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terça-feira, 10 de março de 2015

Euromilhões, impostos injustos num pais de desempregados


Em Portugal, os portugueses são sempre a fonte de rendimento do Estado, este por sua vez não deve ter conhecimento do que é viver com um dos ordenados mínimos mais baixos da Europa, ou seja 505,00 euros e o mais grave é que também somos os que mais pagamos impostos de alto valor e os direitos são cada vez menores, seja na educação ou na saúde.




Os mais punidos pela tributação são os pequenos e médios comerciantes e os proprietários que chegam a pagar "alguns" mais de 50% dos seus rendimentos ao Estado sem qualquer retorno ou protecção jurídica ou social, aqui nestes grupos encontramos o pagamento por conta, o IMI e a tributação de IRS sobre os senhorios que é de 28%. Os resultados desta política é o aumento de desempregados, prédios, património históricos e culturais ao abandono e a caírem.

Ao contrário do que se diz, o aumento de desemprego continua crescente, o abandono de licenciados e a debandada de doutorados para outros países ainda é fluente e o nosso governo diminui as estatísticas com cursos fomentados com dinheiros europeus que nada servem aos desempregados. Neste momento estes cursos são chamados de "ocupação" onde o desempregado sobrevive com 4,27 euros do subsídio de refeição. Quanto ao IEFP, este apaga muitos dos nomes da sua listagem para favorecerem a estatística que diz diminuir o desemprego. Não compreendo, porquê o IEFP não utiliza os "mails" para enviar mensagens aos desempregados em vez de milhares de cartas que custam balúrdios aos contribuintes e não chegam ao seu destino, ou por mudanças de endereços ou por erros dos carteiros, mais isso não importa: A solução não é arranjar empregos para as pessoas mais sim diminuir a lista dos desempregados apagando simplesmente o nome daquele que consta na lista ou enviando-os para cursos sem futuro. 


Outra situação são as empresas de trabalho temporário uma grande praga que caiu sobre o "Zé Povinho". Estes são parasitas que vivem dos ordenados dos trabalhadores, se o IEFP fosse competente, estas empresas parasitas não existiriam em tão grande quantidade. Para quem não sabe, estas empresas todo mês metem no bolso uma parcela do salário do trabalhador que em vez de receberem "por exemplo" 650,00 euros recebem 505,00 euros, pois a empresa paga o ordenado estipulado e eles contratam por menos, isto é desmotivante e existe muita gente enriquecendo a custa dos desempregados, já parece uma Máfia que fica com um montante do ordenado dos estrangeiros em Portugal.

Como se não bastasse, a esperança do povo está nas raspadinhas, euromilhões e outros jogos e não no trabalho, mas mesmo assim o "Zé" é explorado com impostos ilegais. Vejam bem:
Tirado de: jogo

Este último ganhador do Euromilhões, vai ficar sem 20 milhões (20%) dos 100 milhões que ganhou. Estes 20 milhões ficam retidos como imposto do selo ao abrigo do artigo 206.º da lei 66-B/2012, de 31 de Dezembro que integra o orçamento do Estado para 2013.
Este imposto foi criado "COMO AJUDA FINANCEIRA" INTERESSES DA TROIKA E COMO SABEM ESTE PERÍODO JÁ ACABOU HÁ MUITOS MESES ATRÁS, mas esta imposição legal não foi revogada.
Sendo assim, o povo paga dois impostos.

Euromilhões, Lotaria nacional, Jocker, Totoloto e Totobola

Na esfera dos apostadores individuais estes “jogos” são tributados, em sede de Imposto do Selo, à taxa de 4,5%, sobre o preço de venda da respectiva aposta, não havendo lugar a tributação, em sede de IRS. 

Segundo me parece, este era um caso a ser julgado. 

Um abraço do Saraiva. 

Obs: Parte deste texto pode ser visto no Jornal 1X2 de 10/03/2015 na página 18.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Portugal em desiquilibrio

Esta notícia sobre o desequilibro português não é nenhuma novidade, já que os portugueses vivem assim desde o 25 de Abril e os mais jovens desta geração ainda não viram um Portugal equilibrado e nem sei se verá.
Num país tão pequeno é impressionante o desequilíbrio existente e todo este desnível provém do "Estado" e das mais decisões que se toma.

