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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Portugueses solidários à força!!!

Esta notícia tirada de: "NEGÓCIOS", (À saída da cimeira europeia, o primeiro-ministro português fez questão de sublinhar a diferença nos percursos até agora percorridos pela Grécia, em contraponto com aqueles feitos por países como Portugal ou a Irlanda. Passos Coelho notou ainda que Portugal foi o país que mais ajudou, em termos relativos, a Grécia, e lembrou que Atenas beneficiou de condições que mais nenhum país teve.) dá o que pensar.

Vivemos num país pobre com excesso de políticos a ganharem excessivamente bem com vencimentos chorudos mais mordomias e regalias, acumulo de reformas que além de poderem se reformarem cedo com todos os direitos, estes ainda se encontram metidos em empresas e negócios pouco claros, alguns escondidos atrás de fundações, lavagens de dinheiro, vendas de empresas portuguesas, negócios chorudos com laboratórios e farmacêuticas, BPN, Submarinos, Pandurs, caso Oeiras, Freeport, Vistos GOLD, caso Moderna, tráfico de diamantes e marfim, Angola devolvida a custo zero e etc...

Os estrangeiros que acompanham os noticiários portugueses devem julgar que nós somos um povo corrupto e rico, pois os portugueses são dos povos que pagam por tudo até os pequenos e simples direitos como, manuais escolares, acesso a saúde, dentistas e outros serviços que deveriam ser por conta dos descontos e que o ordenado mínimo não contempla os mais carenciados. Na verdade até nos manuais escolares estão expressos as mudanças que favorecem terceiros para ganharem os seus rendimentos. Nestes últimos anos o programa educacional e a mudança de manuais mudaram diversas vezes a fim do Zé Povinho não poder pedir ao seu vizinho os manuais dos anos anteriores e poupar algum dinheiro. Quando se deu a notícia de reciclagem e aproveitamento dos manuais de forma a se poupar algum dinheiro, alguns empresários e voluntários investiram neste tipo de negócio, seja com cariz social ou comercial. De repente vários vídeos nas notícias foram transmitidos divulgando estas iniciativas. Na verdade, estas notícias incomodaram muitos autores e gráficas, que viram os seus rendimentos diminuírem significativamente.

Tudo isto, mostra claramente o aumento da pobreza no nosso país. As cidades estão desertas e vazias, o desemprego é galopante e a formação profissional tornou-se uma ocupação para desempregados que vivem dos 4,27 euros diários do subsidio refeição e assim estes formandos que são milhares estão dados como empregados, por outro lado, milhares de portugueses formados com fundos europeus e pessoais, foram-se embora para o estrangeiro devido a falta de oportunidades em Portugal.
Devido a esses acontecimentos, a diminuição do desemprego acontece, não por causa de postos de trabalho criados mais sim por causa da desertificação que está ocorrendo por todo o país. Se olharmos bem, o comércio está cada vez mais concentrado na Internet e não em lojas físicas, e a indústria abastecedora em Portugal de produtos diversificados, são todas chinesas que servem pequenos empresários portugueses e estes vendem os seus produtos a um teço do valor praticado nas lojas.

Na realidade, estamos a desenvolver cada vez mais a indústria asiática, pois os ganhos para quem compra os produtos é de mais de 500%, mesmo vendendo em Portugal por um terço do seu valor. 
Nos E.U.A, mais de dois milhões e meio de americanos vivem exclusivamente da Internet, principalmente dos BLOGS. Aqui em Portugal estes ganhos não são declarados e portanto é considerado branqueamento de capitais, quem perde é o "fisco" que não come nada e muita boa "gente" já abriu contas até em angola e na China para não pagarem cá os impostos ou serem descobertos.

Nesta última década, o congelamento das carreiras e dos ordenados da função pública e a diminuição dos salários dos funcionários privados, vieram a incentivar a perda do poder de compra e gerar cada vez mais pobres, enquanto os ordenados dos nossos políticos aumentaram significativamente, sendo assim não existe maneira da economia crescer nas cidades e no interior, pois quem têm algum fecha as mãos e o jovem vê o seu futuro comprometido enquanto os seus país que deveriam ajudar os avós tornaram-se também dependente destes.

Imagem de: A fofoqueira 

O governo hoje nos controla a informação, seja dos computadores, telemóveis e outros meios tecnológicos como os satélites, aqueles filmes de ficção dos anos 90 se tornaram reais. Tudo o que temos no computador não é nosso pertencem ao mundo virtual e este mundo está disponível assim como as nossas conversas pelo telemóvel, estas informações estão disponíveis em certos escalões da segurança nacional. Por isso é que relativamente a pouco tempo os E.U.A. foram acusados de espionarem países como Espanha, Brasil, Itália, Portugal entre outros. (ver CIA E NSA), ver também caso Documentos de Snowden).  

