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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Portugal tem os genéricos mais baratos - Especiais - DN

Portugal tem os genéricos mais baratos - Especiais - DN
Portugal tem os genéricos mais baratos em comparação com Espanha, França, Itália e Grécia, os quatro países que nos servem de referência para a fixação dos preços de medicamentos. A maior diferença (0,31 euros) registada é com a Grécia. Esta uma das conclusões do estudo da consultora Premivalor, divulgado ontem e que analisou as 70 moléculas com maior peso em Portugal.

Em Portugal, o preço dos genéricos tem registado algumas baixas. A última das quais, de 30%, entrou em vigor em Outubro. A diminuição do preço dos genéricos leva à diminuição da comparticipação do Estado em medicamentos de marca, uma vez que esta é calculada tendo em conta o preço do genérico mais caro.

Espanha vende medicamentos m,ais baratos


Medicamentos mais baratos em Espanha
Os portugueses que moram num raio entre 50 a 100 km de Espanha preferem comprar os seus medicamentos lá.

As vantagens são que os preços praticados do outro lado da fronteira são a metade do que é praticado em Portugal. Segundo uma entrevista passada na televisão, compra-se medicamentos sem perguntas e sem receita médica. Poupa-se assim o dinheiro da consulta e a perda de tempo nos hospitais e centros de saúde.

Já agora, já que se vai comprar remédios em Espanha, porquê não aproveitar e comprar a botija de gás e encher o depósito do carro.

A diferença na poupança da compra desses produtos, já dá para almoçar fora com toda a família e ainda cobre as despesas do passeio e do lanche em Espanha.

E viva a Espanha que está melhorando a sua economia a fornecer produtos e serviços muito mais baratos que em Portugal.

Espanha vende mais barato os medicamentos

Medicamentos mais baratos em Espanha

Os portugueses que moram num raio entre 50 a 100 km de Espanha preferem comprar os seus medicamentos lá.

As vantagens são que os preços praticados do outro lado da fronteira são a metade do que é praticado em Portugal. Segundo uma entrevista passada na televisão, compra-se medicamentos sem perguntas e sem receita médica. Poupa-se assim o dinheiro da consulta e a perda de tempo nos hospitais e centros de saúde.

Já agora, já que se vai comprar remédios em Espanha, porquê não aproveitar e comprar a botija de gás e encher o depósito do carro.

A diferença na poupança, já dá para almoçar fora com a família.

E viva a Espanha que está melhorando a sua economia a fornecer produtos e serviços muito mais baratos que em Portugal.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quem fala inglês morre mais depressa!!!


Este é mais um daqueles mails fantásticos que me mandaram esta semana.
ENSINAMENTO IMPORTANTE
Gorduras, vinho e sexo!
Sobre as GORDURAS

No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos, é menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Em compensação, na França consomem-se muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA....

Sobre o VINHO
Na Índia, bebe-se pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Imagem de:divinoguia

Em compensação, na Espanha bebe-se muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA....

Sobre o SEXO
Na Argélia, f*d*-se muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Em compensação, no Brasil f*d*-se muuuuuito e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA......


CONCLUSÃO LÓGICA:

Beba, coma e f*d* à vontade pois o que mata é falar inglês!

Eu já não falo mais inglês! Tu faz o que quiseres...

sábado, 25 de setembro de 2010

Negócios de caracóis.


negócios de caracóis

Negócios de caracóis.

À maior parte dos caracóis continuam, vindo de "MARROCOS", existem empresários portugueses que facturam mais de 1.000.000,00 (um milhão de euros) anuais com estes pequenos invertebrados.

Esta espécie "marroquina de caracóis", não merece a concorrência portuguesa, devido os baixos preços de comercialização e também lembramos que esta espécie de caracóis marroquinos, são mais vorazes sexualmente e aliado ao clima de Marrocos a sua reprodução é mais rápida.

Os caracóis portugueses são maiores, mas menos reprodutivos, mas também são mais saborosos na confecção.

