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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

OE 2012. Misericórdia do Porto prevê aumento de pedidos para comer, vestir e habitação | iOnline

OE 2012. Misericórdia do Porto prevê aumento de pedidos para comer, vestir e habitação iOnline
O provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto vê com "muita apreensão" a retirada de poder de compra aos portugueses e aumento da carga fiscal, alertando que vão aumentar pedidos de ajuda para comer, vestir e habitação social.
Tempos dificeis avizinham-se. É hora de parar e pensar e se possivel livrar-se das dívidas.

sábado, 7 de maio de 2011

Rotundas em Santarém construídas sem projecto nem concurso

Quando queremos fazer uma obra, tudo e mais alguma coisa nos é pedido, vejam aqui o mau exemplo dos nossos dirigentes.

Sociedade

Veja esta notícia completa e original em O MIRANTE.


Câmara de Santarém não tem enquadramento legal para pagar obras feitas no mandato do socialista Rui Barreiro

Rotundas em Santarém construídas sem projecto nem concurso.


Obras foram concluídas pouco antes das eleições em que Moita Flores conquistou a câmara ao socialista Rui Barreiro.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Ir de férias

As férias sabem sempre bem, principalmente se temos dinheiro para elas.
Existem férias e férias. A maioria das pessoas não tem férias de qualidade e com qualidade.
As férias são para descansarmos a nossa mente e o corpo físico.
É com as férias que recarregamos as nossas energias e pensamos nas coisas que realmente são importantes nas nossas vidas.
Estar de férias e não conseguir aproveitar o momento é cada vez mais o dia-a-dia dos portugueses, pois cada vez há mais pessoas a levarem problemas para as férias, sobretudo dívidas.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Portugueses endividados

Imagem original: jornalmudar



As famílias portuguesas estão cada vez estão mais endividadas e cortam nas coisas mais importantes para a sobrevivência, preferem sustentarem os vícios da tecnologia em vez da saúde.
A alimentação e os medicamentos são os principais alvos de corte nos gastos das famílias portuguesas em crise, que continuam contudo a sustentar bens mais supérfluos, como carros, telemóveis ou televisão por cabo.
A visão de alguns portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro é que os portugueses não têm juízo. Eles criticam os portugueses que vivem em Portugal por causa do consumismo desenfreado e sem lógica.
Na opinião desses “emigrantes”, os portugueses tornaram-se consumistas e já não sabem viver sem os supérfluos e quando cortam nas despesas, cortam nos bens essenciais, assim como na alimentação e nos medicamentos.
Segundo esses emigrantes, os portugueses vivem acima das possibilidades reais. “Como é possível ver um português ter um carro igual a um Francês ou Alemão e mesmo ao de um inglês”, sabendo que o ordenado mínimo nacional é metade em Portugal comparando com os outros? Já nem vamos falar das taxas tributárias que em Portugal é um absurdo comparado aos dos nossos vizinhos Europeus.
Este tipo de situação aqui descrito é igualmente uma realidade por toda a Europa, mas a culpa disso é mais uma economia com base no consumo que no progresso social!
As pessoas têm que mudar de mentalidades, elas não devem ficar à espera de milagres, porquê daqui para frente será sempre pior principalmente para aqueles que não querem fazer sacrifícios e não querem mudar suas formas e maneiras de viver.
Para que uns ganhem muito bem outros devem ganhar mal, para que alguns sejam muitos ricos outros devem ser pobres. Sempre foi assim desde os primórdios da humanidade, porque o homem é um animal racional e têm como objectivo principal obter para si e para a sua família, segurança e reserva de bens, para que nunca faltem, mesmo que isto implique pisar umas cabeças e sacrificar outros seres humanos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Famílias problemáticas

Aumento de famílias problemáticas e desestruturadas é uma nova preocupação. Com este grande problema social aumentam à criminalidade e a violência doméstica.
Este aumento da pobreza deve-se em parte à queda da classe média.
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A intervenção social é uma área de apoio e actuação que têm aumentado em proporções alarmantes principalmente devido ao problema da globalização, das más gestão dos governos e do esforço e sacrifícios das famílias de classe média que aguentam as duas classes; No caso à classe rica que têm vários meios de fuga ao fisco (contorno) e das classes menos favorecidas que são cada vez mais eminentes. Estas classes não têm nada no nome delas e acabam obrigatoriamente por terem direitos as ajudas da Segurança Social e beneficiam do rendimento mínimo. É claro quem desconta para tudo isso é a classe média. Esta classe é aquela que é mais penalizada.

A designação classe média surgiu com o capitalismo e compõem-se de pessoas trabalhadoras que adquiriram bens e meios para terem um padrão de vida e de consumo razoáveis, dentro destas pessoas estão os profissionais liberais e os pequenos comerciantes.

Lembramos que no passado, a chamada nobreza, tinham terras, títulos e castelos, mas não tinham dinheiro; Pois, os senhores da nobreza não trabalhavam e quem tinha o dinheiro era a classe média.
Para que houvesse uma mudança, fez-se uma troca. Deu-se títulos aos donos do dinheiro através de casamentos com os nobres e estes deram-lhe dinheiros e meios de subsistência.
Hoje a classe média já não detêm à riqueza e tende a desaparecer.

