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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Italianos querem demissão de Berlusconi

                                                                             Imagem de. opensanti
sexo poder fé e religião
Parece que os cidadãos italianos já estão fartos, o recente escândalo sexual que envolve Sílvio Berlusconi foi a gota de água para a maioria dos italianos.
A sexualidade de Berlusconi está a afectar gravemente a sua carreira, neste Domingo antes da mega manifestação, varias pessoas protestaram em frente ao tribunal de Milão, exigindo a demissão do primeiro-ministro.

Uma residente milanesa exige a demissão imediata de Berlusconi. “Ele tem de se demitir. Não há trabalho para os nossos filhos, para os nossos genros, nem para os nossos netos. É lamentável”.


Trechos de notícias da WEB.
Outro cidadão diz: “Basicamente pedimos duas coisas: primeiro que tudo ele deve demitir-se. Em segundo que compareça em tribunal como qualquer cidadão, em igualdade perante a lei”.
Entretanto, cerca de 1000 pessoas encheram o Teatro de Milão, numa iniciativa pro-Berlusconi.
O grupo exibiu roupa interior como forma de protesto por aquilo a que dizem ser puritanismo do povo italiano, no alegado caso entre Berlusconi e uma jovem marroquina, menor de idade.
A popularidade de Berlusconi ficou gravemente abalado e os “MIDIA” não o largam, jornais, revistas e filmes na Internet povoam o mundo virtual e os paparazzi não o largam.
Parece que “foi bom governar Itália”, foi bom enquanto durou e não adianta chorar pelo leite derramado.

Quanto a belíssima “MARROQUINA”, poderá ser a ascensão da sua carreira. A vida é assim mesmo: Uns caem outros sobem.
O texto original está em: euronews

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Agora é que a crise chegou em Portugal

Imagem original de: direitoeconomia

Falou-se tanto de crise durante anos, mas agora é para valer.
Vamos pagar pela corrupção, pela falta de fiscalização e pelo dinheiro mau investido da União Europeia.
Infelizmente a maior parte dos dinheiros da União Europeia, estão investidos no Brasil e Angola e em bancos como os de Luxemburgo.
A Indústria, à agricultura não desenvolveram, não foram criados mais empregos, vivemos uma faixada durante anos, e bons projectos apresentados por pessoas sinceras e honestas para o desenvolvimento de negócios no país não foram aprovados por estas não fomentarem a corrupção.
Eu gostava de ver, se o governo exigisse os dinheiros de volta e que as pessoas em questão dissessem que tiveram que dar um dinheirinho alí outro acolá para receberem os montantes da UE.
Acredito que centenas ou mesmo um milhar de pessoas metidas nos serviços, corriam o risco de perderem seus empregos ou então seria tudo abafado.
Tanta gente comprou jipes, terrenos, casas de praia, vivendas e etc. E o investimento no terreno? Onde é que está? Cadê? Mais empregos, onde? Formação profissional sem saída? Cursos profissionais para trabalhar aonde?
São perguntas sem respostas, são montes de interrogações??? Sem respostas.

Falemos de assuntos mais sérios.
Enquanto o mercado financeiro vive a instabilidade causada pela crise das dívidas públicas na União Europeia, uma bomba de efeito retardado está armada para explodir em parte dos 27 países do bloco: o endividamento privado. Em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Itália e Grécia, a soma das dívidas contraídas nos anos 1990 e 2000 por famílias e empresas varia entre 130% e 255% do Produto Interno Bruto (PIB), expondo o sistema financeiro ao risco das falências privadas.
A advertência mais recente para o problema foi feita pela agência de classificação de risco Fitch Ratings, em seu último relatório sobre a Espanha. A análise do risco, entretanto, não é nova. Dados do Escritório Estatístico das Comunidades Europeias (Eurostat) relativos a 2008 já alertavam para a dimensão do perigo instalado na economia no bloco.
Naquele ano, a dívida acumulada das famílias e das empresas em Portugal atingia 255% do PIB, um recorde continental. Na Espanha, o total representava 220% das riquezas do país. Desde então, esses números não sofreram alterações significativas. No Reino Unido, o endividamento está na casa de 185%. Na França, o volume de dívidas de companhias e famílias chega a 159% do PIB, à frente de países tidos como menos rigorosos, como Itália (138%) e Grécia (130%).
As informações são do jornal: O Estado de S. Paulo.