Quando falamos de corrupção nos países Africanos e Sul-americanos, devíamos todos morder a própria língua, embora o desvio sucessivo de dinheiros públicos sem uma justa causa seja um grande crime público, Portugal está seriamente em desvantagem em relação aos países de língua e expressão portuguesa. Veja que a maioria, "senão todas" (as) dos países (ex-colônias) portuguesas estão envolvidas em corrupção em grande escala, porém qualquer país de língua portuguesa engole Portugal em tamanho e em população,muitas vezes.
Onde eu quero chegar é que um país tão pequeno como Portugal consegue ter mais deputados e funcionários públicos de alto escalão a receberem ordenados a partir de 2.000,00 euros até dezenas de milhares.

Se olharmos o gráfico no dia de hoje publicado nos jornais, observamos a verdade escondida. Apesar de milhares de portugueses terem emigrado daqui para fora e milhares de estrangeiros também deixado este país, o desemprego continua a aumentar apesar de dezenas de milhares de pessoas estarem em ocupados com cursos de formação do IEFP, CENFIM, e outras empresas do ramo que captam fundos da UE para enriquecimento próprio e em troca nos dão um diploma para pendurarmos nas paredes da casa de banho, pois as empresas a que nos candidatamos ao emprego, nem sequer olham para estes anexos do Curriculum "VITAE" e quando olham, ficam desconfiados. Já existem desempregados com mais de 60 cursos tirados nestas entidades, para eles os 4,27 euros dia de subsídio de almoço já é o seu ordenado e a sua profissão é "CURSEIRO".

Voltando ao assunto de hoje; "Os Jornais", o gráfico mostra que o governo arrecadou milhões em impostos, mas devido aos sucessivos aumento destes e não mais impostos devido a abertura de empresas, pois estas fecharam mais de 40% o que reflete em mais de 50% menos impostos ou seja IRC (O IRC é a sigla de Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, este imposto é aplicado ao rendimento das empresas a trabalhar em Portugal).

 E agora além das empresas que davam lucros, estamos também vendendo Portugal: No futuro, os novos portugueses terão olhos de asiáticos e falarão mandarim, pois se os chineses quando eram pobres e  tinham muitos filhos, imaginem eles ricos a ocuparem o nosso Portugal.

 Imagem: http://alpendredalua.blogspot.pt/


Resumindo: Apesar do povo português ter um dos salários europeus mais baixos, de ter os impostos mais altos da comunidade UE, de ter menos direitos aos bens de necessidade como a saúde, o ensino no que diz respeito a isenção das taxas, livros e medicamentos entre outros, também temos excessos de Fundações, excessos de acumulações de reformas com salários no privado, excesso de grandes ordenadões e mordomias na nossa política e seus representantes e excesso de políticos e é aqui que somos maiores que Angola, Brasil, Moçambique e outros, porquê Portugal encaixa-se entre estes países e não na União Europeia, somos pequenos mais desviamos dinheiro como os grandes e depois sacrifica-se o povo. 
Consequências: aumento da criminalidade, desertificação, abandono escolar, pobreza escondida e crescente e policias mau pagas para manter a ordem neste país.


Imagem de:  http://octopedia.blogspot.pt/

Deixo aqui a notícia que originou todo este texto.
Portugal sob vigilância de Bruxelas Comissão Europeia critica contas de Portugal.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/portugal_sob_vigilancia_por_parte_de_bruxelas.html
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/portugal_sob_vigilancia_por_parte_de_bruxelas.html