Hoje: A classe média está desaparecendo devido as grandes superfícies e devidas as cargas fiscais exageradas (tributação sobre bens) exercidas sobre elas. O limiar entre esta classe e os pobres é mínimo.

Um azar, uma empresa que fecha, um mal investimento, leva rapidamente esta classe ao desaparecimento e à integração dela nas camadas mais pobres.

Quando esta classe vai desaparecendo, maior vão se tornando os problemas sociais. A vergonha e a exclusão social levam famílias (classe média), á vergonha, violência doméstica, drogas, bebidas e por fim ao crime.

Por isso, os problemas sociais nunca mereceram tanta atenção e investimento como nos últimos anos, consequência directa do aumento de famílias desempregadas, carenciadas e desestruturadas, mas também dos casos de dependência de substâncias ilícitas e de álcool, situações de violência doméstica, negligência de menores e um maior fluxo de famílias imigrantes.

A conclusão disso é um efeito dominó. Quem é rico está cercado de pessoas que orientam suas riquezas de forma à não pagarem quase nada, entre elas estão bons conselheiros como: Banqueiro, Contabilistas e bons gestores que além de pouparem o dinheiro dos clientes, ainda os ensinam a aumentá-lo.

Sendo assim resta a Classe Média, que devido os negócios e os bens em nome próprio, não conseguem fugir. E ainda por cima sofrem concorrência desleal, pois não têm apoios. É o que acontece exactamente as grandes superfícies comerciais, beneficiam de todos tipos de benefícios e na hora de pagarem impostos, apresentam despesas.

E por causa disso vão crescendo outros tipos de ajudas ao próximo. Vão surgindo novas associações e muitos trabalhos de voluntariado.
Imagem original: molninja
As dívidas das famílias vão aumentando, as necessidades são muitas e variadas e os meios físicos e humanos limitados, mas a determinação em ajudar é suficiente para mobilizar uma equipa de técnicos, assistentes sociais, psicólogos, advogados, ajudantes de lar, sociólogos, animadores e formadores em torno de objectivos bem definidos, muitos dos quais se encontram desempregados e trabalham como voluntários somente com as ajudas de transporte e alimentação. Muitos deles estão à espera de algum subsídio (ordenado) através da segurança social.




segunda-feira, 14 de junho de 2010

Agora é que a crise chegou em Portugal

Imagem original de: direitoeconomia

Falou-se tanto de crise durante anos, mas agora é para valer.
Vamos pagar pela corrupção, pela falta de fiscalização e pelo dinheiro mau investido da União Europeia.
Infelizmente a maior parte dos dinheiros da União Europeia, estão investidos no Brasil e Angola e em bancos como os de Luxemburgo.
A Indústria, à agricultura não desenvolveram, não foram criados mais empregos, vivemos uma faixada durante anos, e bons projectos apresentados por pessoas sinceras e honestas para o desenvolvimento de negócios no país não foram aprovados por estas não fomentarem a corrupção.
Eu gostava de ver, se o governo exigisse os dinheiros de volta e que as pessoas em questão dissessem que tiveram que dar um dinheirinho alí outro acolá para receberem os montantes da UE.
Acredito que centenas ou mesmo um milhar de pessoas metidas nos serviços, corriam o risco de perderem seus empregos ou então seria tudo abafado.
Tanta gente comprou jipes, terrenos, casas de praia, vivendas e etc. E o investimento no terreno? Onde é que está? Cadê? Mais empregos, onde? Formação profissional sem saída? Cursos profissionais para trabalhar aonde?
São perguntas sem respostas, são montes de interrogações??? Sem respostas.

Falemos de assuntos mais sérios.
Enquanto o mercado financeiro vive a instabilidade causada pela crise das dívidas públicas na União Europeia, uma bomba de efeito retardado está armada para explodir em parte dos 27 países do bloco: o endividamento privado. Em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Itália e Grécia, a soma das dívidas contraídas nos anos 1990 e 2000 por famílias e empresas varia entre 130% e 255% do Produto Interno Bruto (PIB), expondo o sistema financeiro ao risco das falências privadas.
A advertência mais recente para o problema foi feita pela agência de classificação de risco Fitch Ratings, em seu último relatório sobre a Espanha. A análise do risco, entretanto, não é nova. Dados do Escritório Estatístico das Comunidades Europeias (Eurostat) relativos a 2008 já alertavam para a dimensão do perigo instalado na economia no bloco.
Naquele ano, a dívida acumulada das famílias e das empresas em Portugal atingia 255% do PIB, um recorde continental. Na Espanha, o total representava 220% das riquezas do país. Desde então, esses números não sofreram alterações significativas. No Reino Unido, o endividamento está na casa de 185%. Na França, o volume de dívidas de companhias e famílias chega a 159% do PIB, à frente de países tidos como menos rigorosos, como Itália (138%) e Grécia (130%).
As informações são do jornal: O Estado de S. Paulo.