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sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Luanda no passado
Notícias de ontem:
Jornal de Angola. Imagem de: dignow
Garcia Mendes Castelo Branco, em 1721, envia uma carta ao rei onde dá conta que Luanda "tem 400 visinhos". Paulo Dias de Novais trouxe para a cidade sapateiros, alfaiates, pedreiros, cabouqueiros, taipeiros, um físico e um barbeiro. Estes "visinhos" eram os sobreviventes, seus descendentes e os habitantes autóctones. No século XVIII Luanda era pouco mais do que uma aldeia.
George Tams, médico alemão escreve em 1854: "às oito horas, todos nos reuníamos ao almoço, que geralmente se compunha de mãos de vitela cozidas, vagens de pimenta fervidas em água (jindungo); ou de caracóis cozidos e algumas espécies de mariscos. Vinho tinto de Lisboa acompanhava a comida e no final serviam o chá. Ao meio-dia, tomávamos outra refeição que consistia de queijo e cerveja. Às seis horas era servido um suculento e variado jantar". Aqui está a origem da nossa "sopa e almoço".
O negócio da escravatura em Luanda dava altíssimos rendimentos. O famoso historiador Zuchelli, que tão bem descreve a cidade da época, diz que "um português médio tem ao seu serviço 50 escravos".
sexta-feira, 4 de março de 2011
Peixe, marisco e gansos eram o menu nas ilhas Channel, Califórnia, há 12000 anos - Ciências - PUBLICO.PT

Peixe, marisco e gansos eram o menu nas ilhas Channel, Califórnia, há 12000 anos - Ciências - PUBLICO.PT
As pessoas que viviam há 12000 anos nas ilhas Channel, perto da cidade de Santa Bárbara, na costa da Califórnia, alimentavam-se da fauna marítima e das aves que pousavam ali. Uma equipa de arqueólogos encontrou três locais com restos da fauna e com pontas de sílex utilizadas para caçar na terra e no mar. O fabrico não é conhecido na famosa cultura Clóvis, que se pensa ser responsável pela invasão humana do continente Americano. O estudo foi publicado na edição da revista Science.
Os materiais são feitos de sílex (Universidade de Oregon)
Há 12000 anos as Channel era diferente. O grupo de quatro ilhas do Norte do arquipélago, a algumas dezenas de quilómetros da costa da Califórnia, fazia um único pedaço de terra mais largo. O nível médio do mar era entre 50 e 60 metros mais baixo devido aos glaciares da última glaciação ainda não terem descongelado. As pequenas aldeias junto da costa alimentavam-se de gansos, corvos, albatrozes, mamíferos marinhos, peixes, mexilhões, caracóis marinhos e gastrópodes.
As pessoas que viviam há 12000 anos nas ilhas Channel, perto da cidade de Santa Bárbara, na costa da Califórnia, alimentavam-se da fauna marítima e das aves que pousavam ali. Uma equipa de arqueólogos encontrou três locais com restos da fauna e com pontas de sílex utilizadas para caçar na terra e no mar. O fabrico não é conhecido na famosa cultura Clóvis, que se pensa ser responsável pela invasão humana do continente Americano. O estudo foi publicado na edição da revista Science.
Os materiais são feitos de sílex (Universidade de Oregon)
Há 12000 anos as Channel era diferente. O grupo de quatro ilhas do Norte do arquipélago, a algumas dezenas de quilómetros da costa da Califórnia, fazia um único pedaço de terra mais largo. O nível médio do mar era entre 50 e 60 metros mais baixo devido aos glaciares da última glaciação ainda não terem descongelado. As pequenas aldeias junto da costa alimentavam-se de gansos, corvos, albatrozes, mamíferos marinhos, peixes, mexilhões, caracóis marinhos e gastrópodes.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Pollution monitoring