A maior parte deste gastrópode que é fornecido aos restaurantes e cafés do nosso país, não são devidamente controlados e não se sabe ao certo se são saudáveis ou se trazem com eles algum químico anti predadores.

Este é um óptimo negócio para fomentar em Portugal e também para criar legislação através de associações próprias para o efeito.
Portugal pode competir contra os preços mais baixos da concorrência se apostar na qualidade e na saúde do consumidor.
Dizem os conhecedores que o caracol "DO RIBATEJO" é mais saboroso devido ao clima e as pastagens.

PS.
Por outro lado, há criadores marroquinos que dizem que são feitas regularmente análises sanitárias para garantir a qualidade dos animais. Transportados vivos até Portugal. Eles são transportados em camiões frigoríficos.
Dizem que os caracóis são fiscalizados pelas autoridades sanitárias em Tanger e em Algeciras (Espanha).
Resta-nos acreditar que sim, mas existem dúvidas por parte de muitos consumidores, que são chegados aos importadores. Alguns compradores acham estranho que alguns fornecedores trazem os caracóis sem qualquer rótulo, origem nem definições.
Até o momento, parece que ninguém sofreu qualquer envenenamento ou teve que fazer uma lavagem ao estômago.


"É PRECISO PROTEGER OS RECURSOS"
A apanha de caracóis nos campos foi há muito ultrapassada pelas importações de países como Espanha, Marrocos ou Tunísia. Hélder Spínola, líder da associação ambientalista Quercus, diz que as espécies que vivem em meio selvagem que são comercializadas em Portugal não garantem a sustentabilidade do mercado. “O Estado deveria proteger os recursos naturais, como é o caso do caracol, com mais cuidado. Não existe fiscalização desta actividade em Portugal e era importante que isso acontecesse. Não há limites em relação às quantidades que podem ser apanhadas.”

Spínola alerta ainda para o risco da contaminação dos animais por pesticidas: “Há muito pouca informação sobre o uso de químicos nos campos.”

Quanto ao comerciante de caracóis em Portugal, está sujeito á muitos factores que podem ou não aumentarem o lucro.
O caracol está disponível no mercado nos meses de MAIO, JUNHO, JULHO e AGOSTO. No inicio o preço de mercado é mais baixo e com hipóteses de negociar preço e quantidade, no último mês a produção já está em baixa e a oferta é menor, isto faz com que os preços aumentem para todos e acaba por pesar no bolso do cliente final.
Por sua vez, as chuvas nestes meses, é bom para o caracol, mas é mau para quem vende, pois afasta os clientes.




Existem vários preços praticados no mercado e a ideia não é levar muito caro, mas fazer o cliente tomar uma boa quantidade de bebidas frescas, no caso à “IMPERIAL”.
negócios de caracóis
Imagem original: madeinportugal

Normalmente, o comprador paga a quantia de 2,50 euros o quilograma de caracóis e vende o pratinho na casa dos 3,00 aos 3,50 euros e à travessa 5,00 euros. Podemos dizer que num lugar de passagem, o lucro é fabuloso. Em certas zonas, ainda há outro tipo de negócio, o dono do estabelecimento é abordado pelo cidadão comum, que vende os caracóis aos 2,00 euros o quilo e sem factura, isso aumenta substancialmente o lucro.
O segredo de um bom petisco é sem dúvida o tempero. Existem mais de 1000 maneiras de fazer caracol, mas cada casa têm a sua, sabemos apenas que além dos ingredientes correntes, a malagueta e a água mineral é uma delas, os outros segredos, cabem vocês descobrirem ou inventarem.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Perfeição "CIRÚRGICA"

