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terça-feira, 24 de maio de 2011

Santarém recebe II Congresso da Cultura Avieira

Santarém recebe II Congresso da Cultura Avieira
É uma pena que tão belo projecto seja tão moroso de realizar.
Quando havia bons dinheiros do fundo EUROPEU, pouco o nada foi feito. Santarém assim como outras cidades devia ser do interesse comum de todos os partidos e não de interesses pessoais e mesquinhos.
A galinha dos ovos de ouro morreu, quem apresentou projectos e andou para frente desenvolveu a terra e o turismo, mas nós ficamos para trás e agora só nos resta que esta importante cidade seja redescoberta por alguém que seja realmente patriota e não um ursupador de tesouros comunitários.
Agora chegou a altura de todos portugueses pagarem facturas de dinheiros desperdiçados e desaparecidos, nos quais muitos estarão no desenvolvimento económico de Angola e Brasil.
Esperemos que um dia Santarém se torne uma ÓBIDOS e que o património seja realmente defendido e utilizado tal e qual como foi construído. Se a ASAE passasse por Óbidos, com certeza fecharia tão importante centro túristico.
Já dizia uma grande amiga defensora dos direitos do cidadão: Se a ASAE fosse ao Centro Histórico de Londres, com certeza este comércio seria fechado por falta de espaços e falta de acessos aos deficientes, sem falar da sujeira das casas de banho e assim aconteceria com a Irlanda e outros.
Afinal, o património tem valor por ser real e mostrar como as pessoas viviam a 100, 200 ou 300 anos atrás e não a imagem ultra moderna de materiais, móveis e estruturas futuristas.
Espero que este congresso da Cultura Avieira, faça algo mais do que preencher protocolos, que vão em papéis para as gavetas cheias de sonhos não realizados.

terça-feira, 1 de março de 2011

Comércio de "fachada"

                                                                               Imagem de: notasedestaques
Hoje fui ao banco cancelar um crédito e em conversa com o caixa, acabamos por falar na desertificação da cidade de Santarém, dos estabelecimentos bancários estarem vazios, das baixas rendas que são responsáveis pela degradação e pelo funcionamento do comércio de má qualidade e outros pontos de interesse daqueles que se interessam pela "velha cidade de Santarém".

Uma das coisas que este conhecido bancário me disse, foi que mais da metade do comércio tradicional não ganha para o sustento e não sabe como é que estes empresários vivem, pois o dinheiro não entra nos seus bolsos e sim saí.

Fiquei a saber, que os comerciantes só estão abertos na sua maioria por causa das baixas rendas pagas aos senhorios e mesmo assim ainda apresentam prejuizos no fecho das contas, também fiquei sabendo que muitos só estão abertos a espera da idade da reforma e outros estão abertos só por causa dos filhos que estão desempregados.

Segundo uma das pessoas, no desenvolvimento da conversa, parece que é vergonhoso ter-se um filho desempregado ou estar desempregado, por isso faz-se um comércio de fachada onde não há lucro, mas assim o filho passa por empregado e têm direito mais tarde ao desemprego.

O resultado disso é: Um comércio de fachada, casas e imóveis degradados devido as baixas rendas, não dinamização do mercado imobiliário nos Centros Históricos, desertificação, Comércio de má qualidade entre outros problemas.

Quem paga por tudo isso somos nós que habitamos o centro histórico e sofremos as consequências de uma terra que não acompanhou a evolução dos tempos, devido as leis retrógadas do mercado do arrendamento urbano.

As ajudas para ajudarem os senhorios a cuidarem das fachadas, são uma piada de muito mal gosto, pois a ajuda não dá para sequer comprar tinta de má qualidade para pintar todo o imóvel.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Espanha vende mais barato os medicamentos

Medicamentos mais baratos em Espanha

Os portugueses que moram num raio entre 50 a 100 km de Espanha preferem comprar os seus medicamentos lá.

As vantagens são que os preços praticados do outro lado da fronteira são a metade do que é praticado em Portugal. Segundo uma entrevista passada na televisão, compra-se medicamentos sem perguntas e sem receita médica. Poupa-se assim o dinheiro da consulta e a perda de tempo nos hospitais e centros de saúde.

