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terça-feira, 1 de março de 2011

As 7 Maravilhas da Gastronomia


                                                           Imagem de: anajesusribeiro
Notícia de: jornaldamealhada
Câmara candidatou o Pão e o Leitão da Mealhada às 7 Maravilhas Gastronómicas


A Câmara Municipal da Mealhada candidatou o Pão e o Leitão da Mealhada às “7 Maravilhas da Gastronomia Nacional” – uma iniciativa promovida pela marca “7 Maravilhas”, que vai divulgar e promover o património gastronómico nacional, reconhecido e apreciado em todo o mundo pela sua diversidade. “A Mealhada é um destino gastronómico de excelência. Era impensável não candidatarmos o nosso pão e o nosso leitão às Maravilhas Gastronómicas”, afirma a vice-presidente da autarquia, Filomena Pinheiro.

“Da mesma forma que não hesitámos em candidatar a Mata Nacional do Bussaco às "7 Maravilhas Naturais de Portugal" (e note-se que a Mata foi uma das 21 finalistas, conseguindo uma excelente votação), também não tivemos dúvidas sobre esta candidatura. A Mealhada é um destino gastronómico de excelência e o nosso leitão é conhecido além-fronteiras. Obviamente que tinha que ser candidato às Maravilhas da Gastronomia”, argumenta Filomena Pinheiro, considerando o Leitão da Mealhada como “um dos pratos de referência da mesa portuguesa”. “Afinal, quem não conhece o nosso leitão?”, interroga a autarca.

O leitão será candidato na categoria carnes, enquanto o pão será candidato na categoria entradas. “O pão da Mealhada é único. Nós sabemos que ele é vendido e conhecido em todo o país, apesar de considerarmos que não é o original. O original, cozido em forno de lenha, é feito cá, no nosso concelho. Ainda assim, é um produto distinto do nosso património gastronómico, uma das "nossas" quatro maravilhas gastronómicas, e um forte candidato à categoria entradas”, considera a vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada.



7 Maravilhas da Gastronomia serão divulgadas no mês de Setembro em Santarém.

A iniciativa "7 Maravilhas da Gastronomia Nacional" foi dada a conhecer pelo presidente das “7 Maravilhas”, Luís Segadães, no dia 7 de fevereiro, em Santarém – cidade que tem conquistado o título de capital da gastronomia, razão pela qual será o palco da revelação dos sete pratos mais votados pelos portugueses em Setembro próximo. “As artes culinárias constituem um património intangível, testemunho da nossa identidade cultural e são um factor decisivo na escolha de Portugal como destino turístico. Em 2011 damos a conhecer um Portugal mais rico, mais saboroso e sempre ao gosto de cada um”, afirmou Luís Segadães.

O processo de eleição das “7 Maravilhas da Gastronomia” começou no dia 7 de fevereiro, com a abertura da fase de candidaturas no site oficial (www.7maravilhas.pt), e termina a 27 de março. As candidaturas serão organizadas pelas 10 regiões do país e em sete categorias: entradas, sopas, carnes, caça, peixe, marisco e doces. Após um processo de selecção por parte de 70 especialistas, para chegar a uma lista de 70 pré-finalistas, e posteriormente por um painel de 21 personalidades notáveis, a lista das 21 “maravilhas” finalistas será apresentada no dia 7 de maio de 2011.

A votação pública por SMS, chamada telefónica, internet e facebook decorre de 7 de maio a 7 de setembro de 2011, e as “7 Maravilhas da Gastronomia” serão reveladas ainda no mês de Setembro, na cidade de Santarém. A representatividade geográfica do país é assegurada através da presença no mínimo de um finalista de cada uma das dez regiões do país. Os sete vencedores serão revelados numa cerimónia única, a transmitir em directo a partir de Santarém pela RTP, televisão oficial das “7 Maravilhas da Gastronomia”. A declaração oficial será mais uma vez apresentada por Catarina Furtado e José Carlos Malato.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Centros Históricos, decadentes.