Segundo algumas fontes as comunicações do fixo e do telemóvel permanecem gravadas por dois anos, ou seja: Se falaste com a sua avó em Dezembro de 2013, esta gravação da sua conversa está lá e só depois dos 2 anos é destruída. Estas informações podem voltar contra você, caso esteja ligado a alguma investigação ou a algum assunto "relacionado" ou considerado  importante para as autoridades de investigação. A Internet passa-se o mesmo, tudo o que se visita pode se monitorizado por alguém e tudo o que está  on-line pode ser transformado em provas.  

Esta miscelânea de informação mostra claramente que somos policiados e mau pagos todos os dias da nossa vida, nem que seja pela vizinha, patrões e ladrões do bairro, mas que apesar das dificuldades que o povo português atravessa continuamos a sermos solidários a força. O governo empresta o nosso dinheiro suado e faz caridade com o sacrifício do "Zé", dinheiro este que na maior parte das vezes nunca é  devolvido mas depois o Zé povinho é premiado com mais um aumento de impostos. Somos pacíficos e generosos qualidades que fazem com que a nossa nação viva cada vez piore. 

Deixo aqui o meu abraço a este heróico povo português que aguenta mais sacrifícios que ouras nações, somos merecedores de estarmos incluídos no guinness world records.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cáritas apela à generosidade dos portugueses

Imagem cáritas:
crítica na aldeia
Crise
Cáritas apela à generosidade dos portugueses para ajudar quem tem menos recursos

O presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, apelou sábado à generosidade dos portugueses para ajudar quem tem menos recursos, lembrando que no país ainda há pessoas a ter "bons salários"

"Deixo o apelo às pessoas que tenham recursos que pensem nos outros que os perderam, porque no nosso país ainda há gente a auferir bons salários", exortou Eugénio Fonseca, pedindo às pessoas que confiem ao Fundo Social Solidário, regulamentado esta semana pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), ou "a qualquer outra instituição a sua solidariedade para que chegue àqueles que está a faltar o essencial para poderem subsistir".



Em Fátima, onde decorreu o Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, o dirigente reconheceu que o fundo, ao qual a Igreja Católica deu carácter de emergência devido à crise, "por muito rico que venha a ser" em termos de generosidade, "ficará sempre aquém daquilo que são as necessidades que nos estão a aparecer".



"Agora o fundo pretende, para além de dar contributos pecuniários, dar também contributos anímicos e ajudar as pessoas a encontrarem novas perspectivas, novos projectos de vida", declarou, sublinhando que "não se esgota apenas em dar dinheiro".



Esta semana, o porta voz da CEP, padre Manuel Morujão, anunciou que o fundo vai distribuir ajuda em áreas como a alimentação, vestuário, rendas de casa, propinas ou medicamentos, "vertentes que hoje são muito actuais".



"Espera-se que vá engrossando", afirmou aos jornalistas o responsável, à margem da Assembleia Plenária da CEP que se realizou em Fátima, sustentando que se trata "sempre de um fundo de convergência, mas para a distribuição, não é para acumular", e para responder às "urgências" através das Cáritas espalhadas pelo país.



Manuel Morujão acrescentou que o Fundo Social Solidário é uma forma de a Igreja Católica "responder de facto aos desafios" que a instituição e a sociedade têm pela frente.



Já no comunicado final da assembleia, os bispos esclareceram que o fundo "implica todos os cristãos", mas "visa todos os mais débeis e carenciados, sejam quais forem os seus credos ou origens".



"Pretende estar ao serviço das dioceses e paróquias, a quem compete apresentar situações e projectos, que fomentem a ajuda local e de proximidade, e iniciativas de promoção humana e desenvolvimento de capacidades das pessoas vítimas de situações de pobreza", adianta o comunicado, explicando que "a base financeira do fundo é assegurada por dádivas".



Número de pessoas atendidas aumentou de 5000 para 62 000



No último ano, em 13 dioceses do país, o número de pessoas atendidas pela instituição aumentou de 5000 para 62 000 pessoas. "De Outubro do ano passado para Outubro deste ano, em número de pessoas atendidas em 13 dioceses - e cada diocese em cinco paróquias, portanto já alargando mais o espaço - nós passámos de 5000 para 62 000", disse Eugénio Fonseca.



Segundo o dirigente, os números já analisados confirmam a tendência de "aumento significativo nalgumas zonas do país" do número de pessoas atendidas pelas Cáritas Diocesanas.