Imagem original de: protesesilicone
sexo poder fé e religião
Os jovens estão sempre Insatisfeitos com a aparência, alguns dos adolescentes brasileiros e portugueses buscam cada vez mais o narcisismo (orgulho vaidade extrema) e para isso procuram cada vez mais os cirurgiões plásticos, para atingir a perfeição, este defeito de maneira geral está associado a "LUXÚRIA", que segundo os estudiosos dos assuntos espirituais; Foi o primeiro a aparecer e é o último ego a morrer, constitui o pior pecado dos 7 capitais.
No Brasil, o público entre 14 a 18 anos já representa 13% das 629 mil intervenções ocorridas por ano no país, segundo uma pesquisa feita na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) realizada com 3.533 profissionais de cirurgia, entre Setembro e Dezembro de 2008.
Isto é um nº muito elevado de jovens insatisfeito com o seu corpo, a maioria das cirurgias são de implantes mamários, quando devia ser apenas cirurgia correctivas para corrigir problemas.
A mulher brasileira de maneira geral, são mulheres com traseiros rebitados e torneados, são mulheres quentes e muito femininas mas os seus seios são pequenos ou médios e muito bem feitos.
Nestes últimos anos, ter peito grande entrou na moda, provavelmente influência dos americanos. Como brasileiro tenho pena que as nossas lindas mulheres estejam perdendo as suas heranças genéticas e que estejam alterando os ricos predicados que Deus lhes deu.
Caso não saibam, não há nada melhor do que é natural e do quer ser natural.
Turbinar os seios: É uma expressão que se tornou natural no Brasil, para muitas jovens, acham que um peito grande e bonito eleva a alto estima. Já que começou a mexer no meu peito Sr. Dr. aproveita e vê o que a cirurgia pode fazer pela minha “BUNDA”. É assim e depois torna-se um vício e todos os defeitos inerentes a vida sedentária, acham que é caso de cirurgia.
Pelo que se têm observado no Brasil, cada vez é maior à procura, os especialistas atribuem o aumento a novas técnicas, a redução de preços devido a competitividade, transformações e novas tendências psicológicas e físicas, típicas da fase de transição e de grande influência da televisão.
As cirurgias mais procuradas pelos adolescentes brasileiros são a rinoplastia (de nariz), mamoplastia redutora (diminuição das mamas), mamoplastia de aumento (prótese de silicone), lipoaspiração, correcção de orelhas (otoplastia) e ginecomastia (correcção do volume das mamas masculinas).
Portugal não é diferente: Estas situações também aqui acontecem, mas é fechado á sete chaves, excepto os famosos. Muitas operações são feitas na vizinha Espanha por causa dos preços e do sigilo. Além dessas operações, também fazem engrossar os lábios, aumentar e engrossar o pénis e estreitar vaginas. No fundo, tudo isso faz parte do nosso psicológico é a insegurança pessoal de cada um.
Aqui fica um aviso para os curiosos.
Este tema pertence ao: diariodepernambuco.
Os padrões estabelecidos pela TV, cinema e revistas também são citados como influências para os mais novos optarem por intervenção cirúrgica. "Bombardeados por uma série de informações, os adolescentes não querem ser diferentes dos que exibem corpo perfeito. É preciso estar consciente dos riscos e se submeter aos procedimentos invasivos só em casos necessários", orienta o cirurgião plástico Ognev Cosac, presidente da SBCP do DF. A SBCP proíbe que profissionais divulguem fotos do pré e pós-operatório. "Os resultados podem não ser os mesmos ", diz o cirurgião Múcio de Castro. "Somos médicos, não artistas".

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

NEGÓCIO DA CHINA

imagem original: mobilepedia
crítica na aldeia

Nestes últimos 15 anos à Europa, foi invadida pelos produtos "Made in China" se tornaram sinónimo de má qualidade. Na Espanha, a polícia apreendeu somente em Julho último 700 mil tubos de pasta de dente importados da China, nos quais foi detectada uma substância tóxica, usada normalmente em produtos anticongelantes (notícia mais antiga).

Casos como este que aborda produtos da China, vêm se repetindo em várias regiões do mundo. As autoridades chinesas revidam as acusações, apontando para a parcela de responsabilidade das multinacionais.