Já agora, já que se vai comprar remédios em Espanha, porquê não aproveitar e comprar a botija de gás e encher o depósito do carro.

A diferença na poupança, já dá para almoçar fora com a família.

E viva a Espanha que está melhorando a sua economia a fornecer produtos e serviços muito mais baratos que em Portugal.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Calote, um problema Mundial

Há algumas décadas atrás, a palavra do homem valia muito para a sociedade e no meio da comunidade onde este homem estava inserido.

Imagem de: mytorneirinha
Um mau pagador, ficava queimado, desacreditado na comunidade. Nestas épocas, todos os cidadãos que contraiam empréstmos ou pedisse um produto ou usufluisse de algum serviço, tinham a preocupação de honrar os seus compromissos, havia a preocupação de zelo pelo seu bom nome.

Esta qualidade hoje já quase não existe nas pessoas. No nosso dia-a-dia encontramos tanto na vizinhança como em empresários e donos de comércio, caloteiros profissionais. Eles não têm vergonha de continuarem a pedir. Têm sempre uma história triste para contar, mas depois vão aos bares, restaurantes e fazem grandes vidas com o dinheiro dos outros e no dia seguinte passa por ti com uma grande "cara de pau", como se nada fosse.

Estas pessoas vivem as suas vidas à grande e a francesa e passam os problemas delas para os outros. Quando já estão demasiadamente conhecidas, passam a frequentarem outras freguesias. Daí o termo: "Vai pregar p+ara outra freguesia".

O calote, tem sido e é considerado uma praga mundial. Está em todo lugar, afecta empresas, pessoas, famílias, governos, instituições e outros.

Imagem de: advivo
Seus efeitos são destrutíveis como perdas de amizades e famílias, provocando falências e, em alguns casos extremos, implicando até mesmo em morte de algum dos envolvidos no drama dos empréstimos.

Sendo o calote uma prática tão corriqueira, é pouco provável que exista alguém que não tenha sido vítima de um. Vejamos: e você? Já levou algum calote? Como você reagiu a isso? Ficou indignado, ou partiu para a briga? Não seria melhor se você tivesse procurado, desde o início, evitar esse calote?

Acredito que não é preciso explicar o que seja o calote. Mas, mesmo assim, vamos lá: o calote é a falta de pagamento, quer seja de empréstimos em dinheiro ou pelos serviços ou produtos vendidos.

Então, vamos perguntar novamente: alguém lhe deve dinheiro e não pagou? Você prestou algum serviço e não recebeu por ele? Sua empresa vendeu algum produto e até hoje nada de receber? É, pelo que vejo, está na hora de se prevenir para evitar problemas futuros.

Vamos dar-lhes algumas dicas para você evitar, ou ao menos reduzir os calotes em sua empresa. Preste bastante atenção.

Antes de emprestar seu tão suado dinheiro, seja precavido. Faça algumas perguntas a si mesmo e procure levantar informações sobre que lhe pede o empréstimo:

Essa pessoa tem o hábito de pedir dinheiro emprestado? Ela cumpre com suas obrigações básicas, tais como pagamento de aluguel, luz, telefone, etc?

É uma pessoa responsável no trabalho? Tem muitas dívidas? Ela ficaria aborrecida se eu pedisse um fiador? A pessoa aceitaria assinar um contrato com as condições e formas de pagamento do empréstimo?

As respostas a essas perguntas podem ser de grande ajuda para você evitar levar um calote. E lembre sempre que, em caso de dúvidas, você não deve emprestar o dinheiro, pois será grande a chance de perder essa quantia, bem como esse “amigo” que lhe pede o empréstimo.

Texto original e completo em: portalmie

Quer perder um amigo? Então empresta-lhe dinheiro.

Quer perder uma migo? Então empresta-lhe dinheiro.

Este é um ditado muito antigo, mas com fundamento. Infelizmente, a verdade é que traduz-se numa grande verdade. Muitas amizades têm tido finais amargos e conflituosos, por causa de empréstimo e muitos casos acabam com acções de vingança e morte.