Também pode ver em 2014 a notícia de que Portugal "vigiado" por desequilíbrios  Macroeconômicos. 
http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/portugal_entre_16_paises_da_ue_alvo_de_vigilancia_por_desequilibrios_macroeconomicos.html
Portugal sob vigilância de Bruxelas Comissão Europeia critica contas de Portugal. Por Pedro H. Gonçalves Janeiro de 2015 foi o terceiro melhor de sempre ao nível da receita fiscal e não houve défice mas um excedente orçamental de 549 milhões de euros. Dados da Execução Orçamental que não convencem, contudo, Bruxelas. A Comissão Europeia colocou Portugal sob vigilância apertada por "desequilíbrios excessivos", apontando o dedo à elevada dívida e ao desemprego.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/portugal_sob_vigilancia_por_parte_de_bruxelas.html
Portugal é um dos 16 Estados-membros da União Europeia que "necessita de análises minuciosas" à acumulação e à correção dos desequilíbrios macroeconómicos, segundo identificou esta sexta-feira a Comissão Europeia, no seu "relatório de mecanismo de alerta". Portugal integra a lista de países que Bruxelas vai seguir atentamente, juntamente com Bélgica, Bulgária, Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Croácia, Hungria, Holanda, Roménia, Eslovénia, Finlândia, Suécia e Reino Unido, na primeira vez em que é incluído neste exercício, que visa identificar precocemente potenciais desequilíbrios que possam comprometer o desempenho das economias nacionais, da zona euro ou da UE no seu todo, já que antes estava sob programa de assistência. "No contexto da integração de Portugal no ciclo de vigilância normal da UE, a Comissão considera útil examinar os riscos envolvidos, numa análise aprofundada para avaliar se existem desequilíbrios", indicou hoje o executivo comunitário, que aponta como motivos de preocupação a posição "muito negativa" de investimento internacional do país e os níveis elevados de dívida pública, dívida privada e desemprego.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/portugal_entre_16_paises_da_ue_alvo_de_vigilancia_por_desequilibrios_macroeconomicos.html
Portugal é um dos 16 Estados-membros da União Europeia que "necessita de análises minuciosas" à acumulação e à correção dos desequilíbrios macroeconómicos, segundo identificou esta sexta-feira a Comissão Europeia, no seu "relatório de mecanismo de alerta". Portugal integra a lista de países que Bruxelas vai seguir atentamente, juntamente com Bélgica, Bulgária, Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Croácia, Hungria, Holanda, Roménia, Eslovénia, Finlândia, Suécia e Reino Unido, na primeira vez em que é incluído neste exercício, que visa identificar precocemente potenciais desequilíbrios que possam comprometer o desempenho das economias nacionais, da zona euro ou da UE no seu todo, já que antes estava sob programa de assistência. "No contexto da integração de Portugal no ciclo de vigilância normal da UE, a Comissão considera útil examinar os riscos envolvidos, numa análise aprofundada para avaliar se existem desequilíbrios", indicou hoje o executivo comunitário, que aponta como motivos de preocupação a posição "muito negativa" de investimento internacional do país e os níveis elevados de dívida pública, dívida privada e desemprego.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/portugal_entre_16_paises_da_ue_alvo_de_vigilancia_por_desequilibrios_macroeconomicos.html
Portugal é um dos 16 Estados-membros da União Europeia que "necessita de análises minuciosas" à acumulação e à correção dos desequilíbrios macroeconómicos, segundo identificou esta sexta-feira a Comissão Europeia, no seu "relatório de mecanismo de alerta". Portugal integra a lista de países que Bruxelas vai seguir atentamente, juntamente com Bélgica, Bulgária, Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Croácia, Hungria, Holanda, Roménia, Eslovénia, Finlândia, Suécia e Reino Unido, na primeira vez em que é incluído neste exercício, que visa identificar precocemente potenciais desequilíbrios que possam comprometer o desempenho das economias nacionais, da zona euro ou da UE no seu todo, já que antes estava sob programa de assistência. "No contexto da integração de Portugal no ciclo de vigilância normal da UE, a Comissão considera útil examinar os riscos envolvidos, numa análise aprofundada para avaliar se existem desequilíbrios", indicou hoje o executivo comunitário, que aponta como motivos de preocupação a posição "muito negativa" de investimento internacional do país e os níveis elevados de dívida pública, dívida privada e desemprego.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/portugal_entre_16_paises_da_ue_alvo_de_vigilancia_por_desequilibrios_macroeconomicos.html
Informação consta do "relatório de mecanismo de alerta" da Comissão Europeia. Portugal é um dos 16 Estados-membros da União Europeia que "necessita de análises minuciosas" à acumulação e à correção dos desequilíbrios macroeconómicos, segundo identificou esta sexta-feira a Comissão Europeia, no seu "relatório de mecanismo de alerta". Portugal integra a lista de países que Bruxelas vai seguir atentamente, juntamente com Bélgica, Bulgária, Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Croácia, Hungria, Holanda, Roménia, Eslovénia, Finlândia, Suécia e Reino Unido, na primeira vez em que é incluído neste exercício, que visa identificar precocemente potenciais desequilíbrios que possam comprometer o desempenho das economias nacionais, da zona euro ou da UE no seu todo, já que antes estava sob programa de assistência. "No contexto da integração de Portugal no ciclo de vigilância normal da UE, a Comissão considera útil examinar os riscos envolvidos, numa análise aprofundada para avaliar se existem desequilíbrios", indicou hoje o executivo comunitário, que aponta como motivos de preocupação a posição "muito negativa" de investimento internacional do país e os níveis elevados de dívida pública, dívida privada e desemprego.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/portugal_entre_16_paises_da_ue_alvo_de_vigilancia_por_desequilibrios_macroeconomicos.html
Informação consta do "relatório de mecanismo de alerta" da Comissão Europeia. Portugal é um dos 16 Estados-membros da União Europeia que "necessita de análises minuciosas" à acumulação e à correção dos desequilíbrios macroeconómicos, segundo identificou esta sexta-feira a Comissão Europeia, no seu "relatório de mecanismo de alerta". Portugal integra a lista de países que Bruxelas vai seguir atentamente, juntamente com Bélgica, Bulgária, Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Croácia, Hungria, Holanda, Roménia, Eslovénia, Finlândia, Suécia e Reino Unido, na primeira vez em que é incluído neste exercício, que visa identificar precocemente potenciais desequilíbrios que possam comprometer o desempenho das economias nacionais, da zona euro ou da UE no seu todo, já que antes estava sob programa de assistência. "No contexto da integração de Portugal no ciclo de vigilância normal da UE, a Comissão considera útil examinar os riscos envolvidos, numa análise aprofundada para avaliar se existem desequilíbrios", indicou hoje o executivo comunitário, que aponta como motivos de preocupação a posição "muito negativa" de investimento internacional do país e os níveis elevados de dívida pública, dívida privada e desemprego.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/portugal_entre_16_paises_da_ue_alvo_de_vigilancia_por_desequilibrios_macroeconomicos.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mail de um revoltado