Portugal é um desses países importadores. E foram estes produtos de baixos custos de materiais e fabrico duvidosos que fecharam algumas milhares de lojas em Portugal e por toda a Europa, estas lojas tinham produtos devidamente identificados e pagavam impostos, sem falar que no fabrico desses produtos, não eram envolvidos mão-de-obra infantil.


A verdade é que à maioria das grandes empresas multinacionais ocidentais usam a China para fabricar seus produtos. Somente a Alemanha importou, em 2006, mercadorias no valor aproximado IMPOSTOS,de nada menos que 50 bilhões de euros. Uma clara opção pelo rápido e barato. No entanto, a qualidade de muitos desses produtos se mostra ruim ou acaba-se descobrindo que eles são produzidos em fábricas que ignoram padrões ambientais ou regras trabalhistas.

Confesso que compro alguns produtos Chineses e posso dizer com certeza que estes produtos são alternativos e de pouca dura.

Infelizmente quando compramos um produto numa loja chinesa, não temos garantia de nada e eles não querem proceder à troca.

As ferramentas, muitas delas, constituem um perigo de vida para o profissional da construção civil é o caso das macetas, chaves de fendas, martelos entre outros, sem falar nas brocas e serras.

Muitas dessas ferramentas partem-se e dividem-se com facilidade na hora da aplicação de força em superfícies duras.

As roupas e calçados têm um visual moderno e um preço apelativo, mas na hora do uso, seus materiais mostram produtos sintéticos e irrespiráveis que provocam desconforto e aquecimento é o caso dos sapatos e sandálias.

Algumas sandálias, partem-se com facilidade os metais que ligam as tiras, revelando muitas vezes um arame banhado em inox e de fraca resistência, o interior onde supostamente está colado e fixado as tiras, num belo dia de calor descola-se tudo e acabamos por ficar descalço.

As sapatilhas (Tênis), não aguentam a dureza do dia a dia, qualquer competição ou jogo ou mesmo uma ginástica mais puxada, revela logo fraqueza na estrutura do calçado.

As roupas, na sua maioria não possuem um corte Europeu, caso as pessoas não experimentem, acabam por descobrir em casa o quanto assenta mal no traseiro, sem falar que no caso das calças JEANS (GANGA), os tecidos são mais finos do que é o habitual. Já agora podemos ver que entre muitas das roupas expostas, escondem roupas contrafeitas de marcas conhecidas.

Nos brinquedos, encontramos produtos tóxicos e com cheiros esquisitos sem falar em plásticos quebradiços (que soltam lascas).

Quantos aos electrodomésticos, encontramos uma grande diversidade e entre eles temos. Rádios, aparelhos digitais, jogos electrónicos, computadores, microondas, batedeiras, trituradoras, leitor de DVD, aeromodelismo e até televisões de pequena dimensão.

O visual é bonito, mas a diferença de preço não é muito grande em relação as ofertas das grandes superfícies.

O pior é:

Quem troca este produto?

Quais são as garantias?

Caso troque, quanto tempo demora vir outro?

Com quem posso reclamar?

Você arriscaria comprar um desses produtos eléctricos à um chinês?

Quanto aos iphone, mp3, mp4 e outros artigos, encontrei um importador brasileiro que fazia as vendas desses produtos à um preço bastante baixo em relação ao mercado. A sua forma de trabalho era o pagamento adiantado e o prazo de entrega de 30 dias, à mercadoria era enviada directamente à morada do cliente pela empresa chinesa e os riscos do não funcionamento do produto ficava por conta do cliente.

Posso dizer que ele ganhou muito dinheiro, mas ficou queimado no mercado, acabando por se retirar.

Este é apenas a ponta do “ICEBERG”, se dermos uma volta pela Internet, encontraremos uma enorme fonte de informação negativa sobre produtos “Made in China) e também compreenderemos como foi que a economia na China cresceu.

Realmente foi um "Negócio da China".