Quando emprestamos o dinheiro a um desconhecido ou uma pessoa não muito chegada e esta não nos paga, ficamos aborrecidos e chateados com a situação. Este tipo de situação dá-nos volta ao miolo e nos consome a sanidade, principalmente quando pedimos o dinheiro de volta e este não nos paga. Geralmente quando pedimos o dinheiro de volta é quando já não temos dinheiro para o nosso dia-a-dia e a resposta é quase sempre a mesma. “NÃO TENHO”!!!

Quando emprestamos a um amigo ou familiar, nos sentimos duplamente traído, principalmente quando “este” nos diz que paga no fim-de-semana ou no fim do mês e este fim do mês nunca mais chega.

Devemos ser compreensíveis com a situação e até tentar amenizar a onda negativa que se gera no nosso íntimo. Devemos ter a coragem de ter uma conversa séria com esse amigo e arranjar forma de dar mais tempo ou estipular um valor mínimo a pagar, de maneira que possamos receber o empréstimo e o nosso amigo possa pagar sem grandes sacrifícios.

Temos que concordar, que no fundo é uma falta de sensibilidade e uma falta de lealdade para com o amigo que faz o empréstimo e não é de admirar-se que tantas amizades de anos, terminem e se transformem em ódio.

Eu, pessoalmente, já me senti traído muitas vezes e já perdi algumas amizades por ter ajudado pessoas e amigos com empréstimos. Hoje a maioria não me fala, fogem de mim, e fazem-se de desapercebidos. O pior é que eu não ando atrás deles a cobrar e nem falo no assunto. Eles próprios, têm a consciência pesada e sabem que estão errados, mas não justificam as suas atitudes e nem tentam reparar o mal. Acho que deve ser má formação.

Já perdi, prefiro chamar de conhecidos, pois acho que se fossem verdadeiros amigos não agiam dessa forma, “conhecidos” amizades por valores de 2,50 euros, 20,00 euros e muito mais valores nos quais nem sempre monetários.

Depois de sofrer bastante com esta história de emprestar dinheiro, aprendi o seguinte: Se tens um amigo que não queres perder e tens dinheiro pra emprestar, empreste somente se este dinheiro não for te fazer falta e caso não seja devolvido, tente confronta-lo e saber das suas dificuldades e proponha um prazo mais longo, esqueça o dinheiro e fique com o amigo.
Imagem original: portalmie

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Técnologia, dinheiro e internet

Imagem original de: zombeteiro
crítica na aldeia

Dizem os especialistas que Portugal é privilegiado no que diz respeito aos ensaios (experiências) com materiais tecnológicos de ultima geração. A sua localização geográfica e o tamanho demográfico, são uma mais valia para as experiências de estudo de mercado e implantação do novo produto.



Aqui analisa-se facilmente o impacto e a aceitação no mercado mundial. Funciona um pouco como as eleições (estatísticas), atingindo-se um determinado nº de pessoas, sabe-se mais ou menos a quantidade de produto tecnológico que será vendido no mercado.



Em relação ao mercado brasileiro, Portugal está muito à frente no que há de mais moderno no mercado das telecomunicações e na aquisição deste tipo de produto por parte da população.


A maior vantagem do mercado português na aquisição de produtos de comunicações é sem dúvida o preço de custo. O consumidor europeu, face ao poder de compra dos brasileiros é um priveligiado.



Portugal até agora têm tido um poder de compra maior e melhores ordenados no que diz respeito, comparado aos paises da América do Sul, mas está pouco a pouco perdendo terreno devido à crise mundial e a falta de matéria prima.


Do outro lado do "mundo" o Brasil cresce devido a sua grande capacidade criativa e soluções como distribuidor de matéria prima para outros países. Nestes últimos anos a economia brasileira cresceu e com ela o poder de compra dos brasileiros.



O acesso a Internete (banda larga) por parte dos brasileiros, face a europa ainda é muito deficiente, mas esta tendência tende a reverter.


Os brasileiros estão muito desenvolvidos em relação ao uso e aplicação das novas tecnologias mas o preço destas praticado no mercado não é acessível a população.