De tudo, um pouco: Pollution monitoring / Monitoração de poluição: "Snails fitted with heart monitors and motion sensors monitor pollution from an incinerator that burns sewage residue at the Vodokanal state ..."
Caracóis acoplados a monitores cardíacos e sensores de movimento monitoram a poluição de um incinerador que queima resíduos de esgoto na companhia Vodokanal State Utilities na periferia de São Petersburgo, na Rússia.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Caracóis fazem vistoria "RUSSIA".
Esta imagem e a matéria original, são de propriedade Jornal Floripa.
Funcionário de empresa russa alimenta carol com alface; molusco está sendo usado para o controle de poluentes Kirill Kudryavtsev/AFP
DA FRANCE PRESSE. Veja a restante notícia.
Funcionário de empresa russa alimenta carol com alface; molusco está sendo usado para o controle de poluentes Kirill Kudryavtsev/AFP
DA FRANCE PRESSE. Veja a restante notícia.
Rússia «recruta» caracóis para monitorizar poluição no ar.
Uma empresa de tratamento de água russa «recrutou» caracóis africanos gigantes para usar sensores que ajudarão a monitorizar a poluição do ar num incinerador de resíduos de esgoto em São Petersburgo.
Os caracóis do género Achatina, com cerca de 20 centímetros de comprimento, foram escolhidos para a função por apresentarem pulmões que filtram o ar como os humanos.
Os moluscos receberam monitores cardíacos e sensores de movimento e as medidas serão comparadas às de um grupo de controlo, segundo a porta-voz da Vodokanal, Oksana Popova.
A iniciativa gerou críticas da Greenpeace. Segundo o activista Dmitry Artamonov, que coordena o gabinete do grupo ambientalista na Rússia, a queima desse tipo de resíduo emite dioxinas, um componente tóxico. «Não sabemos se os caracóis terão cancro, mas isso não vai acontecer tão cedo e não seremos informados sobre isso pela Vodokanal», comentou.
No ano passado, activistas do Greenpeace foram proibidos de entrar na Vodokanal para recolher uma amostra de água para análise.
Informação “DIÁRIO DIGITAL”
Imagem de: libertypundits
Veja mais notícias em: NEGÓCIOS DE CARACÓIS
domingo, 21 de novembro de 2010
HACCP
Imagem original. josephmorgan.ws

Implementação de sistemas de HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) ou (Hazard Analysis Critical Control Point ou APPCC)
No que toca à aplicabilidade da metodologia HACCP como forma de analisar metodicamente todo o processo e de determinar de modo exacto todos os potenciais perigos existentes, conclui-se que:, São altamente recomendáveis todas as boas práticas descritas anteriormente, actuando estas como medidas de controlo no decorrer dos diversos processos;, Os terrenos devem ser alvo de um período de descanso e de uma limpeza. A estabilização dos mesmos deve ser efectuada, por exemplo, através da aplicação de cal viva. Desta forma, são possíveis terrenos mais férteis e saudáveis para posteriores nengordas;, É de extrema importância a elaboração de cadernos de encargos, onde são registadas todas as operações diárias realizadas.
Só assim é possível executar um tratamento estatístico dos dados e perceber, por exemplo, o efeito das variações climatéricas na biologia do animal. E desta forma melhorar os processos internos;, Tendo em conta que em explorações intensivas o alimento disposto naturalmente ao caracol é insuficiente, existe a necessidade de complemento alimentar através de ração composta.
Neste caso, pode ser usado o milho e a soja, não descurando a importância do fornecimento de cálcio; Considerando a vulnerabilidade biológica do caracol quando afectado por algum tipo de contaminação biológica, este sucumbe quase de imediato. Daí que não tenha sido identificado nenhum tipo de patogénico alimentar humano em níveis considerados inaceitáveis;, Em relação às contaminações químicas, aí sim consideraram-se relevantes e com significância elevada. No fundo, estamos a trabalhar num terreno agrícola, onde não conhecemos completamente o passado das terras e, sobretudo, as alterações/contaminações a que estão sujeitos os lençóis de água de abastecimento (por norma o abastecimento de água é realizado através de captações próprias). É importante a monitorização dos valores analíticos deste elemento.
Não descurando a legislação que enquadra o caracol como elemento sujeito a controlo analítico no que respeita à microbiologia (gastrópode vivo), considera-se da maior relevância, do ponto de vista da segurança alimentar, ter igualmente em conta a presença de elementos químicos neste molusco. Como forma de avaliar aquilo que se designa por ponto crítico de controlo (PCC), aconselha-se a realização de uma análise laboratorial a uma panóplia
de substâncias químicas – pesticidas (p.ex. piretróides), imediatamente antes de iniciar a apanha do animal para venda. Conseguiremos, assim, ter uma garantia fiável de que aquilo que se irá comercializar é seguro para o consumidor.
Fernando Amaro, coordenador técnico de Higiene e Segurança Alimentar do
O sistema HACCP é uma importante ferramenta na protecção alimentar, consistindo num método preventivo. A sua implementação previne/minimiza os riscos alimentares, através da eliminação ou redução da probabilidade de ocorrência de uma eventual toxinfecção alimentar. A análise de potenciais perigos para a saúde dos consumidores nas actividades do sector alimentar, a identificação das fases/ locais onde esses mesmos perigos podem ocorrer e a decisão de quais são críticos para a saúde do consumidor são os principais objectivos do HACCP. Esta metodologia permite que as entidades se focalizam nas fases e condições de produção críticos para a segurança alimentar, assegurando através do seu controlo que os seus produtos são seguros em termos de saúde dos consumidores.
O HACCP é passível de adaptação às diferentes necessidades de gestão de cada entidade, aplicável a todas as fases da produção, transformação e distribuição de géneros alimentícios, independentemente do tamanho da organização.
Qualidade alimentar na criação de caracóis
Imagem original: agranelemaisbarato