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Viver na crise

Imagem original: economiaa wikispaces
Viver na crise.
Os portugueses durante anos queixaram-se da crise, mas agora é que à crise chegou.
Os maus investimentos e o mau uso e abuso dos dinheiros da EU, vieram a se reflectir no povo português.
O famoso e aterrador “PEC”, só veio executar e exigir as contrapartidas de um associado e mau gestor que é Portugal.
Com os maus exemplos de fomentação ao emprego e de criação de postos de trabalho onde não existem, fazem de Portugal um país sonhador e sem base de equilíbrio para se manter.
Perdemos tudo e não criamos alicerces para o futuro. Somos hoje um país de consumistas onde não produzimos nada. Passamos à nossa vida a alimentar países que estão evoluindo, países que investiram fortemente na agricultura, pesca, produção animal, novas tecnologias, téxteis, electrónica e muitos outros equipamentos diversificados. Estes países aumentaram significativamente os investimentos no Turismo, criando condições de receberem turistas de todo o mundo à um preço competitivo. Na pesca, compraram navios pesqueiros que congelam o peixe quase imediatamente, peixe este que passa por um processo artesanal e industrial de tratamento, podendo já ser embalado e vendido em países como Portugal.
Na agricultura, ampliaram hectares de verduras, frutas, e cereais, usando mão-de-obra estrangeira e novos recursos tecnológicos. Mantiveram os veículos antigos à trabalharem com combustíveis alternativos como forma economizadora.
O que é engraçado: É que a nossa vizinha Espanha teve as mesmas oportunidades que nós e desenvolveu o seu potencial. Hoje somos dos maiores consumidores de produtos espanhóis, pois deixamos de produzir e compramos tudo aquilo que a nossa terra dá.
Quando os nossos políticos dizem: Vão de férias cá dentro. Dá-me vontade de rir, durante muito tempo eles, na sua maioria passavam suas férias na vizinha Espanha.
É mais barato viver em Espanha do que em Portugal, os carros pagam menos impostos, o IVA é muito mais baixo, o combustível mais barato, à comida é bem servida e ao mesmo preço, o gás é mais barato e todo o tipo de produtos e consumíveis, saúde e já agora férias.
Alugamos uma casa no Algarve ou na Nazaré, casa esta, na sua maioria sem qualquer condição há um preço caríssimo e sem direito a nada. Enquanto a nossa vizinha Espanha nos oferecem um pacote de sonho, incluindo serviços e refeições, com lugares repletos de diversões e animações e muitas vezes também incluído o transporte de pessoas. Tudo isso por um preço inferior aos 15 dias de férias no Algarve ou Nazaré.
Quando nos pedem para consumir produtos portugueses, olhamos para a nossa magra carteira e pensamos na realidade. Tudo o que é nacional é bom, ou quase tudo: Mas na realidade é que tudo o que é espanhol é muito mais barato que o produto nacional, isso suscita dúvidas ao cidadão português. Como é que um pais como Espanha pode pagar mais aos seus funcionários e ter melhor segurança social, melhor saúde e assistência ao desemprego e ainda comprar laranjas algarvias portuguesas e revende-las à Portugal com menor preço?
Não dá para perceber.
Falam na crise espanhola, mas na verdade dentro de pouco tempo os investimentos espanhóis vão dar lucro, principalmente no Turismo, sem falar nos outros investimentos como o da agricultura e nas energias renováveis.
Se estivéssemos na situação de Espanha, estávamos nós bem, pelo menos teríamos o futuro assegurado pelos bons investimentos que foram feitos em todas as áreas.
Agora já se fala mo agravamento da crise para 2011. Mais desemprego, mais aumentos em todos os campos, agravamentos nos impostos, inflação etc.
É o “PEC” à trabalhar.
Imagem original: mouraencantada

domingo, 11 de julho de 2010

Espanha é campeã do mundo

Imagem original: maniadehistoria

A Espanha é campeã do mundo pela primeira vez. Com um gol de Andrés Iniesta no segundo tempo da prorrogação, a actual campeã europeia derrotou a Holanda por 1 x 0 neste domingo e conquistou a Copa do Mundo da África do Sul. É o título mais importante de sua história:

O jogo deu-se, no estádio Soccer City, em JohanesburgoAos 11 minutos do segundo tempo da prorrogação, Iniesta recebeu na direita e chutou forte para marcar o gol que marcará sua vida para sempre. Neste momento é e será o herói de Espanha e mais tarde será lembrado como parte da história espanhola e da sua presença nos Mundiais Futuros.