Centros Históricos, decadentes.
Santarém após um ano de dificuldades e de crise, recomeça o mês de Janeiro com muitas dificuldades.
Este maravilhoso centro histórico, começa cada vez mais a mostrar as fraquezas das suas estruturas comerciais. O abandono e a desertificação em pró das novas construções na periferia, veio agravar cada vez mais a vida na cidade velha e histórica.
As zonas industriais levaram o comércio para fora da cidade, comércio que outrora obrigava os senhores do dinheiro a entrarem na cidade e a movimentarem todo o comércio local.
O comércio de quartos, que na maioria das vezes não era declarado, também está acabando por falta de condições de habitabilidade, pois o património antigo encontra-se emparedado e degradado devido as baixas rendas e do congelamento das mesmas.
A maior parte das lojas do centro histórico, apresentam prejuízos todos os anos, mas mantém as portas abertas devido as baixas rendas. Um dos factores que obrigam os comerciantes a continuarem é a idade, pois eles não têm direito ao desemprego, resta-lhes esperarem pela idade da aposentadoria.
Há quem fale de comércio de “fachada” para encobrir a verdadeira origem dos rendimentos, mas isso é outra história.
Com a abertura das novas superfícies, com melhores acessos rodoviários e melhores condições que vão ao encontro das necessidades e desejos do consumidor, Santarém assim como muitas das cidades históricas deste país, fica muito aquém das expectativas e da oferta de serviços de qualidade.
Neste mês de Janeiro, a impressão que temos é que é o mês das férias. As lojas e as ruas da nossa bonita cidade estão completamente vazias, sem falar que o nosso famoso comércio tradicional agora abre as 10:00 horas e fecha exactamente as 19:00 horas,
A criminalidade aumentou significativamente devido a desertificação dos centros históricos e as pessoas já começam a terem medo de andarem a noite em ruas como a “SERPA PINTO” (rua direita) ou mesmo pelas travessas a noite que se encontram sem iluminação, como é o caso da TRAVESSA DAS CONDINHAS, onde se situa a ACADÊMICA DE SANTARÈM.
As belíssimas calçadas portuguesas encontram-se também em ruínas devido ao abuso excessivo de carros estacionados em lugares proibidos como o caso da Rua dos Correios, ERNESTO DR; TEIXEIRA GUEDES E GUILHERME DE AZEVEDO.
Quanto aos estacionamentos da cidade, o uso continua abusivo, as pessoas não estão pagando os “PARKÍMETROS”, atrás da Igreja de São Nicolau e no Largo dos Rapazes, prejudicando aqueles que pagam e o comércio local de restaurantes, obrigando assim o potencial cliente a se deslocar para outra freguesia.
E assim vamos vivendo numa cidade de fantasia e não numa realidade. Brincamos aos empresários e ao faz de conta quando na realidade as coisas vão muito mal.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Incêndios em Lisboa e Portugal a cair.


Polícia Judiciária investiga fogos em prédios devolutos

De acordo com um estudo feito em 2008 pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, a maior parte dos cerca de 4600 prédios devolutos de Lisboa pertence ao Estado e à Santa Casa da Misericórdia. "Esta é uma situação ainda mais anormal, porque o Estado devia preservar o seu património", critica Fernando Curto.
Os sem abrigos, que são cada vez em números maiores, invadem por uma questão de sobrevivência os prédios e casas devolutas para se aquecerem fazem uma fogueira e o resto já sabem.
Por sua vez, os senhorios: Deitam fogo aos seus prédios ou para receberem o dinheiro do seguro ou para poder vender o terreno.
Para se preservar um património é preciso dinheiro e se não há, não adianta ameaçar o senhorio. Só se o senhorio for mágico e fazer aparecer dinheiro, o que eu não acredito.
Por sua vez, as pessoas que vivem em prédios degradados é porquê não têm alternativa, mas a maioria das pessoas não vivem e querem uma indenização pelos muitos anos de pagarem uma esmola ao senhorio.
Por esta e por outras Portugal vai sempre perder o seu património e os turistas não querem levar com um pedaço do telhado em suas cabeças.
Infelizmente, quando algum governo acordar, Portugal já terá perdido a maior parte do seu património histórico e cultural.
Se o governo quizesse fazer alguma coisa pelos proprietários deste país, era só seguir o exemplo dos "Bombeiros", fazer a contagem por distrito e depois fazer o levantamento dos proprietários e inquilinos.
A maioria destas casas já não têm contadores de água e eletricidade, por isso sabemos logo que o inquilino não mora lá. A solução passa por obrigar assim o inquilino devolver a casa ou fica sujeito a pagar 500% de aumento de renda, já que a maioria destas rendas são inferiores a 15,00 euros.
Tenho a certeza que devolviam logo a casa.
Agora obrigar o senhorio a fazer obras, ou o senhorio contratar um advogado que leva uma fortuna e um tribunal que demora anos a resolver essas questões é impensavel.
Perde assim o governo, que não aumenta as receitas e perde o senhorio que têm apenas um elefante branco a cair, cujas receitas são quase toda para o estado.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Aumentam os assaltos nos centros históricos

