Aumento de famílias problemáticas e desestruturadas é uma nova preocupação. Com este grande problema social aumentam à criminalidade e a violência doméstica. Este aumento da pobreza deve-se em parte à queda da classe média. |
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A intervenção social é uma área de apoio e actuação que têm aumentado em proporções alarmantes principalmente devido ao problema da globalização, das más gestão dos governos e do esforço e sacrifícios das famílias de classe média que aguentam as duas classes; No caso à classe rica que têm vários meios de fuga ao fisco (contorno) e das classes menos favorecidas que são cada vez mais eminentes. Estas classes não têm nada no nome delas e acabam obrigatoriamente por terem direitos as ajudas da Segurança Social e beneficiam do rendimento mínimo. É claro quem desconta para tudo isso é a classe média. Esta classe é aquela que é mais penalizada. A designação classe média surgiu com o capitalismo e compõem-se de pessoas trabalhadoras que adquiriram bens e meios para terem um padrão de vida e de consumo razoáveis, dentro destas pessoas estão os profissionais liberais e os pequenos comerciantes. Lembramos que no passado, a chamada nobreza, tinham terras, títulos e castelos, mas não tinham dinheiro; Pois, os senhores da nobreza não trabalhavam e quem tinha o dinheiro era a classe média. Para que houvesse uma mudança, fez-se uma troca. Deu-se títulos aos donos do dinheiro através de casamentos com os nobres e estes deram-lhe dinheiros e meios de subsistência. Hoje a classe média já não detêm à riqueza e tende a desaparecer. Hoje: A classe média está desaparecendo devido as grandes superfícies e devidas as cargas fiscais exageradas (tributação sobre bens) exercidas sobre elas. O limiar entre esta classe e os pobres é mínimo. Um azar, uma empresa que fecha, um mal investimento, leva rapidamente esta classe ao desaparecimento e à integração dela nas camadas mais pobres. Quando esta classe vai desaparecendo, maior vão se tornando os problemas sociais. A vergonha e a exclusão social levam famílias (classe média), á vergonha, violência doméstica, drogas, bebidas e por fim ao crime. Por isso, os problemas sociais nunca mereceram tanta atenção e investimento como nos últimos anos, consequência directa do aumento de famílias desempregadas, carenciadas e desestruturadas, mas também dos casos de dependência de substâncias ilícitas e de álcool, situações de violência doméstica, negligência de menores e um maior fluxo de famílias imigrantes. A conclusão disso é um efeito dominó. Quem é rico está cercado de pessoas que orientam suas riquezas de forma à não pagarem quase nada, entre elas estão bons conselheiros como: Banqueiro, Contabilistas e bons gestores que além de pouparem o dinheiro dos clientes, ainda os ensinam a aumentá-lo. Sendo assim resta a Classe Média, que devido os negócios e os bens em nome próprio, não conseguem fugir. E ainda por cima sofrem concorrência desleal, pois não têm apoios. É o que acontece exactamente as grandes superfícies comerciais, beneficiam de todos tipos de benefícios e na hora de pagarem impostos, apresentam despesas. E por causa disso vão crescendo outros tipos de ajudas ao próximo. Vão surgindo novas associações e muitos trabalhos de voluntariado. Imagem original: molninja As dívidas das famílias vão aumentando, as necessidades são muitas e variadas e os meios físicos e humanos limitados, mas a determinação em ajudar é suficiente para mobilizar uma equipa de técnicos, assistentes sociais, psicólogos, advogados, ajudantes de lar, sociólogos, animadores e formadores em torno de objectivos bem definidos, muitos dos quais se encontram desempregados e trabalham como voluntários somente com as ajudas de transporte e alimentação. Muitos deles estão à espera de algum subsídio (ordenado) através da segurança social. |
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Famílias problemáticas
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
VIVO EM SANTARÉM
É IMPRESSIONANTE COMO AS PESSOAS CONTINUAM PARADAS NO TEMPO.
DESDE QUE RESOLVI FAZER VIDA EM SANTARÉM,ISSO JÁ LÁ VÃO QUASE 17 ANOS, SEMPRE ME IMPRESSIONOU A FORMA COMO AS PESSOAS DA CIDADE VIVIAM E VIVEM.
Tenho certeza que as outras cidades não são muito diferentes desta.
Uma das coisas mais aflitivas é a disponibilidade dos mais velhos, na sua maioria aposentados. Essas pessoas estão vivas e sóbrias, mas não aproveitam o seu tempo útil, são incapazes de lerem um livro ou mesmo um jornal.
A nossa cidade de Santarém têm 2 salas de leituras e acesso gratuito a Internet, mas pode-se contar pelos dedos o nº de idosos que passam por lá.
Estes idosos, antes preferem perseguir filhos e netos e outros familiares, difamar e caluniar, e apontar defeitos ao próximo.
Infelizmente essas pessoas trabalharam muito, na sua maioria pouparam muito e passaram privações e já não conhecem outras formas de serem felizes, durante a trajectória das suas vidas, trabalharam para o dinheiro e não fizeram o dinheiro trabalhar para eles.
Estas pessoas, não melhoraram culturalmente, e nem investiram em qualquer meio cultural.
Estas pessoas, não criaram amizades e na sua maioria também não foram solidárias com nada, acumularam bens como: Dinheiros, casas e monos que se estão a estragar, trancados em salas e armários bolorentos que há anos não vêem a luz do sol.
DESDE QUE RESOLVI FAZER VIDA EM SANTARÉM,ISSO JÁ LÁ VÃO QUASE 17 ANOS, SEMPRE ME IMPRESSIONOU A FORMA COMO AS PESSOAS DA CIDADE VIVIAM E VIVEM.
Tenho certeza que as outras cidades não são muito diferentes desta.
Uma das coisas mais aflitivas é a disponibilidade dos mais velhos, na sua maioria aposentados. Essas pessoas estão vivas e sóbrias, mas não aproveitam o seu tempo útil, são incapazes de lerem um livro ou mesmo um jornal.
A nossa cidade de Santarém têm 2 salas de leituras e acesso gratuito a Internet, mas pode-se contar pelos dedos o nº de idosos que passam por lá.
Estes idosos, antes preferem perseguir filhos e netos e outros familiares, difamar e caluniar, e apontar defeitos ao próximo.
Infelizmente essas pessoas trabalharam muito, na sua maioria pouparam muito e passaram privações e já não conhecem outras formas de serem felizes, durante a trajectória das suas vidas, trabalharam para o dinheiro e não fizeram o dinheiro trabalhar para eles.
Estas pessoas, não melhoraram culturalmente, e nem investiram em qualquer meio cultural.
Estas pessoas, não criaram amizades e na sua maioria também não foram solidárias com nada, acumularam bens como: Dinheiros, casas e monos que se estão a estragar, trancados em salas e armários bolorentos que há anos não vêem a luz do sol.
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