Acabou-se o sonho e as oportunidades de muitos jogadores brilharem e trazerem a taça para casa. Este feito conseguido por alguns (equipe), será lembrado por toda uma vida e pelos descendentes destes jovens jogadores, que poderão mostrar as gerações vindouras as fotos e reportagens deste grande feito.

Para a nossa vizinha Espanha, que chegou até aqui com muitas dificuldades e resultados magros, "Meus parabéns"!, mereceu e mereceu muito bem, esforçou-se, lutou e não baixou os braços.

Adeus África do Sul.

Agora os estrangeiros vão-se embora e a pobreza escondida de África, começará a aparecer. Os maravilhosos restos de comidas que sobravam nos restaurantes, serviam para alimentarem muitos famintos e desabrigados. Famintos estes que iam as lixeiras e que a partir de amanhã, começará a escassear.

Para a vizinha Espanha, à notícia e a conquista da taça, representa uma boa mexida na economia, pois á felicidade e a alegria fazem mexer o dinheiro. Em época de crise é muito importante.

Imagem original: bandeirasdespregadas

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Portugal no seu melhor

Imagem original: novafloresta
Crítica na Aldeia

Os portugueses não querem se aventurar em negócios, nem querem ser patrões, antes preferem ter seus ordenados, mais o subsídio de férias e de Natal e descansarem tranquilamente nos seus travesseiros fofos e confortáveis.

O empreendedorismo em Portugal foi bom para quem conseguiu uns milhares de euros a fundo perdido, dinheiro estes que não foram devidamente fiscalizados e no qual foi usado apenas para enriquecimento pessoal.

Os novos empreendedores, têm que enfrentarem grandes taxas de impostos e custos para montarem uma empresa e depois carregam com elas uma catrefada de despesas assim como:

Contabilista, licenças e obras, seguros, descontos dos empregados, vinculação obrigatória à algumas instituições conforme o ramo escolhido, despesas com veículos, pagamentos de empréstimos aos bancos, licenças de afixação de publicidade, aquisição de bens para a empresa funcionar entre muitos outros.

Observando Portugal, os caminhos para fugir a crise, devia ser através da agricultura, o turismo, à pesca. Infelizmente não se investiu na agricultura (deu-se dinheiro para luxos, como jipes, vivendas e enriquecimento pessoal), no turismo, (não houve reabilitação dos Centros históricos, para que as autarquias pudessem reaver e ganhar algum dinheiro) através da recuperação de casas e reactivando e fomentando a vida nos Centros Históricos de todo o país, foi igual no sector da pesca, os pescadores reclamam mas não houve investimento em frotas pesqueiras, por isso não temos condições de competir com a vizinha Espanha que ao contrário dos portugueses, investiram em todos os sectores.

As pessoas dizem que a crise em Espanha chegou aos 19%, quem nos dera que tivéssemos a qualidade de vida dos espanhóis.

Temos que ver que a Espanha é maior que Portugal, que a Espanha exporta verduras, legumes, carne e peixe para toda a Europa incluindo Portugal, que os ordenados são superiores aos dos portugueses e os preços dos bens essenciais são iguais ou mais baratos que aqui. O subsídio de desemprego é no mínimo 600.00 euros, o combustível é mais barato, o gás é mais barato e que além disso conseguem fornecer pneus, móveis, turismo e serviços mais barato que Portugal, sem falar que os impostos são muito mais baixo, as rendas de casas são mais baixas, as casas são mais baratas e que nos compram muitos produtos portugueses, como a laranja Algarvia e o porco Alentejano e depois revendem para Portugal com melhores preços, inferiores aos nacionais.