A SEGURANÇA E A QUALIDADE ALIMENTAR É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA NA CRIAÇÃO DE CARACÓIS.
Este tipo de exploração exige muitos cuidados na sua produção.
O caracol, este gastrópode necessita de humidade e temperatura amena, estes são requisitos ideais para a sua produção e também para a propagação de doenças. Assim, existe a necessidade de manter as instalações sempre limpas, sem excrementos, restos de alimentos e de animais mortos para, deste modo, evitar ao máximo o aparecimento de doenças. Não podemos esquecer que os campos agrícolas estão cheios de pesticidas e químicos e algumas áreas do solo contém águas contaminadas.
Quando pedir um petisco desta natureza, sejam caracóis, pernas de rãs ou lesmas fritas, lembrem-se da segurança alimentar.
sábado, 25 de setembro de 2010
Negócios de caracóis.

Negócios de caracóis.
À maior parte dos caracóis continuam, vindo de "MARROCOS", existem empresários portugueses que facturam mais de 1.000.000,00 (um milhão de euros) anuais com estes pequenos invertebrados.
Esta espécie "marroquina de caracóis", não merece a concorrência portuguesa, devido os baixos preços de comercialização e também lembramos que esta espécie de caracóis marroquinos, são mais vorazes sexualmente e aliado ao clima de Marrocos a sua reprodução é mais rápida.
Os caracóis portugueses são maiores, mas menos reprodutivos, mas também são mais saborosos na confecção.
A maior parte deste gastrópode que é fornecido aos restaurantes e cafés do nosso país, não são devidamente controlados e não se sabe ao certo se são saudáveis ou se trazem com eles algum químico anti predadores.
Este é um óptimo negócio para fomentar em Portugal e também para criar legislação através de associações próprias para o efeito.
Portugal pode competir contra os preços mais baixos da concorrência se apostar na qualidade e na saúde do consumidor.
Dizem os conhecedores que o caracol "DO RIBATEJO" é mais saboroso devido ao clima e as pastagens.
PS.
Por outro lado, há criadores marroquinos que dizem que são feitas regularmente análises sanitárias para garantir a qualidade dos animais. Transportados vivos até Portugal. Eles são transportados em camiões frigoríficos.
Dizem que os caracóis são fiscalizados pelas autoridades sanitárias em Tanger e em Algeciras (Espanha).
Resta-nos acreditar que sim, mas existem dúvidas por parte de muitos consumidores, que são chegados aos importadores. Alguns compradores acham estranho que alguns fornecedores trazem os caracóis sem qualquer rótulo, origem nem definições.
Até o momento, parece que ninguém sofreu qualquer envenenamento ou teve que fazer uma lavagem ao estômago.
"É PRECISO PROTEGER OS RECURSOS"
A apanha de caracóis nos campos foi há muito ultrapassada pelas importações de países como Espanha, Marrocos ou Tunísia. Hélder Spínola, líder da associação ambientalista Quercus, diz que as espécies que vivem em meio selvagem que são comercializadas em Portugal não garantem a sustentabilidade do mercado. “O Estado deveria proteger os recursos naturais, como é o caso do caracol, com mais cuidado. Não existe fiscalização desta actividade em Portugal e era importante que isso acontecesse. Não há limites em relação às quantidades que podem ser apanhadas.”
Spínola alerta ainda para o risco da contaminação dos animais por pesticidas: “Há muito pouca informação sobre o uso de químicos nos campos.”
Quanto ao comerciante de caracóis em Portugal, está sujeito á muitos factores que podem ou não aumentarem o lucro.
O caracol está disponível no mercado nos meses de MAIO, JUNHO, JULHO e AGOSTO. No inicio o preço de mercado é mais baixo e com hipóteses de negociar preço e quantidade, no último mês a produção já está em baixa e a oferta é menor, isto faz com que os preços aumentem para todos e acaba por pesar no bolso do cliente final.
Por sua vez, as chuvas nestes meses, é bom para o caracol, mas é mau para quem vende, pois afasta os clientes.
Existem vários preços praticados no mercado e a ideia não é levar muito caro, mas fazer o cliente tomar uma boa quantidade de bebidas frescas, no caso à “IMPERIAL”.