Imagem original: osascoeregiao

Aumentam os assaltos nos centros históricos



Comerciantes dos centros históricos cada vez estão mais preocupados.
O caso de Guimarães é um bom exemplo da vaga de assaltos pelo país.
A desertificação e o património envelhecido não cativam os clientes nem os estudantes, o que passa a se um óptimo negócio de oportunidades para os gatunos, que se sentem a vontade para praticar os roubos, muitos deles de grande violência física.
Por outro lado: Temos comerciantes que cobram valores muito elevados em relação a concorrência, não dão facturas e muitas das mercadorias, principalmente comida encontram-se deterioradas.
O aumento de impostos sobre o património, só vai agravar situações destas e vai fomentar a destruição do mesmo e a fuga ao fisco.
O comércio tradicional sobrevive na sua maioria devido as baixas rendas, mas mesmo assim muito deles apresentam todos os anos prejuízos avultados, mas os arrendatários dessas lojas passeiam, almoçam, lancham, tomam o pequeno-almoço e possuem várias viaturas, muitas delas são viaturas de “TOPO”.
No centro de Santarém ouve algumas actividades suspeitas nestes últimos anos, casas incendiadas, comércio assaltado, algumas das casas foram 3 vezes roubadas. O curioso é que muitas dessas casas estavam a trespasse, permuta, venda e acima de tudo davam prejuízos.
Uma das situações insólitas foi o caso de um comerciante que ralhou com um vizinho, quando soube que este tinha chamado a polícia. Avisou-o que ele devia ter ficado quieto e não alertado os agentes da lei.
Outro comércio, antes de fechar, o comerciante em causa, neste momento aposentado, deixou o seu armazém de monos aberto à noite e foi descansadinho para casa a espera que os gatunos convenientes fizessem uma oportuna visita ao seu estabelecimento.
Existem lojas que dão como roubadas as peças mais caras do estabelecimento, mas nesse dia, na montra só estão produtos de 3ª.
É claro, o seguro, Depois é só vender as peças caras para amigos pela metade do preço, mas isso não se diz, apenas sabe-se.

Por tudo isso e muito mais, o comerciante honesto vai sofrendo com a desertificação, as grandes superfícies dão talões e facturas sem que o cliente precise pedir.
Alguns comerciantes vendem os seus produtos sem factura, pois eles foram também comprados sem factura, mas levam muitas das vezes o dobro das grandes superfícies.
O cliente enganado já não volta a fazer compras naquele estabelecimento, acabamos assim todos por pagar a factura da mal formação de alguns comerciantes.



