serviço. Ou seja: "DEMASIADO NOVO PARA A REFORMA E DEMASIADO VELHO PARA O MERCADO DE TRABALHO", e assim o futuro desses trabalhadores que muito descontaram para a reforma terão direito com um pouco de sorte à uma recompensa futura de 200,00 euros de reforma, depois de ficarem um tempo sem qualquer rendimento para viverem.

Resta saber se esta lei são para os novos contractos, ou abrange os contractos antigos também.






domingo, 28 de novembro de 2010

Observe o serviço

Existem serviços que deixam muito a desejar, vivemos uma época muito conturbada, a crise está muito presente em nossas vidas e o comércio tradicional vive momentos difíceis. São poucos os comerciantes que não baixaram os braços, mas acabam por desanimarem e por se encontrarem sós nesta luta.

As grandes superfícies, não têm coração nem sentimentos, não sabem o seu nome e não interessa saber, só em caso de passar um cheque ou abrir um crédito em seu nome é que as informações sobre a vida do cliente começam a interessar, mas mesmo assim a aproximação continua a ser um gelo.

O simpático ou não empregado atende as nossas necessidades, muitas das vezes sem qualquer motivação, para a formação que ele tem, o cliente é apenas o cliente e quanto ao crédito, será assumido pelo sector de crédito, ilibando o vendedor de qualquer dificuldade quanto o pagamento do mesmo.

As grandes superfícies roubam a interacção social que outrora existia no comércio tradicional, oferece conforto, estacionamento, diversão, diversos serviços e corredores de lojas e pronto a comer com clima controlado e com uma aparência limpa.

Tudo está pensado, o principal público é o jovem. A moda. A música e o brilho das marcas e luzes levam-nos a consumir cada vez mais nessas grandes superfícies que acaba passando uma falsa imagem de sucesso.

Quanto ao comércio tradicional, não consegue reagir e as suas ideias estão ultrapassadas assim como os autarcas eleitos que deixaram crescer os arredores das cidades sem nada fazerem para a preservação do mesmo comércio e que a maior parte deles estão perto de monumentos históricos e culturais que não beneficiam e nem cativam o turismo.

Os serviços no antigo comércio, estão caros e na maioria das vezes não oferecem qualidade é o caso dos restaurantes locais. Paga-se muito e come-se pouco e ainda por cima o cliente é atendido muitas das vezes por um empregado sisudo e com maus modos. As contas são outra questão: O cliente muitas das vezes paga o que não comeu.

Aqui na localidade (SANTARÉM) em certos locais, pagamos, pão, azeitonas, manteigas, queijos e até cafés a mais sem serem consumidos, principalmente quando os clientes são famílias ou grupos.

Outra situação são os preços da tabela ou seja o menu externo. Aqui o cliente entra no restaurante seduzido pelo preço externo. Exemplo: Carapaus, dose 6,50 euros e dentro do restaurante está a 7,00 ou 7,50 euros.
Observação: Em alguns casos os trocos em moedas também são inferiores a despesa correspondente.

A maior parte das pessoas não se queixam, limitam-se a falar com os amigos e colegas do sucedido e já não voltam naquele estabelecimento.
No caso das carnes grelhadas, muitas vezes os proprietários dos restaurantes aproveitam-se para passar a carne velha e com alguma deterioração junto com as outras, usando o típico prato: (Fritada mista).

A feijoada, na maioria das vezes, são feitas de enlatados do Continente e Feira Nova e as famosas sopas, entram o famoso caldo de carne ou peixe em cubos, sem falar que aparece também quem sirva sopa de pacote.

É por isto (falta de simpatia e de formação) e por causa de determinados patrões, que empurram comidas e bolos em más condições, que o comércio tradicional está ficando desacreditado.
É preciso pessoas que saibam lidar com pessoas e tratar de pessoas de uma forma simpática e honesta para que esta possa se sentir fidelizada e se sinta bem para voltar, só assim poderemos restabelecer uma ligação de qualidade e humana com o cliente.