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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Técnologia, dinheiro e internet

Imagem original de: zombeteiro
crítica na aldeia

Dizem os especialistas que Portugal é privilegiado no que diz respeito aos ensaios (experiências) com materiais tecnológicos de ultima geração. A sua localização geográfica e o tamanho demográfico, são uma mais valia para as experiências de estudo de mercado e implantação do novo produto.



Aqui analisa-se facilmente o impacto e a aceitação no mercado mundial. Funciona um pouco como as eleições (estatísticas), atingindo-se um determinado nº de pessoas, sabe-se mais ou menos a quantidade de produto tecnológico que será vendido no mercado.



Em relação ao mercado brasileiro, Portugal está muito à frente no que há de mais moderno no mercado das telecomunicações e na aquisição deste tipo de produto por parte da população.


A maior vantagem do mercado português na aquisição de produtos de comunicações é sem dúvida o preço de custo. O consumidor europeu, face ao poder de compra dos brasileiros é um priveligiado.



Portugal até agora têm tido um poder de compra maior e melhores ordenados no que diz respeito, comparado aos paises da América do Sul, mas está pouco a pouco perdendo terreno devido à crise mundial e a falta de matéria prima.


Do outro lado do "mundo" o Brasil cresce devido a sua grande capacidade criativa e soluções como distribuidor de matéria prima para outros países. Nestes últimos anos a economia brasileira cresceu e com ela o poder de compra dos brasileiros.



O acesso a Internete (banda larga) por parte dos brasileiros, face a europa ainda é muito deficiente, mas esta tendência tende a reverter.


Os brasileiros estão muito desenvolvidos em relação ao uso e aplicação das novas tecnologias mas o preço destas praticado no mercado não é acessível a população.


Os brasileiros são um povo muito criativo e inovador, a criatividade é uma das armas que é muito usada como aliado do "Marketing" e o marketing depende da tecnologia para chegar e levar a comunicação a todo lado.


Povos sulamericanos como o Brasil, sabem que o caminho para se ganhar dinheiro está na Internet. Os programas de afiliados, adsense, venda de produtos na Internet, venda de banners, vendas de serviços e lojas online, são o caminho para se buscar o sustento do dia a dia e para isso têm qjue se estar ligado 24 horas por dia. Esta é uma vantagem das comunicações móveis com Internet.

Existem cerca de mais de 2.000.000 de americanos a viverem só dos rendimentos dos blogs. O segredo para o sucesso passa pelo domínio das interacções entre as redes sociais, os sites e blogs e o domínio do assunto, sendo que a página escrita em inglês é muito bém paga, face as outras linguas.


Quanto as páginas escritas e direccionadas para o mundo virtual na lingua de Camões, têm que ser em Português do Brasil, pois este é o mercado que define a facturação final do seu projecto.

Portugal, ainda vai no inicio deste grande negócio.


O Brasil é considerado uma praga no mundo virtual, mas a verdade é que até os professores universitários portugueses usam os exemplos e trabalhos desenvolvidos pelos criativos brasileiros e tudo isso é retirado da NET.


Este é o novo mundo do dinheiro, qualquer pessoa que tiver um computador ligado a NET e que seja criativo e perceba como este negócio funciona, pode ir longe sem ter que vender "nada", pois o seu produto é apenas a sua criatividade e o negócio é o assunto ou assuntos em questão, abordadas aleatóriamente, podendo o criativo até falar de "merda" cócó, xixi, mas é preciso traçar objectivos e o público alvo e a interacção com as redes sociais e outros blogs, para que o negócio floresça.


Em comparação ao Brasil, Portugal têm a tecnologia mais acessivel, mas falta a inovação e a criatividade para expandir os negócios gerados pela comunicação de forma a criar e a gerar lucros.


No que diz a produtos eletrónicos, o roubo, o mercado negro, a pirataria e as falsificações dos novos produtos, são um mercado muito lucrativo e uma dor de cabeça para as marcas, mas é onde a procura é maior e onde há maior violações das leis, inclusive a dos direitos de autor.