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Património português continuará à cair

Tabela de:.inverbis./coeficienterenda


Infelizmente o não aumento do coeficiente que permite aumentar as rendas em 2010 e a atribuição de um aumento de 0,30 cêntimos por cada 100,00 euros de renda, condena os Centros Históricos a tornarem-se verdadeiras ruínas.
A carga fiscal em cima dos senhorios com rendas baixas é demasiadamente elevada. Existem senhorios que paga para os inquilinos viverem em suas casas, os impostos e as contribuições sobre imóveis são superiores aos ganhos anuais. Isto faz com que muitos senhorios deixem de pagar seguros. Em caso de incêndio nas cidades velhas, jamais o património poderá ser recuperado com a traça original e depois devido os problemas de estacionamento e o fraco comércio tradicional mais a desertificação natural, faz com que não haja investidores. Como se não bastasse estes problemas, a abertura de negócios nas cidades históricas exigem um investimento muito grande, não só em projectos e licenças como também pelas pequenas divisões existentes nas casas antigas, salvo "ÓBIDOS" que é um excelente exemplo de conservação de uma cidade histórica, onde o comércio trabalha num património não modificado, estas casas funcionam com as mesmas dimensões de à 100 anos.
ÓBIDOS sem dúvida deveria ser um exemplo para todo Portugal, pois o que é típico é que é histórico e de interesse para o turismo nacional. Podemos também aprender com os espanhóis pois eles são um bom exemplo de gestão turística e os portugueses pagam e deixam lá muito dinheirinho para ver coisas recuperadas que temos cá.

Quanto as rendas baixas, existem muitos senhorios com rendas inferiores à 20,00 euros e alguns com menos de 2,00 euros de renda. Ora! Temos que ver que a mão de obra facturada por um profissional da construção civil é cerca de 25,00 euros hora, fora o material. Isto faz com que o investimento dos senhorios no Centro Histórico, seja muito mal negócio, sem falar que a maioria não têm dinheiro nem para recuperar à casa onde vivem, quanto mais fazer obras a favor de inquilinos que têm mais poder de compra que eles.

Outro factor que desmotiva e condena os Centros Históricos são sem dúvidas os inquilinos não residentes. Estes já vivem em casas modernas e confortáveis mas não entregam as casas velhas por causa das rendas baixas, usam na sua maioria, as casas para guardarem mónos, ou seja à casa serve de armazém.
Por sua vez o senhorio sabe disso e sabe que estas casas têm a água e a luz desligada à muitos anos, também sabe que o inquilino aparece ali uma ou duas vezes por ano. só que um processo em tribunal é caro e moroso, muitas vezes superiores aos rendimentos do senhorio. A única solução é fazer uma inspecção e ver caso a caso os problemas do património e da mesma forma que o governo exige obras do senhorio, exigir também aumentos significativos dos inquilinos que lá não vivem e que impedem o progresso da cidade.

Quantos aos aumentos: É realmente uma vergonha. Imaginem que no primeiro caso o governo aprovasse um aumento de 500% para rendas até 20,00 euros. Aqui teríamos uma renda de 100,00 euros mensais, ganhava o governo com os impostos e o senhorio que poderia fazer algumas melhorias. No caso de 2,00, teríamos um aumento para 10,00 euros, pelo menos seria um aumento significativo e pouco à pouco ia-se dando vida aos centros históricos.

Com a actual crise, seria óptimo para todos, inclusive para as seguradoras que fariam mais seguros.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Património em risco

Imagem original: Correio do Ribatejo, 05 Março 2010 10:32

Este ano o tempo foi ruim para o património português, infelizmente caíram muitas casas e algumas delas com interesse histórico.

As casas situadas nas barreiras como as da rua de Santa Margarida em Santarém foram vítimas de deslizamentos de terras e muitas constituem um perigo para aqueles que lá vivem.

A C.M.Santarém, pede agora para que os restantes moradores para saírem de suas casas, três das quais já foram demolidas.

É claro que situações como estas não são vistas por bons olhos, estamos a falar de um investimento por parte das famílias que pagaram impostos durante anos, sem falar no valor do imóvel.

Alguns moradores reagiram com perplexidade e indignação, pois asseguram que as suas habitações não estão em perigo eminente, não apresentam fissuras nem se encontram à beira da escarpa.

Alguns não têm para onde ir e outros esperam pelo menos receber contrapartidas.

Infelizmente vivemos uma época difícil e situações como estas não podem ser vistas com ânimo leve, não se pode simplesmente sair de uma casa e morar na rua.

“Tenho a minha casa arrendada com um contrato de cinco anos. O que é que eu vou dizer aos inquilinos?”, interrogou a proprietária de uma residência.