Ontem recebi este "emílio", posso dizer que é bem crítico e o cidadão que o escreveu deve estar bem revoltado com o caos em que vivemos.
Devo dizer que infelizmente o resultado de tudo o que estamos a sofrer é fruto de corrupção feita por sucessivos governos e agora perdemos a nossa liberdade para a TROIKA e o FMI, que no momento dita as regras que temos que obedecer. Esperemos dias melhores e que algun s senhores sejam obrigados a pagarem pelos desvios que levaram Portugal a beira do abismo.

Tradução do discurso de Passos Coelho ontem Fechem-se em casa. Se tiverem a sorte de ter uma casa ou de conseguir pagar a renda de uma casa que nunca vai ser vossa. Não se mexam para não gastarem energias que podem vir a precisar depois para trabalhar. Quanto mais se mexerem mais fome terão e sede. Evitem comer e beber, principalmente beber, porque vamos aumentar os impostos até sobre as bebedeiras. Nunca vão comer a restaurantes, nunca saiam para se divertir, nunca mas nunca vão de férias. Saiam de casa apenas e só para ir trabalhar (de preferência vão a pé), sejam produtivos apesar de completamente desmotivados, esforcem-se por agradar aos patrões para não serem despedidos, ainda que vos peçam coisas que nada têm a ver com as vossas funções, ainda que vos maltratem, ainda que vos obriguem a trabalhar horas extra sem receber nada por isso, ainda que sejam explorados e estejam a recibos verdes (com patrão), ainda que sejam licenciados e estejam a receber o mesmo que um trabalhador sem formação, ainda que vos batam com um pau. Aceitem tudo para não serem despedidos porque se vocês não quiserem há mais 100 ou 200 escravos prontos para fazerem o mesmo que vocês ou ainda mais por menos ordenado. E os subsídios de desemprego... já se sabe, vão ser menores e por menos tempo... ninguém quer ir para o desemprego só porque não aceitou limpar os sapatos ao patrão com a língua, pois não? Portem-se com juízo, sejam cordeirinhos, aceitem tudo. Não comprem música, arte, não vão a museus, não visitem exposições, não comprem livros, não vão passear pelo campo: tudo isso são gastos desnecessários, ninguém morre por não ter acesso à cultura. Não comprem prendas de Natal, nem de aniversário, nem de nada. Toda a agente vai perceber porque eles próprios também não têm dinheiro para as comprar. Não mimem os vossos filhos com um doce sequer, porque depois vão ter de ir ao dentista com eles e isso, já se sabe, vai-vos ficar caro. Aliás, estamos todos proibidos de adoecer, de engravidar, de partir uma perna ou espirrar sequer. O Estado não tem orçamento para baixas médicas, subsídios de maternidade e ainda suportar as despesas de saúde das pessoas que decidiram que tinham de nascer em Portugal. Que azar termos nascido em Portugal, daqui para a frente não devia de nascer mais ninguém em Portugal! Ouviram casais jovens que pensam em ter filhos? Esqueçam isso, só vos vão dar mais despesas e preocupações... e se são daqueles que fumam (mais) por terem preocupações, esqueçam isso também: o imposto sobre o tabaco (que dá lucro ao Estado, mesmo depois de pagar todas as despesas com a saúde dos fumadores) também vai aumentar e quando virem o preço vão perceber porque é nos maços está a avisar que "fumar pode aumentar o risco de ataques cardíacos". Finalmente se já forem velhinhos, se trabalharam toda a vida para sustentar este ser virtual e egocêntrico que se chama Estado, que tudo vos pede e nada vos dá, se a única alegria que têm na vida é ir nas excursões do turismo sénior (esqueçam, esqueçam o turismo sénior...) ou dar uma notita aos vossos netos no Natal para ver um sorriso a nascer de quem nasceu de vós, dêm graças ao Alzeimer porque só ele vos pode ajudar a esquecer a merda de país em que "escolhemos" nascer. Até sempre.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O Governo aumenta os impostos em 2011.