Eugénio Fonseca estima que, globalmente, haverá um acréscimo, face ao ano passado, de 20 a 30 por cento de pessoas que no último ano passaram a receber apoio da instituição, sublinhando, contudo, que estes valores não espelham a realidade, pois apenas se está a abordar casos de pessoas atendidas pela Cáritas.



Este texto pertence ao Diário de Leiria e mostra bem a realidade em que nos encontramos.

Quem puder ajudar, deve. Ser solidário e ajudar a quem precisa é lutar por um pais mais justo e para construir um futuro melhor.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

BULLING

Imagem original: revistagrandestemas
crítica na aldeia
BULLING ou bullying
Fazer pouco, agredir, intimidar, ofender e humilhar são as armas de muitos gangs e pequenos grupos que actuam nas escolas e fora delas.
O que para muitos era “normal”, coisa de criança e de adolescente é, na verdade, bullying - palavra em inglês que é usada com o sentido de zoar, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, humilhar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, discriminar e colocar apelidos maldosos.
A gravidade é que esse padrão de comportamento está longe de ser inocente. Trata-se, na verdade, de um distúrbio que se caracteriza por agressões físicas e morais repetitivas, levando a vítima ao isolamento, à queda do rendimento escolar, a alterações emocionais e à depressão. Depois do incidente.
O "bullying", palavra inglesa com difícil tradução para português mas com forte significado, consiste, na violência física e psicológica consciente e intencional exercida por um indivíduo ou um grupo sobre outro indivíduo, ou grupo, incapaz de se defender e que, em consequência de tal agressão, fica intimidado, afectando a segurança, auto-estima, equilíbrio e personalidade.
Com as novas tecnologias e com a diversidade de produtos multimédia existentes no mercado é impensável que as escolas não as utilizem a seu favor as câmaras de filmar, nos pátios e no exterior junto as escolas. Nestes casos as câmaras de filmar podem dissuadir maus comportamentos e corrigir determinadas posturas menos próprias dos alunos, no caso o “bullying".
Já sabemos que o desemprego está a aumentar, os trabalhos precários também e que criar um filho com a qualidade de vida que ele merece, está cada vez mais difícil, pois tal atitude depende de tempo e dinheiro para os pais.
Em casa, muitas das crianças ficam sozinhas. Isto acontece devido a incompatibilidade dos horários de trabalho com o da escola. Uma parte do desemprego deve-se sem dúvida as distâncias entre a escola e o trabalho.
Não é preciso pensar muito, Muitos dos pais têm pouca formação e descarregam suas frustrações, traumas e fobias em cima das crianças e muitas destas crianças crescem sem à presença dos pais e elas muitas vezes também são testemunhas de violência doméstica, sem falar de outros abusos que ocorrem em Portugal e no Mundo.
Sabemos que estas crianças e adolescentes que praticam o “bullying", reflectem um pouco daquilo que aprenderam em casa e nas ruas.
Lá se foi o tempo em que as mulheres ficavam em casa a criarem os filhos e o tempo em que os ordenados dos maridos eram o suficiente para viverem com alguma dignidade.
Portugal têm um nº reduzido de crianças e uma população envelhecida, neste momento Portugal, depende dos imigrantes para aumentarem a taxa de natalidade, fazer descontos e preencher os empregos de baixa renumeração salarial. Mas os imigrantes também trazem problemas, muitos deles têm fichas criminais, outros são fugitivos de países em guerra e outros estão nas mãos de máfias e tal como os portugueses acabam por terem que deixar os filhos muitas vezes sozinhos.
Além de ver adolescentes a extorquirem dinheiro e bens na saída das escolas, vejo crianças que transportam nas suas mochilas tabaco e fumam nas portas da escola, influenciando outros como factor de sucesso e independência. Aqui temos mais um problema que é o vício e para o vicio têm-se que arranjar dinheiro.
Também já tive a oportunidade de observar outros pais que elogiam a esperteza de seus filhos pelos objectos que eles trazem da escola, objectos estes que não foram adquiridos com dinheiro próprio mais sim pela violência e roubo.

Os efeitos do "bullying" podem ser vários. Baixa auto-estima, medo, pesadelos, rejeição da escola, insegurança, ansiedade, dificuldade de relacionamento interpessoal, dificuldade de concentração, diminuição do rendimento escolar, dores de cabeça ou de estômago, mudanças repentinas de humor, vómitos, urinar na cama, falta de apetite, choro, insónia, indiferença, aumento de pedido de dinheiro e até roubos em casa e surgimento de objectos estragados ou desaparecidos sem que seja dada uma explicação para tal.