Os brasileiros são um povo muito criativo e inovador, a criatividade é uma das armas que é muito usada como aliado do "Marketing" e o marketing depende da tecnologia para chegar e levar a comunicação a todo lado.


Povos sulamericanos como o Brasil, sabem que o caminho para se ganhar dinheiro está na Internet. Os programas de afiliados, adsense, venda de produtos na Internet, venda de banners, vendas de serviços e lojas online, são o caminho para se buscar o sustento do dia a dia e para isso têm qjue se estar ligado 24 horas por dia. Esta é uma vantagem das comunicações móveis com Internet.

Existem cerca de mais de 2.000.000 de americanos a viverem só dos rendimentos dos blogs. O segredo para o sucesso passa pelo domínio das interacções entre as redes sociais, os sites e blogs e o domínio do assunto, sendo que a página escrita em inglês é muito bém paga, face as outras linguas.


Quanto as páginas escritas e direccionadas para o mundo virtual na lingua de Camões, têm que ser em Português do Brasil, pois este é o mercado que define a facturação final do seu projecto.

Portugal, ainda vai no inicio deste grande negócio.


O Brasil é considerado uma praga no mundo virtual, mas a verdade é que até os professores universitários portugueses usam os exemplos e trabalhos desenvolvidos pelos criativos brasileiros e tudo isso é retirado da NET.


Este é o novo mundo do dinheiro, qualquer pessoa que tiver um computador ligado a NET e que seja criativo e perceba como este negócio funciona, pode ir longe sem ter que vender "nada", pois o seu produto é apenas a sua criatividade e o negócio é o assunto ou assuntos em questão, abordadas aleatóriamente, podendo o criativo até falar de "merda" cócó, xixi, mas é preciso traçar objectivos e o público alvo e a interacção com as redes sociais e outros blogs, para que o negócio floresça.


Em comparação ao Brasil, Portugal têm a tecnologia mais acessivel, mas falta a inovação e a criatividade para expandir os negócios gerados pela comunicação de forma a criar e a gerar lucros.


No que diz a produtos eletrónicos, o roubo, o mercado negro, a pirataria e as falsificações dos novos produtos, são um mercado muito lucrativo e uma dor de cabeça para as marcas, mas é onde a procura é maior e onde há maior violações das leis, inclusive a dos direitos de autor.

Analisando este texto, para quem não conhece o mercado, fica totalmente baralhado. Estamos a falar de vendas, físicas, virtuais e mesmo de lucros através de textos.



Por outro lado também, existem os seguidores das novidades tecnológicas, o que é muito bom para o mercado. estas pessoas estão sempre em cima dos acontecimentos e querem ser os primeiros a adquirirem as novidades. para elas não importa o preço e não se importam de entrar em longas filas para adquirirem as novidades. Elas querem é ser as primeiras e o preço não as assustam.


Aqui nesta parte da corrida à técnologia, encontramos muitos bloguistas, cujo objectivo é ter aparelhos que deêm respostas rápidas para os seus leitores. Telemóveis com câmaras pode enviar para a NET rapidamente uma imagem e se o novo aparelho 3G puder enviar um texto mais rápido que um PDA, vale a pena adquirilo, pois o mercado aqui é muito rápido.


Um exemplo disso foi a lei do tabaco em Portugal. Conheço a pessoa que publicou primeiro a notícia na Internet, quêm procurou a legislação caiu na sua página e ele teve o seu lucro.

Houve um individuo que tinha uma página a dizer que "MORREU MICHAEL JACKSON", sem ele estar falecido, quando MICHAEL morreu, as pessoas cairam aos milhares na sua página e ele teve um grande lucro naquele mês.


Este é só um exemplo de informações diversas que mostram que muitas pessoas vivem deste novo mundo virtual e que Portugal ainda vai no inicio.


sábado, 25 de setembro de 2010

Malandros profissionais parte 1

Imagem original:umjardimnodeserto
crítica na aldeia

Em Portugal e no Brasil, é dito popularmente que um malandro é a pessoa dos anos 30 à 40 que não queria trabalhar, gostava da boémia, enganava e mentia constantemente para encobrir a verdade, frequentava clubes e diversões sem pagar nada, pendurava as contas e pedia dinheiro emprestado aos conhecidos e depois não pagava, usava artimanhas e histórias tristes para arranjar dinheiro, pendurava contas em farmácias e pequenas vendas e bazares, com o intuito de não pagar, vendia objectos que não lhe pertencia e punha amigos e conhecidos em situação difíceis para que pudesse lucrar com isso, dava endereços falsos da sua morada para que as empresas de crédito não pudessem cobrar, muitas vezes este malandro era também conhecido como “cara de pau”, capaz de fazer papéis ridículos e escandalosos com naturalidade comprometendo os outros.