O Governo aumenta os impostos em 2011.

Com mais impostos e menores salários, o povo português é obrigado a reaprender a viver e fazer melhor uso do dinheiro.

Apertar o cinto já se torna uma frase banal. Durante anos, muitas pessoas diziam, que viveram sempre na crise, mas a verdade é que a crise pode estar apenas no começo.

Com o aumento dos impostos, electricidade, gás, água, combustíveis, produtos diversos, alimentação, perda de poder de compra e baixa de ordenados, o povo vai ter menos poder de compra e menos hipóteses de fazer uma poupança.

O desemprego vai continuar aumentando e os cortes nas ajudas sociais vão baixar os rendimentos das famílias.

As empresas, terão muitos agravamentos (subidas) de impostos e menos benefícios fiscais, devido as disposições do Orçamento do Estado.

Para agravar a situação, as taxas de juro na Zona Euro, provavelmente vão aumentar no meio do ano se o BCE subir o preço do dinheiro.

As medidas de austeridade para o Orçamento do Estado 2011, não são medidas fáceis consistem em planos e estratégias de redução de despesas e aumento das receitas para a consolidação orçamental e redução do défice, caso Portugal não conseguir cumprir os seus objectivos, poderá ficar a mercê do FMI e da EU, tendo como solução, o financiamento de avultados montantes de dívida pública e arranjar empréstimos à banca em grande quantidade.

Se assim for, o sistema financeiro, continuará sobre grande pressão e dependente de credores.

É preciso ter confiança nos mercados e no país, só assim poderá Portugal ganhar confiança e respeito na banca e resolver os problemas de liquidez.



Dezembro 30 de 2010

A. Saraiva

Imagem original. rouxinol de Bernardim

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

NEGÓCIO DA CHINA

imagem original: mobilepedia
crítica na aldeia

Nestes últimos 15 anos à Europa, foi invadida pelos produtos "Made in China" se tornaram sinónimo de má qualidade. Na Espanha, a polícia apreendeu somente em Julho último 700 mil tubos de pasta de dente importados da China, nos quais foi detectada uma substância tóxica, usada normalmente em produtos anticongelantes (notícia mais antiga).

Casos como este que aborda produtos da China, vêm se repetindo em várias regiões do mundo. As autoridades chinesas revidam as acusações, apontando para a parcela de responsabilidade das multinacionais.

Portugal é um desses países importadores. E foram estes produtos de baixos custos de materiais e fabrico duvidosos que fecharam algumas milhares de lojas em Portugal e por toda a Europa, estas lojas tinham produtos devidamente identificados e pagavam impostos, sem falar que no fabrico desses produtos, não eram envolvidos mão-de-obra infantil.


A verdade é que à maioria das grandes empresas multinacionais ocidentais usam a China para fabricar seus produtos. Somente a Alemanha importou, em 2006, mercadorias no valor aproximado IMPOSTOS,de nada menos que 50 bilhões de euros. Uma clara opção pelo rápido e barato. No entanto, a qualidade de muitos desses produtos se mostra ruim ou acaba-se descobrindo que eles são produzidos em fábricas que ignoram padrões ambientais ou regras trabalhistas.

