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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Geração “MORANGOS com AÇÚCAR”.

Beleza jovem
Imagem de displayfashion
Geração “MORANGOS com AÇÚCAR”.

Hoje no noticiário da TVI, deu uma reportagem sobre a insatisfação dos jovens com o seu corpo.

A maioria dos insatisfeitos são do sexo feminino e recorrem à cirurgia estética, neste caso a Mamoplastia. Este é um novo fenómeno que começa a tomar conta dos jovens portugueses.

De acordo com os especialistas, alguns designam esta nova geração por geração “MORANGOS COM AÇÚCAR”.

Os jovens já começam a procurar este tipo de correcção a partir dos 12 aos 17 anos, sendo a sua maioria entre os 13 aos 14 anos.

Os rapazes mais obesos, também procuram a diminuição da mama, sendo esta o impedimento de tirarem a t-shirts na praia ou em frente o público. Os colegas e vizinhos têm o hábito de gozarem com este tipo de situação e isto impede que esses rapazes enfrentem as pessoas devido a se sentirem diminuídos na sua integridade física e psicológica.

Segundo os depoimentos, algumas dessas jovens, procuram mais com o intuito de aumentarem o peito (mamas), por que acham suas mamas menos atraentes do que outras amigas que têm esta glândula mamária mais desenvolvidas, portanto mais atraentes e chamativas.

Eu pensei que estas situações, muitas das quais “NARCISISTAS” fossem originárias de países como a América do sul. Infelizmente isto constitui um grave problema, os jovens não aprendem a enfrentar as suas vidas com as armas que Deus lhes deu.

Muito desses jovens são operados antes dos 17 anos, o que não é recomendado pelos médicos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os Jovens não querem trabalhar?

crítica na aldeia Imagem original: odeioervilhas
Agora virou moda: Não querem trabalhar, Não gostam de trabalhar?
Existem pessoas que gostam de classificar assim os jovens é uma forma mais suave de dizer vagabundo.

Pessoas com sorte na vida, pessoas que conseguiram bons empregos no estado através de cunhas, pois se fosse assim somente por concurso, não passavam, mas são arrogantes e cospem para o ar, cospem no prato que já comeram, pois muitas destas pessoas se não fossem as influências do paizinho ou do padrinho, até hoje não trabalhariam, pois para a limpeza, supermercados e fábricas a ganhar salário mínimo, isso é que não.
Mas hoje elas enchem a boca e dizem que os desempregados não passam de Subsídiodependêntes". (sociologiaemfoco)

Infelizmente este é um fenómeno que está muito presente em Santarém, Portugal e na nossa sociedade desde há alguns anos, mas que se tem vindo a agravar devido não só à crise económica mas também ao aumento da taxa de desemprego.

Aqui em Santarém, existem muitos estudantes que concluíram o curso e tentaram se estabelecer por meio de subsídios muitos dos quais à fundo perdido. Não há nada de novo se não fosse o facto de esses ex-estudantes serem filhos de empresários e comerciantes bem sucedidos e portadores de grandes e recheadas contas bancárias, nas quais mais de metade do dinheiro ganho pela porta do cavalo, ou seja: Sem factura.

Devemos entender e considerar que nós somos todos contribuintes de um sistema social temos o direito a usufruir de determinados benefícios económicos por parte do Estado quando assim se justificar (for preciso), ou por uma situação de desemprego, doença, ou outra que possa impossibilitar a nossa sobrevivência sem o recurso a estes subsídios, mas devemos estar conscientes também de que vivemos numa sociedade, ou seja num complexo conjunto em que deve haver equilíbrio e bom senso nas atitudes que são tomadas face a este mesmo conjunto.

Não podemos esquecer, que a omissão da verdade e a corrupção que envolve todo o sistema seja de baixo ou de cima, prejudica gravemente o país. A falta de uma fiscalização honesta e competente, também agrava o nosso sistema social, prejudicando as reformas e os direitos futuros de cada cidadão.

Mas o que se tem observado são situações de subsidio-dependência por parte de alguns grupos que pensam que têm direito a usufruir de subsídios de todo o tipo sem produzir absolutamente nada nem se preocuparem minimamente em contribuir para o sistema macro, ou seja para a sociedade, não procuram emprego, esperam que seja o Instituto de emprego a encontrá-lo, acumulam inúmeras desculpas para não aceitarem as sugestões de emprego deste mesmo instituto, crescendo assim um certo “parasitismo social” que lesa gravemente a nossa economia.

Devo acrescentar que assim como o desempregado, os patrões também estão na mesma, todos querem subsídios e dinheiros do desemprego para empregarem os trabalhadores, no caso de empregar deficientes, para os patrões têm sido um bom negócio. Através dos fundos de apoio as condições de trabalho para pessoas com deficiência, “eles” até têm ganho dinheiro com o negócio. Outra forma de lucrar é o caso do primeiro emprego, mais um subsídio.

Infelizmente não é só o empregado que é culpado, os patrões consideram velho pessoas com 30 anos e com 35 e só querem na sua maioria pessoas que estejam a receber do desemprego e também convêm ao IEFP despachar aqueles que estejam a receber. Por outro lado, uma pessoa com 50 ou mais anos é velha para trabalhar e nova demais para se reformar.