Entre muitos defeitos estão:

Ladrão, enganador e mentiroso, bêbado, frio, sem escrúpulos, sem ética, gozão, aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, xulo ou gigolô, preguiçoso. Intermediário entre pessoas, no caso negócios de vendas, entrão, bajulador, aproveitador, comprometedor, vigarista, traidor, chantagista, corrupto, desavergonhado, batoteiro entre outros.

Dos anos 30 aos anos 60, a definição de “malandro” aumentou muito. Em países como Portugal que reúne uma grande mistura de imigrantes e uma população pequena, nota-se com alguma facilidade estes senhores que vivem dentro e ao mesmo tempo à margem da sociedade.

Muitos desses malandros têm um estilo próprio. Uns são bons faladores e vestem-se bem, têm um grande leque de conhecimentos e guardam memórias do passado, utilizam o facto de serem conhecidos para aplicarem golpes em terceiros e depois sai de cena por algum tempo.

Assim como os outros têm sempre uma história para contar ou algo para vender, geralmente estes objectos não são deles. Oferecem-se como intermediários para resolver problemas de amigos e depois desaparecem com o lucro do golpe, geralmente usam golpes como o arranjo de carro, onde conhece o dono da oficina e aplica uma quantia superior ao cobrado ou leva o carro arranjado com o pretexto de pagar no dia seguinte, recebendo assim o dinheiro do dono do carro e a seguir desaparecendo.

Eles de maneira geral são bons observadores e conversadores, escondem muitas vezes os olhos debaixo dos óculos escuros para que as pessoas de fora não saibam para onde estão olhando. Gostam de meter conversas com as mulheres e preferem as casadas, elogiam-nas bastante, controlam o horário de trabalho dos maridos e quando eles vão para o trabalho, procuram se aproximar delas, uma vez conseguido ter a relação sexual, o malandro faz tudo e mais alguma coisa para a satisfação da vítima, tornando-a cliente e depois chantageando-a.

Outros malandros, são oportunistas e operam golpes mais baixos, como cravar, cigarros, refeições, pequenos objectos, geralmente operam em botequins e tascas, fazem pequenos enganos, gostam de falar abertamente de mulheres e de experiências que não viveram como se tivessem vivido. Também fazem pequenos roubos como os de supermercados e depois vendem os produtos aos conhecidos. Estes também vêem na mulher uma oportunidade de sustento, mas a sua aparência é menos cuidada e mais desmazelada, falta-lhes cultura e brio.

No Brasil este tipo de malandro é chamado de "MALANDRO PÉ DE CHINELO", esta definição diz que este tipo de esperto é um desclassificado na sociedade, são também definidos como violadores do código "171" que envolve artigos como: estelionato e falsificação e também estes artistas são peritos em arranjar confusões e movimentos de distracção, na sua linguagem é definido por "31". Este malandros, geralmente operam em esquinas, deste ponto de observação observa todas as pessoas que passam. Nas esquinas geralmente têm sempre um café e é aí que ele observa à vítima.


Imagem original: risorico
crítica na aldeia

Alguns truques usados pelos Malandros.

Os olhos observadores do malandro, procura uma vítima frágil e com posses, dali do seu posto de vigia ele segue as vítimas locais e horários, tendo em conta os comportamentos da vizinhança. Passado alguns dias este covarde caçador, já têm vários perfis traçados e já sabe as moradas, os carros, o agregado familiar e muitas vezes os locais onde trabalham, onde as crianças estudam e os trajectos que à família faz, tudo isso associado ao factor tempo, pois o relógio é importante no seu plano. Agora só falta uma boa história para convencer à vítima a dar o dinheiro ou comprar qualquer coisa que ela não precise.