Confesso que compro alguns produtos Chineses e posso dizer com certeza que estes produtos são alternativos e de pouca dura.

Infelizmente quando compramos um produto numa loja chinesa, não temos garantia de nada e eles não querem proceder à troca.

As ferramentas, muitas delas, constituem um perigo de vida para o profissional da construção civil é o caso das macetas, chaves de fendas, martelos entre outros, sem falar nas brocas e serras.

Muitas dessas ferramentas partem-se e dividem-se com facilidade na hora da aplicação de força em superfícies duras.

As roupas e calçados têm um visual moderno e um preço apelativo, mas na hora do uso, seus materiais mostram produtos sintéticos e irrespiráveis que provocam desconforto e aquecimento é o caso dos sapatos e sandálias.

Algumas sandálias, partem-se com facilidade os metais que ligam as tiras, revelando muitas vezes um arame banhado em inox e de fraca resistência, o interior onde supostamente está colado e fixado as tiras, num belo dia de calor descola-se tudo e acabamos por ficar descalço.

As sapatilhas (Tênis), não aguentam a dureza do dia a dia, qualquer competição ou jogo ou mesmo uma ginástica mais puxada, revela logo fraqueza na estrutura do calçado.

As roupas, na sua maioria não possuem um corte Europeu, caso as pessoas não experimentem, acabam por descobrir em casa o quanto assenta mal no traseiro, sem falar que no caso das calças JEANS (GANGA), os tecidos são mais finos do que é o habitual. Já agora podemos ver que entre muitas das roupas expostas, escondem roupas contrafeitas de marcas conhecidas.

Nos brinquedos, encontramos produtos tóxicos e com cheiros esquisitos sem falar em plásticos quebradiços (que soltam lascas).

Quantos aos electrodomésticos, encontramos uma grande diversidade e entre eles temos. Rádios, aparelhos digitais, jogos electrónicos, computadores, microondas, batedeiras, trituradoras, leitor de DVD, aeromodelismo e até televisões de pequena dimensão.

O visual é bonito, mas a diferença de preço não é muito grande em relação as ofertas das grandes superfícies.

O pior é:

Quem troca este produto?

Quais são as garantias?

Caso troque, quanto tempo demora vir outro?

Com quem posso reclamar?

Você arriscaria comprar um desses produtos eléctricos à um chinês?

Quanto aos iphone, mp3, mp4 e outros artigos, encontrei um importador brasileiro que fazia as vendas desses produtos à um preço bastante baixo em relação ao mercado. A sua forma de trabalho era o pagamento adiantado e o prazo de entrega de 30 dias, à mercadoria era enviada directamente à morada do cliente pela empresa chinesa e os riscos do não funcionamento do produto ficava por conta do cliente.

Posso dizer que ele ganhou muito dinheiro, mas ficou queimado no mercado, acabando por se retirar.

Este é apenas a ponta do “ICEBERG”, se dermos uma volta pela Internet, encontraremos uma enorme fonte de informação negativa sobre produtos “Made in China) e também compreenderemos como foi que a economia na China cresceu.

Realmente foi um "Negócio da China".

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Portugal é mais caro

imagem original. altohama

Em Portugal é mais caro que:
Portugal tem o segundo gasóleo mais caro da União Europeia.
Segundo as informações da "I". O preço sem impostos do gasóleo em Portugal foi, na terceira semana de Agosto, o segundo mais caro da União Europeia a 27. E esta situação dura desde o início de Agosto, há três semanas consecutivas. Só a Grécia pratica um valor mais alto, de acordo com os dados mais recentes, relativos a 23 de Agosto, da Direcção-Geral de Energia da União Europeia. O preço sem impostos é da responsabilidade da indústria petrolífera e é o melhor indicador para avaliar a competitividade de um mercado face aos congéneres europeus, excluindo a carga fiscal.

Em Portugal é mais caro que:

Portugal, o país onde é mais caro comprar um iPhone 4.
Segundo a revista exame. A Optimus anunciou que o iPhone 4 vai ser €70 mais caro do que o iPhone 3GS, o que significa que Portugal vai ser um dos países onde é mais caro comprar o novo telemóvel da Apple.


Resumindo e concluindo, Portugal além de uma alta tributação sobre quase tudo e de poucos benefícios para o cidadão, também é conhecido pelos autos preços praticados no mercado nacional.