Analisando este texto, para quem não conhece o mercado, fica totalmente baralhado. Estamos a falar de vendas, físicas, virtuais e mesmo de lucros através de textos.



Por outro lado também, existem os seguidores das novidades tecnológicas, o que é muito bom para o mercado. estas pessoas estão sempre em cima dos acontecimentos e querem ser os primeiros a adquirirem as novidades. para elas não importa o preço e não se importam de entrar em longas filas para adquirirem as novidades. Elas querem é ser as primeiras e o preço não as assustam.


Aqui nesta parte da corrida à técnologia, encontramos muitos bloguistas, cujo objectivo é ter aparelhos que deêm respostas rápidas para os seus leitores. Telemóveis com câmaras pode enviar para a NET rapidamente uma imagem e se o novo aparelho 3G puder enviar um texto mais rápido que um PDA, vale a pena adquirilo, pois o mercado aqui é muito rápido.


Um exemplo disso foi a lei do tabaco em Portugal. Conheço a pessoa que publicou primeiro a notícia na Internet, quêm procurou a legislação caiu na sua página e ele teve o seu lucro.

Houve um individuo que tinha uma página a dizer que "MORREU MICHAEL JACKSON", sem ele estar falecido, quando MICHAEL morreu, as pessoas cairam aos milhares na sua página e ele teve um grande lucro naquele mês.


Este é só um exemplo de informações diversas que mostram que muitas pessoas vivem deste novo mundo virtual e que Portugal ainda vai no inicio.


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ser enganado nos Supermercados

Os supermercados são obrigados a manter preços visíveis para o consumidor e máquinas de leitura para códigos de barras. Eles se valem de alguns artifícios, baseados na falta de atenção do consumidor ou na forma de conduzi-los a uma conclusão errada. Com a leitura digital dos produtos é quase impossível acompanhar os preços das mercadorias que passam pelo caixa. Embora visível no monitor, as pessoas estão tão atarefadas em fazer com que as mercadorias passem pelo mesmo que não acompanham o preço nem a quantidade do produto. Com relação à quantidade existem poucas oportunidades de enganar o consumidor, mas se trata de algo bastante fácil no que se refere aos preços.
As máquinas leitoras de barras espalhadas pelo supermercado podem estar ligadas a outro sistema diferente daquele do qual o caixa faz parte. Isso quer dizer que o preço de um sistema pode ser diferente daquele que efectivamente cobra. Quando o consumidor consulta o preço na máquina de leitura um preço é exibido e ao passar pelo caixa é outro. Essa forma de lesão é comum quando se trata de promoção. Os preços constantes na máquina ou na propaganda são menores do que no sistema de cobrança.
As promoções são usadas para camuflar preços de produtos similares. Um produto que tenha diversos sabores pode exibir um preço de promoção e efectivamente ser cobrado dessa maneira. O produto cujo sabor é de maior saída tem seu preço original mantido. Sendo de maior saída é lógico que o cliente acredite que o mesmo está na promoção e termina por pagar um preço maior do que aquilo que o supermercado prometeu. Imagine o suco de marca ZZ que tem diversos sabores: maçã, morango, limão, etc. Todos os sabores, com excepção daquele de morango, estão com preço promocional. Como morango é um sabor de bastante saída, o consumidor é iludido pela propaganda e adquire-o sem saber do fato.
                                                                                  Imagem original: ganhardinheiro.
Este trecho, pertence à João Alberto Padoveze e chama-se: “Como enganar o consumidor ou como não ser enganado nas relações de consumo”. Vale a pena ver o original.