Logo, outra considerou: “Eu não arrendei a minha casa por verificar que tinha falta de segurança, mas continuo a pagar o imposto municipal. Sei que deve haver casos mais graves do que o meu, mas é preciso resolver todas as situações em concreto”.

Sem resposta imediata para todas as questões, António Valente disse que a Câmara irá procurar soluções caso a caso e aconselhou os moradores a contactar o pelouro de Acção Social. Todavia, adiantou, “a Câmara não tem casas para dar às pessoas”, por isso, “quem tiver condições para encontrar uma habitação alternativa terá que o fazer, porque nós só iremos acudir aos casos socialmente mais complicados”. Texto original: O Ribatejo.


Segundo o Jornal Expresso estes são:

Os números do património.

3297- Imóveis classificados em todo o território português

793 - Edifícios classificados como Monumentos Nacionais

2085 - Edifícios estão classificados como imóveis de interesse público

13 - Classificações de Património Mundial inscritas na lista da UNESCO. Um terço está em risco.

Alexandra Carita (texto)

Domingo, 4 de Janeiro de 2009 (publicação)


O MIRANTE

Os deslizamentos de terras que se fizeram sentir nas encostas de Santarém na última semana levaram o município a solicitar que os moradores de algumas casas da rua de Santa Margarida, situada junto ao antigo Teatro Rosa Damasceno, abandonem as suas residências e se alojem provisoriamente noutros locais.

Também desde as 21h30 de domingo, dia 28, o troço da Estrada Nacional 114 entre o Convento de Santa Clara e a Ponte D. Luís está encerrado ao trânsito devido à queda de pedras da grande dimensões provenientes da encosta. Um desses calhaus atravessou mesmo a estrada mas não atingiu qualquer viatura.

Notícia do “Mirante” de Edição de 04-03-2010.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Deixem cair


Numa altura em que se mostra tantas preocupações com o património, com a UNESCO, com o património Mundial, com os Centros-Históricos, com a desertificação e etc... O governo prega mais uma partida aos senhorios, condenando os mesmos a pobreza e a perda de um envestimento feito pelos seus antepassados.

O património português vai continuar a cair de forma acelerada. Para alguns senhorios seria a sorte grande de ver o seu edificio no chão, pelo menos poderiam vender o terreno.

O património deixa de ter valor para quem viveu uma vida na esperança de um dia recuperar a posse do mesmo, esperança esta de um dia tirar dali algum rendimento que dê algum conforto e que finalmente se possa dizer: " Valeu apena tanto sacrificio! "

Quantos incêndios não terão ocorridos pela mão de um senhorio desesperado, quantas vidas não terão sido postos em causa por causa de actitudes impensadas de quem é rico em bens e vive como pobres:

Até agora os muitos dos senhorios das rendas antigas, veem os seus inquilinos enriquecerem com os seus bens. E o proprietário ficando apenas com os encargos e as ameaças de quem tem que proteger o património, sobre pena de lhe ser tirado o mesmo.

Por este país existe muita injustiça: Há proprietários que o que ganham é inferior ao valor das contribuições prediais, mas a agravante do IVA, mas o seguro (aqueles que pagam) e os custos da degradação do imóvel.

Isso faz com que aja muita revolta e os senhorios das rendas condicionadas deste país digam:

Merda para o património!!! Que se lixe o património!!!, que caia o património!!! e etc...

Políticas como esta do aumento para 2010 só prejudica o país e condena Portugal a uma cidade sem interesse, fazendo assim com que o senhorio seja o principal criminoso na destruição do património.

Para muitas pessoas mais valem passarem uma máquina por cima das cidades históricas e criarem prédios com vidas e funcionais, do que terem casas desabitadas, desertificação, e os prédios ameaçarem a cair em cima dos transeuntes que passam.

Uma das coisas que mais chamam a atenção dos turistas em Santarém-histórica é o abandono da própria cidade, causando um certo medo de quem vem a cidade pela primeira vez.

A Fonte das Figueiras está num sítio hermo e cheio de seringas e limões pelo chão e no próprio monumento.