Durante vários dias as vítimas foram seguidas e observadas, sem que dessem por isso. É uma situação muito triste, pois ninguém está seguro e estas pessoas não têm moral nenhuma, por isso é muito importante que todas as crianças tenham formação e que tenham valores éticos e morais para evitarem que alguns se tornem "MALANDROS" e que as pessoas em geral participem mais da comunidade onde vivem e não se isolem, para assim controlar-se o que se passa no bairro e juntos também observarem aqueles que não fazem parte da comunidade.

Em Portugal, as vítimas preferidas e escolhidas por este tipo de "malandro" é as pessoas idosas e as pessoas que estão mais isoladas nas aldeias. Os malandros muitas vezes passam por técnicos de água, gás, electricidade e telefone, penetram na casa da vítima para assaltarem ou então cobram valores pelos serviços que vão prestar, dizendo que para se resolver o problema têm que adquirir a peça x ou y. Muitas vezes chegam a despejar baldes de água por debaixo da porta da casa da vítima, simulando vazamentos ou fugas de canos. Em seguida batem à porta como técnicos da empresa de águas.

Troca de dinheiros é uma das preferidas técnicas para retirarem o dinheiro de idosos que se encontram isolados. Batem na porta das vítimas e dizem que as notas de 20,00 euros saíram de circulação e eles estão ali para trocarem. Identificam-se como funcionários das finanças.

Cartão "MULTIBANCO": Aproximam-se da vítima e metem conversa como: Então: A senhora nunca mais apareceu no Banco, estava preocupado consigo é que ouve alteração dos códigos da caderneta e do cartão, mas se a senhora for comigo ao multibanco eu resolvo isso.

Outro golpe usado nas aldeias, são feitos por vendedores nómadas, que utilizam o método dos sacos pretos. O golpe restringe-se na apresentação de casacos de couro preto. Estes casacos custam no mercado cerca de 250,00 à 300,00 e eles oferecem por 70,00 e depois 60,00, como o negócio é bom há sempre quem caia. Num dos sacos pretos estão alguns com jornais ou cartões molhados. A vítima experimenta o casaco e ao retirar volta novamente para o saco preto, nisso a pessoa que vai ser enganada vai retirar o dinheiro da carteira para o pagamento, enquanto isso o 2º malandro troca os sacos. Efectuado à venda, os malandros desaparecem logo em seguida, deixando a vítima com um saco cheio de jornais molhados.

Outro negócio que aparece junto as pequenas empresas que estão longe dos centros, é o afia laminas, serrotes, serras, facas, tesouras e ferramentas em geral, inclusive recuperam e tratam de brocas dando a estas a passagem de um produto que permitem a mesma furar quase tudo. Combinam um valor muito baixo baseado nos centímetros e nos milímetros das ferramentas, à vítima vê que é um excelente negócio e que o trabalho é muito barato.

A reacção do dono da empresa é dar o máximo de ferramentas para a restauração e melhoramentos. Estes indivíduos são também nómadas que trazem um camião de baixa tonelagem e lá dentro existe uma pequena oficina montada. No final do mesmo dia, eles aparecem na empresa com as ferramentas e com uma conta astronómica para o empresário pagar e explicam que a medição de tudo aquilo junto ultrapassa dezenas de metros e se a quantia não for paga imediatamente à vítima morre. Muitas vezes estas contas chegam a valores superiores a 1.000,00 (mil Euros).

Outra situação é a dupla de malandros que trabalham nos Bancos. Um entra e marca os idosos nas costas com um autocolante e este quando sai é identificado pelo parceiro que trabalha no exterior. Agora é só seguir à vítima e esperar a hora certa para agir.

Os ladrões de tabaco também agem em situações semelhantes. Ficam dentro dos carros observando os donos de cafés que vão comprar os maços de tabaco, seguem-nos e esperam que ele saia do carro para fazer algum outro serviço, em seguida assaltam o carro e levam o material.