Ser enganado nos Supermercados

Os supermercados são obrigados a manter preços visíveis para o consumidor e máquinas de leitura para códigos de barras. Eles se valem de alguns artifícios, baseados na falta de atenção do consumidor ou na forma de conduzi-los a uma conclusão errada. Com a leitura digital dos produtos é quase impossível acompanhar os preços das mercadorias que passam pelo caixa. Embora visível no monitor, as pessoas estão tão atarefadas em fazer com que as mercadorias passem pelo mesmo que não acompanham o preço nem a quantidade do produto. Com relação à quantidade existem poucas oportunidades de enganar o consumidor, mas se trata de algo bastante fácil no que se refere aos preços.
As máquinas leitoras de barras espalhadas pelo supermercado podem estar ligadas a outro sistema diferente daquele do qual o caixa faz parte. Isso quer dizer que o preço de um sistema pode ser diferente daquele que efectivamente cobra. Quando o consumidor consulta o preço na máquina de leitura um preço é exibido e ao passar pelo caixa é outro. Essa forma de lesão é comum quando se trata de promoção. Os preços constantes na máquina ou na propaganda são menores do que no sistema de cobrança.
As promoções são usadas para camuflar preços de produtos similares. Um produto que tenha diversos sabores pode exibir um preço de promoção e efectivamente ser cobrado dessa maneira. O produto cujo sabor é de maior saída tem seu preço original mantido. Sendo de maior saída é lógico que o cliente acredite que o mesmo está na promoção e termina por pagar um preço maior do que aquilo que o supermercado prometeu. Imagine o suco de marca ZZ que tem diversos sabores: maçã, morango, limão, etc. Todos os sabores, com excepção daquele de morango, estão com preço promocional. Como morango é um sabor de bastante saída, o consumidor é iludido pela propaganda e adquire-o sem saber do fato.
                                                                                  Imagem original: ganhardinheiro.
Este trecho, pertence à João Alberto Padoveze e chama-se: “Como enganar o consumidor ou como não ser enganado nas relações de consumo”. Vale a pena ver o original.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Qualidade: Paga-se

Imagem original de: suachance


Os supermercados deveriam ser ambientes limpos. Porém, isso nem sempre é o que acontece.

Os supermercados armazenam e vendem alimentos ao público em geral.

Todos nós já presenciamos falta de higiene em mercados e algumas delas bem graves.

Antigamente eram mais comuns à sujeira e a presença de insectos nesses locais, hoje aqui em Portugal, o mais notório é a falta de higiene devido à má formação dos empregados.

Muitos dos nossos conhecidos supermercados que fazem anúncios publicitários alusivos à qualidade e a segurança de seus produtos alimentares, são os estabelecimentos mais precários e atentam contra a saúde do consumidor.

Aqui em Santarém, frequento alguns desses famosos Supermercados e observo os empregados.

Tenho constatado, que muitos dos empregados com melhor formação, são de pouca durabilidade naqueles espaços, pois não há um esforço por parte dessas grandes empresas de segurarem um bom funcionário. Infelizmente ser efectivo é cada vez mais uma utopia na vida de um trabalhador.

Além da falta de funcionários, já não digo os mais bem formados, mas em geral, nota-se claramente que as pessoas que estão à frente de um determinado sector não têm formação para exercer aquela função que lhe foi destinada.

À zona mais precária é sem dúvida a dos frescos. Muitas das vezes, para atenderem rapidamente dos clientes, à funcionária não põe as luvas e antes estavam segurando facas, utensílios metálicos e muitas das vezes à fazerem limpezas com produtos químicos e panos sujos.

Quando falta menos de uma hora para saírem, evitam atenderem os clientes. Esses funcionários tentam empurrar frescos já cortados, muitos dos quais não é o que o cliente pediu. O frango também é um exemplo. Assam aquela quantidade e mesmo que haja muita procura, dizem que já não há.

Muitas das vezes podemos observar que à partir das 20:45, já começa a ser difícil de encontrar um funcionário que nos atenda: Muitos deles encontram-se nas reposições de mercadorias e nas limpezas.

Sectores como o talho, peixaria e padaria encontram-se abandonados, levando na maioria das vezes o cliente a desistência por falta de atendimento. Ainda é mais vergonhoso quando “o Supermercado” se encontra num shopping, pois o horário de trabalho do edifício em si é até as 23:00 horas.

Este é o preço que se paga por serviços sem qualidade e por empregarem pessoas sem formação. Pois, qualidade paga-se.