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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

QUE PAÍS É ESTE

Recebi mais um daqueles EMAILS que dá para por em causa as questões e direitos Sociais.
Vejam e meditem.
Como dizia: "LEGIÂO URBANA", QUE PAÍS É ESTE?
Gasóleo a 0,80

Por Manuel Ratão
Assunto: Gasóleo a 0,80
O litro gasóleo PARA OS IATES vende-se a 80 cêntimos!...
Agora, todos ficam a saber : quem tem iates e embarcações de recreio beneficia de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores, por aplicação do Artº 29º do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008.
                                                  Imagem de: .finanzzas
Assim todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates...
É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores não comprem iates!!!

Eu Diria que é justo porque todos os outros, eu incluído, alimentamos essa canalha.
Se duvidam clic no link ou copiem em baixo e verão directamente do diário da republica, eeeee

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Aumentos para 2011



As alterações constam no Orçamento de 2011 e são vários os produtos que vão passar a pagar IVA de 23%.

Produtos taxados a 23% em vez de 13%
- Conservas de carne, Moluscos, Produtos hortícolas e Frutas

- Refrigerantes

- Sumos e néctares de fruto ou de produtos hortícolas, incluindo xaropes de sumos

- Bebidas concentradas de sumos e Produtos concentrados de sumos

- Óleos alimentares e Margarina

- Aperitivos

- Plantas ornamentais

Produtos taxados a 23% em vez de 6%
- Leites vitaminados, achocolatados, aromatizados ou enriquecidos. Nesta categoria incluem-se, por exemplo, os leites especificamente criados para crianças, com aditivos de cálcio ou de vitaminas.

- Bebidas e sobremesas lácteas

- Publicações desportivas e Revistas recreativas

in: http://economico.sapo.pt/noticias/tudo- ... 01581.html

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ser enganado nos Supermercados

Os supermercados são obrigados a manter preços visíveis para o consumidor e máquinas de leitura para códigos de barras. Eles se valem de alguns artifícios, baseados na falta de atenção do consumidor ou na forma de conduzi-los a uma conclusão errada. Com a leitura digital dos produtos é quase impossível acompanhar os preços das mercadorias que passam pelo caixa. Embora visível no monitor, as pessoas estão tão atarefadas em fazer com que as mercadorias passem pelo mesmo que não acompanham o preço nem a quantidade do produto. Com relação à quantidade existem poucas oportunidades de enganar o consumidor, mas se trata de algo bastante fácil no que se refere aos preços.
As máquinas leitoras de barras espalhadas pelo supermercado podem estar ligadas a outro sistema diferente daquele do qual o caixa faz parte. Isso quer dizer que o preço de um sistema pode ser diferente daquele que efectivamente cobra. Quando o consumidor consulta o preço na máquina de leitura um preço é exibido e ao passar pelo caixa é outro. Essa forma de lesão é comum quando se trata de promoção. Os preços constantes na máquina ou na propaganda são menores do que no sistema de cobrança.
As promoções são usadas para camuflar preços de produtos similares. Um produto que tenha diversos sabores pode exibir um preço de promoção e efectivamente ser cobrado dessa maneira. O produto cujo sabor é de maior saída tem seu preço original mantido. Sendo de maior saída é lógico que o cliente acredite que o mesmo está na promoção e termina por pagar um preço maior do que aquilo que o supermercado prometeu. Imagine o suco de marca ZZ que tem diversos sabores: maçã, morango, limão, etc. Todos os sabores, com excepção daquele de morango, estão com preço promocional. Como morango é um sabor de bastante saída, o consumidor é iludido pela propaganda e adquire-o sem saber do fato.
                                                                                  Imagem original: ganhardinheiro.
Este trecho, pertence à João Alberto Padoveze e chama-se: “Como enganar o consumidor ou como não ser enganado nas relações de consumo”. Vale a pena ver o original.