Nós actualmente só sabemos abrir cafés e fornecer serviços, não produzimos nada. Durante muito tempo vivemos debaixo de uma máscara a tentar convencer o próximo que a nossa vida de sucesso era real, mas na verdade tudo não passou de fantasia, as construções foram um grande negócio mas também corrompeu muitos políticos, fiscais e autarcas, construíram em linhas de água, em zonas protegidas, construíram de toda forma e feitio sem seguirem uma traça, conseguiram tornar desinteressante para os turistas, o Algarve, aprovaram projectos e obras de má qualidade por todo o país, mataram algumas casas históricas para desenvolvimento de negócios e casas de gente rica, que deram uma nova fachada que não se enquadra nas zonas protegidas.



Crítica na Aldeia

Imagem original:atuaescola

E assim Portugal chegou até aqui sem construir quase nada, e agora José? Temos que pagar mais impostos para que pessoas que se encontram no estado possam acumular reformas e cargos e ainda mordomias.

Agora é que a crise chegou em Portugal

Imagem original de: direitoeconomia

Falou-se tanto de crise durante anos, mas agora é para valer.
Vamos pagar pela corrupção, pela falta de fiscalização e pelo dinheiro mau investido da União Europeia.
Infelizmente a maior parte dos dinheiros da União Europeia, estão investidos no Brasil e Angola e em bancos como os de Luxemburgo.
A Indústria, à agricultura não desenvolveram, não foram criados mais empregos, vivemos uma faixada durante anos, e bons projectos apresentados por pessoas sinceras e honestas para o desenvolvimento de negócios no país não foram aprovados por estas não fomentarem a corrupção.
Eu gostava de ver, se o governo exigisse os dinheiros de volta e que as pessoas em questão dissessem que tiveram que dar um dinheirinho alí outro acolá para receberem os montantes da UE.
Acredito que centenas ou mesmo um milhar de pessoas metidas nos serviços, corriam o risco de perderem seus empregos ou então seria tudo abafado.
Tanta gente comprou jipes, terrenos, casas de praia, vivendas e etc. E o investimento no terreno? Onde é que está? Cadê? Mais empregos, onde? Formação profissional sem saída? Cursos profissionais para trabalhar aonde?
São perguntas sem respostas, são montes de interrogações??? Sem respostas.

Falemos de assuntos mais sérios.
Enquanto o mercado financeiro vive a instabilidade causada pela crise das dívidas públicas na União Europeia, uma bomba de efeito retardado está armada para explodir em parte dos 27 países do bloco: o endividamento privado. Em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Itália e Grécia, a soma das dívidas contraídas nos anos 1990 e 2000 por famílias e empresas varia entre 130% e 255% do Produto Interno Bruto (PIB), expondo o sistema financeiro ao risco das falências privadas.
A advertência mais recente para o problema foi feita pela agência de classificação de risco Fitch Ratings, em seu último relatório sobre a Espanha. A análise do risco, entretanto, não é nova. Dados do Escritório Estatístico das Comunidades Europeias (Eurostat) relativos a 2008 já alertavam para a dimensão do perigo instalado na economia no bloco.
Naquele ano, a dívida acumulada das famílias e das empresas em Portugal atingia 255% do PIB, um recorde continental. Na Espanha, o total representava 220% das riquezas do país. Desde então, esses números não sofreram alterações significativas. No Reino Unido, o endividamento está na casa de 185%. Na França, o volume de dívidas de companhias e famílias chega a 159% do PIB, à frente de países tidos como menos rigorosos, como Itália (138%) e Grécia (130%).
As informações são do jornal: O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

UE pressiona Portugal, medidas do PEC.

Imagem original: Um Mundo Global

Alemanha e ortodoxos na UE exigem a Portugal um défice de 4,1% em 2011, menos um ponto que a nova meta do Governo.
Bruxelas vai avaliar em Junho se as medidas adoptadas pelo Executivo português são suficientes. Portugal não é o único neste barco. A vizinha Espanha também está sob o olhar vigilante de Bruxelas.
Ver em: Económico.