O Estado também é culpado, pois ele dá subsídios para pessoas sãs. Existem uma infinidade de artistas agarrados aos subsídios, por exemplo: Em Santarém, existem indivíduos novos a receberem subsídios de inserção social e a noite trabalham em bares e discotecas sem descontarem ou declararem os rendimentos.
Outros corromperam médicos para falsas declarações e estão trabalhando e recebendo subsídios de incapacidade e depois ainda ganham mais dinheiro a trabalhar em cafés sem declarar.

Sem falar no pessoal de “etnias”, recebem, mendigam, vendem nas feiras, possuem carros e não declaram nada.
Ainda há os patrões, muito deles donos de cafetaria, pagam um ordenado aos empregados, mas não descontam para a segurança social deles, não pagam seguros, férias ou subsídio de Natal.

Além da fuga ao fisco que é comum ao comércio, ainda têm a agravante de terem muitas pessoas a trabalharem na clandestinidade e não são estrangeiros, mas portugueses. Muitos deles trabalham á anos e dão a cara todos os dias no balcão de atendimento.
É extremamente necessário que estas pessoas se consciencializem de que é legitimo usufruir dos subsídios que reivindicam na Segurança Social, mas ainda mais importante é não se deixarem encostar à sociedade que continua a batalhar para que o sistema funcione como um “todo organizado”, para que não se torne numa política injusta e até deseducativa para as gerações vindouras.

Hoje em dia, ouvimos constantemente que o jovem não quer trabalhar, o jovem não gosta de trabalhar, mas ninguém fala das condições de trabalho que é proposto a este jovem, ninguém fala das horas à mais que certas empresas obrigam ele a trabalhar e sem mais renumeração por isso, não falam dos abusos por parte dos patrões, dos ordenados que não são pagos a tempo e horas.

O jovem levou uma tarja de mau trabalhador e muitas das vezes o entrevistador do centro de emprego não se preocupa em saber as suas condições sociais por exemplo: Têm família? Têm filhos? Têm com quem ficar os seus filhos? É natural que quem têm família precisa de sogros, avós, tempos livres para ocupar os filhos de maneira a que os pais possam trabalhar ou então os país têm que trabalhar o mais próximo possível da sua área de residência de maneira a proteger e apanhar o ou os filhos no horário estipulado. Existem pais que não têm família por perto para ficarem com os filhos.

Outra situação é: O salário mínimo, 475 euros.
Antes de chamar uma pessoa para preencher uma vaga de emprego, devemos fazer contas, por exemplo: Santarém à Lisboa, deslocação até ao comboio, comboio e metro, por mês fica em mais de 300 euros e sem falar na comida. Eu pergunto quem quer trabalhar assim e trazer por mês cento e poucos euros para casa, você trabalharia para aquecer? Qual é o futuro de alguém que trabalha à uma hora e meia de viagem da sua residência, mesmo que o ordenado com subsídio refeição atingisse o valor de 650,00 euros.

Isto são daquelas coisas que não são ditas. Eu pessoalmente já fui explorado muitas vezes, já trabalhei sem descontar para a segurança social, numa conhecida loja da cidade, já fiz entre 2 à 4 hora a mais por dia sem receber estas horas e sem almoço ou jantar, tendo eu um ordenado mínimo e tendo que almoçar todos os dias na rua e as vezes jantar. Resultado: Trazia limpos para casa pouco mais de 70,00 euros. E a minha saúde, como é que fica? Minha vida pessoal? Familiar? E ainda o meu patrão ia me pedir para mais tarde eu ficar com um telemóvel onde eu teria que ficar a disposição fins-de-semana e 24 horas por dia e sujeito a uma gratificação que ele entendesse.

Resumindo e concluindo: Isso ninguém quer saber, pois para o Estado e para muitos funcionários somos apenas números a eliminar, a começar por aqueles que recebem subsídios.

crítica na aldeia
lockyourmind (imagem original)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Perfeição "CIRÚRGICA"