O polícia militar: O malandro arranja uma farda e botas da tropa, geralmente conta histórias de África e do Ultramar, aparece com bijutarias falsas e com bastante informação a respeito da vítima. Aproximam-se já com muitas informações obtidas através da vizinhança e com esta informação impingem falsos diamantes trazidos de África e alegam que só vendem por necessidade. precisa desfazer-se disso com um baixo preço. *Por sua vez à vítima compra em geral por pena e simpatia. Uma vez descoberto, ameaça à vítima se ela abrir à boca.

Mensageiro de guerra. Este procura informações no bairro de quem têm filhos soldados em missão internacional. Uma vez observado á família em causa e pesquisado na vizinhança informações da família e do passado, o nome do cão e do gato, se tem irmão ou irmã, este "malandro" aproxima-se da família para trazer notícias do filho, consegue almoçar e muitas das vezes ainda consegue dinheiro emprestado. Se descobrir que a família não têm contacto com o filho, oferece-se para levar bens materiais e dinheiro para o soldado em dificuldades.

Golpe do correio: A casa é observada e espera-se que o idoso ou idosa estejam só, a seguir aparece o malandro vestido de funcionário de entregas e traz uma caixa grande e pesada com o nome do filho e uma fotocópia com o endereço da rua e o nome do familiar da vítima. A vítima têm que pagar pela encomenda e o malandro vai-se embora. Quando o filho chega à casa fica surpreendido, pois não fez nenhuma encomenda e ao abrir a caixa, esta está cheia de pedras.


Continua em: Malandros profissionais parte 2

crítica na aldeia Personagem de WALT DISNEY ( ZÉ CARIOCA )

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ser enganado nos Supermercados

Os supermercados são obrigados a manter preços visíveis para o consumidor e máquinas de leitura para códigos de barras. Eles se valem de alguns artifícios, baseados na falta de atenção do consumidor ou na forma de conduzi-los a uma conclusão errada. Com a leitura digital dos produtos é quase impossível acompanhar os preços das mercadorias que passam pelo caixa. Embora visível no monitor, as pessoas estão tão atarefadas em fazer com que as mercadorias passem pelo mesmo que não acompanham o preço nem a quantidade do produto. Com relação à quantidade existem poucas oportunidades de enganar o consumidor, mas se trata de algo bastante fácil no que se refere aos preços.
As máquinas leitoras de barras espalhadas pelo supermercado podem estar ligadas a outro sistema diferente daquele do qual o caixa faz parte. Isso quer dizer que o preço de um sistema pode ser diferente daquele que efectivamente cobra. Quando o consumidor consulta o preço na máquina de leitura um preço é exibido e ao passar pelo caixa é outro. Essa forma de lesão é comum quando se trata de promoção. Os preços constantes na máquina ou na propaganda são menores do que no sistema de cobrança.
As promoções são usadas para camuflar preços de produtos similares. Um produto que tenha diversos sabores pode exibir um preço de promoção e efectivamente ser cobrado dessa maneira. O produto cujo sabor é de maior saída tem seu preço original mantido. Sendo de maior saída é lógico que o cliente acredite que o mesmo está na promoção e termina por pagar um preço maior do que aquilo que o supermercado prometeu. Imagine o suco de marca ZZ que tem diversos sabores: maçã, morango, limão, etc. Todos os sabores, com excepção daquele de morango, estão com preço promocional. Como morango é um sabor de bastante saída, o consumidor é iludido pela propaganda e adquire-o sem saber do fato.
                                                                                  Imagem original: ganhardinheiro.
Este trecho, pertence à João Alberto Padoveze e chama-se: “Como enganar o consumidor ou como não ser enganado nas relações de consumo”. Vale a pena ver o original.