Imagem original: madeinportugal
Normalmente, o comprador paga a quantia de 2,50 euros o quilograma de caracóis e vende o pratinho na casa dos 3,00 aos 3,50 euros e à travessa 5,00 euros. Podemos dizer que num lugar de passagem, o lucro é fabuloso. Em certas zonas, ainda há outro tipo de negócio, o dono do estabelecimento é abordado pelo cidadão comum, que vende os caracóis aos 2,00 euros o quilo e sem factura, isso aumenta substancialmente o lucro.

Imagem original: madeinportugal
Normalmente, o comprador paga a quantia de 2,50 euros o quilograma de caracóis e vende o pratinho na casa dos 3,00 aos 3,50 euros e à travessa 5,00 euros. Podemos dizer que num lugar de passagem, o lucro é fabuloso. Em certas zonas, ainda há outro tipo de negócio, o dono do estabelecimento é abordado pelo cidadão comum, que vende os caracóis aos 2,00 euros o quilo e sem factura, isso aumenta substancialmente o lucro.
O segredo de um bom petisco é sem dúvida o tempero. Existem mais de 1000 maneiras de fazer caracol, mas cada casa têm a sua, sabemos apenas que além dos ingredientes correntes, a malagueta e a água mineral é uma delas, os outros segredos, cabem vocês descobrirem ou inventarem.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Festval de caracóis
Festival do Caracol Saloio com milhares de visitantes
A 11.ª edição do Festival do Caracol Saloio, em Loures, que decorreu de 16 a 26 de Julho, contou com a presença de milhares de visitantes e apreciadores do famoso gastrópode. O evento contou com a participação de 11 restaurantes que disponibilizaram diversas ementas confeccionadas à base de caracóis e caracoletas.
Reconhecido como um grande evento gastronómico a nível nacional do popular gastrópode, o Festival do Caracol Saloio contou com a participação de 11 tasquinhas, que serviram a já habitual variedade de pratos cozinhados exclusivamente com caracóis e caracoletas: Apolo 78, Atelier de Cozinha Michel, Briónia, Café Primavera, O Grelhador, Ímpar, Lebre, Limiano, Ludecénio, Salero e Xurrasku’s.
Durante os onze dias do certame, e para além dos tradicionais caracóis cozidos e caracoletas assadas, os visitantes puderam deliciar-se com pratos como o Rancho de Caracoleta, Creme Aveludado de Caracóis com Gengibre, Caracoleta à Lagareiro, Pataniscas de Caracol, Farinheira com Ovos e Caracóis, Espetadas de Caracoleta com Enchidos, Massinha de Caracol e Chili de Caracoleta, entre outras.
Uma novidade na concepção dos pratos foi a substituição do gás por placas de indução em todos os restaurantes participantes, alteração executada pela empresa Appliance ARTS, um dos patrocinadores do evento. Esta alteração permitiu reduzir o gasto de energia entre 35 a 40%, além de ser um método mais seguro.
No último dia do Festival do Caracol Saloio foram entregues os certificados de participação a todos os restaurantes e patrocinadores do certame, um evento que contou com a presença da Vereadora do Gabinete de Turismo da Câmara Municipal de Loures, Emília de Figueiredo.
Notícia original: Jornal de Camarate
quinta-feira, 24 de junho de 2010
CARACÓIS. Um negócio de verão
O verão está aí e a corrida aos caracóis já começaram.
Aqui na zona de São Domingos em (SANTARÉM), numa nova urbanização que outrora era uma quinta, encontram-se pela manhã muitas pessoas pessoas à procura do mesmo: "CARACÓIS", estas pessoas na sua maioria são desempregados e vão a caça ao caracol. Alguns investem seu tempo livre para arranjarem um bom petisco e outros são com objectivos comerciais, ou seja: Vender para a tasca ao lado.
Neste momento o ganho médio é de: 2.50 por quilograma.
Deixo aqui uma receita para cozinharem os ditos rastejantes.
Um petisco de verão.
Caracóis
Azeite
Vinagre
Alhos
Salsa
Orégãos (frescos)
Caldo de carne (opcional)
Louro (fresco)
Sal e pimenta
Muito importante: Deve ser cozinhado em água mineral e cozinhar lentamente em lume baixo durante quase 2 horas.
Convêm deixar os caracóis sem comer uns bons pares de dias antes de os cozinhar. Depois devem ser infinitamente bem lavados em várias águas. Deixam então de molho em água com sal e vinagre durante umas horas. Durante este tempo é aconselhável mexe-los de vez em quando. Passadas as tais horas, lavam-se novamente em várias águas e muito bem.
Ponha os caracóis juntamente com água, azeite, alhos (dentes inteiros), salsa, pimenta e o louro. Salgue levemente. Após ferverem um pouco, deite o caldo de carne e os orégãos. Enquanto fervem vá retirando a espuma com uma escumadeira. Por fim corrija o sal.
Ver mais em: CARACÓIS
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