Imagem original de: protesesilicone
sexo poder fé e religião
Os jovens estão sempre Insatisfeitos com a aparência, alguns dos adolescentes brasileiros e portugueses buscam cada vez mais o narcisismo (orgulho vaidade extrema) e para isso procuram cada vez mais os cirurgiões plásticos, para atingir a perfeição, este defeito de maneira geral está associado a "LUXÚRIA", que segundo os estudiosos dos assuntos espirituais; Foi o primeiro a aparecer e é o último ego a morrer, constitui o pior pecado dos 7 capitais.
No Brasil, o público entre 14 a 18 anos já representa 13% das 629 mil intervenções ocorridas por ano no país, segundo uma pesquisa feita na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) realizada com 3.533 profissionais de cirurgia, entre Setembro e Dezembro de 2008.
Isto é um nº muito elevado de jovens insatisfeito com o seu corpo, a maioria das cirurgias são de implantes mamários, quando devia ser apenas cirurgia correctivas para corrigir problemas.
A mulher brasileira de maneira geral, são mulheres com traseiros rebitados e torneados, são mulheres quentes e muito femininas mas os seus seios são pequenos ou médios e muito bem feitos.
Nestes últimos anos, ter peito grande entrou na moda, provavelmente influência dos americanos. Como brasileiro tenho pena que as nossas lindas mulheres estejam perdendo as suas heranças genéticas e que estejam alterando os ricos predicados que Deus lhes deu.
Caso não saibam, não há nada melhor do que é natural e do quer ser natural.
Turbinar os seios: É uma expressão que se tornou natural no Brasil, para muitas jovens, acham que um peito grande e bonito eleva a alto estima. Já que começou a mexer no meu peito Sr. Dr. aproveita e vê o que a cirurgia pode fazer pela minha “BUNDA”. É assim e depois torna-se um vício e todos os defeitos inerentes a vida sedentária, acham que é caso de cirurgia.
Pelo que se têm observado no Brasil, cada vez é maior à procura, os especialistas atribuem o aumento a novas técnicas, a redução de preços devido a competitividade, transformações e novas tendências psicológicas e físicas, típicas da fase de transição e de grande influência da televisão.
As cirurgias mais procuradas pelos adolescentes brasileiros são a rinoplastia (de nariz), mamoplastia redutora (diminuição das mamas), mamoplastia de aumento (prótese de silicone), lipoaspiração, correcção de orelhas (otoplastia) e ginecomastia (correcção do volume das mamas masculinas).
Portugal não é diferente: Estas situações também aqui acontecem, mas é fechado á sete chaves, excepto os famosos. Muitas operações são feitas na vizinha Espanha por causa dos preços e do sigilo. Além dessas operações, também fazem engrossar os lábios, aumentar e engrossar o pénis e estreitar vaginas. No fundo, tudo isso faz parte do nosso psicológico é a insegurança pessoal de cada um.
Aqui fica um aviso para os curiosos.
Este tema pertence ao: diariodepernambuco.
Os padrões estabelecidos pela TV, cinema e revistas também são citados como influências para os mais novos optarem por intervenção cirúrgica. "Bombardeados por uma série de informações, os adolescentes não querem ser diferentes dos que exibem corpo perfeito. É preciso estar consciente dos riscos e se submeter aos procedimentos invasivos só em casos necessários", orienta o cirurgião plástico Ognev Cosac, presidente da SBCP do DF. A SBCP proíbe que profissionais divulguem fotos do pré e pós-operatório. "Os resultados podem não ser os mesmos ", diz o cirurgião Múcio de Castro. "Somos médicos, não artistas".

sábado, 22 de novembro de 2008

AQUI HÁ GATO

Graças a Deus que existem pessoas lutadoras, pessoas como a Sofia e a sua equipe.
Sofia é uma professora de arte dramática que construiu e luta por desenvolver o seu espaço.
Pessoas como ela é que fazem algo por esta terra; porque se ela desse ouvidos aos da terra, já teria sido derrotada antes mesmo de começar.
Parabéns Sofia.

NOITE DAS BRUXAS NO AQUI HÁ GATO.



AQUI HÁ GATO, É UM ESPAÇO FANTÁSTICO EM SANTARÉM.
Este espaço ajuda a desenvolver toda a criatividade e coordenação motora da criança.
Existe neste espaço, toda uma série de trabalhos manuais diversificados, que ajudam a puxar pela criatividade da criança; e também as histórias fantásticas contadas pela Sofia.
Por lá passam actores, animadores, palhaços, fantoches, teatro e muito mais.



terça-feira, 11 de novembro de 2008

VIVO EM SANTARÉM

É IMPRESSIONANTE COMO AS PESSOAS CONTINUAM PARADAS NO TEMPO.
DESDE QUE RESOLVI FAZER VIDA EM SANTARÉM,ISSO JÁ LÁ VÃO QUASE 17 ANOS, SEMPRE ME IMPRESSIONOU A FORMA COMO AS PESSOAS DA CIDADE VIVIAM E VIVEM.

Tenho certeza que as outras cidades não são muito diferentes desta.

Uma das coisas mais aflitivas é a disponibilidade dos mais velhos, na sua maioria aposentados. Essas pessoas estão vivas e sóbrias, mas não aproveitam o seu tempo útil, são incapazes de lerem um livro ou mesmo um jornal.

A nossa cidade de Santarém têm 2 salas de leituras e acesso gratuito a Internet, mas pode-se contar pelos dedos o nº de idosos que passam por lá.

Estes idosos, antes preferem perseguir filhos e netos e outros familiares, difamar e caluniar, e apontar defeitos ao próximo.

Infelizmente essas pessoas trabalharam muito, na sua maioria pouparam muito e passaram privações e já não conhecem outras formas de serem felizes, durante a trajectória das suas vidas, trabalharam para o dinheiro e não fizeram o dinheiro trabalhar para eles.

Estas pessoas, não melhoraram culturalmente, e nem investiram em qualquer meio cultural.
Estas pessoas, não criaram amizades e na sua maioria também não foram solidárias com nada, acumularam bens como: Dinheiros, casas e monos que se estão a estragar, trancados em salas e armários bolorentos que há anos não vêem a luz do sol.