Ser enganado nos Supermercados

Os supermercados são obrigados a manter preços visíveis para o consumidor e máquinas de leitura para códigos de barras. Eles se valem de alguns artifícios, baseados na falta de atenção do consumidor ou na forma de conduzi-los a uma conclusão errada. Com a leitura digital dos produtos é quase impossível acompanhar os preços das mercadorias que passam pelo caixa. Embora visível no monitor, as pessoas estão tão atarefadas em fazer com que as mercadorias passem pelo mesmo que não acompanham o preço nem a quantidade do produto. Com relação à quantidade existem poucas oportunidades de enganar o consumidor, mas se trata de algo bastante fácil no que se refere aos preços.
As máquinas leitoras de barras espalhadas pelo supermercado podem estar ligadas a outro sistema diferente daquele do qual o caixa faz parte. Isso quer dizer que o preço de um sistema pode ser diferente daquele que efectivamente cobra. Quando o consumidor consulta o preço na máquina de leitura um preço é exibido e ao passar pelo caixa é outro. Essa forma de lesão é comum quando se trata de promoção. Os preços constantes na máquina ou na propaganda são menores do que no sistema de cobrança.
As promoções são usadas para camuflar preços de produtos similares. Um produto que tenha diversos sabores pode exibir um preço de promoção e efectivamente ser cobrado dessa maneira. O produto cujo sabor é de maior saída tem seu preço original mantido. Sendo de maior saída é lógico que o cliente acredite que o mesmo está na promoção e termina por pagar um preço maior do que aquilo que o supermercado prometeu. Imagine o suco de marca ZZ que tem diversos sabores: maçã, morango, limão, etc. Todos os sabores, com excepção daquele de morango, estão com preço promocional. Como morango é um sabor de bastante saída, o consumidor é iludido pela propaganda e adquire-o sem saber do fato.
                                                                                  Imagem original: ganhardinheiro.
Este trecho, pertence à João Alberto Padoveze e chama-se: “Como enganar o consumidor ou como não ser enganado nas relações de consumo”. Vale a pena ver o original.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Agora é que a crise chegou em Portugal

Imagem original de: direitoeconomia

Falou-se tanto de crise durante anos, mas agora é para valer.
Vamos pagar pela corrupção, pela falta de fiscalização e pelo dinheiro mau investido da União Europeia.
Infelizmente a maior parte dos dinheiros da União Europeia, estão investidos no Brasil e Angola e em bancos como os de Luxemburgo.
A Indústria, à agricultura não desenvolveram, não foram criados mais empregos, vivemos uma faixada durante anos, e bons projectos apresentados por pessoas sinceras e honestas para o desenvolvimento de negócios no país não foram aprovados por estas não fomentarem a corrupção.
Eu gostava de ver, se o governo exigisse os dinheiros de volta e que as pessoas em questão dissessem que tiveram que dar um dinheirinho alí outro acolá para receberem os montantes da UE.
Acredito que centenas ou mesmo um milhar de pessoas metidas nos serviços, corriam o risco de perderem seus empregos ou então seria tudo abafado.
Tanta gente comprou jipes, terrenos, casas de praia, vivendas e etc. E o investimento no terreno? Onde é que está? Cadê? Mais empregos, onde? Formação profissional sem saída? Cursos profissionais para trabalhar aonde?
São perguntas sem respostas, são montes de interrogações??? Sem respostas.

Falemos de assuntos mais sérios.
Enquanto o mercado financeiro vive a instabilidade causada pela crise das dívidas públicas na União Europeia, uma bomba de efeito retardado está armada para explodir em parte dos 27 países do bloco: o endividamento privado. Em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Itália e Grécia, a soma das dívidas contraídas nos anos 1990 e 2000 por famílias e empresas varia entre 130% e 255% do Produto Interno Bruto (PIB), expondo o sistema financeiro ao risco das falências privadas.
A advertência mais recente para o problema foi feita pela agência de classificação de risco Fitch Ratings, em seu último relatório sobre a Espanha. A análise do risco, entretanto, não é nova. Dados do Escritório Estatístico das Comunidades Europeias (Eurostat) relativos a 2008 já alertavam para a dimensão do perigo instalado na economia no bloco.
Naquele ano, a dívida acumulada das famílias e das empresas em Portugal atingia 255% do PIB, um recorde continental. Na Espanha, o total representava 220% das riquezas do país. Desde então, esses números não sofreram alterações significativas. No Reino Unido, o endividamento está na casa de 185%. Na França, o volume de dívidas de companhias e famílias chega a 159% do PIB, à frente de países tidos como menos rigorosos, como Itália (138%) e Grécia (130%).
As informações são do jornal: O Estado de S. Paulo.