terça-feira, 1 de março de 2011
As 7 Maravilhas da Gastronomia
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Centros Históricos, decadentes.
Santarém após um ano de dificuldades e de crise, recomeça o mês de Janeiro com muitas dificuldades.
Este maravilhoso centro histórico, começa cada vez mais a mostrar as fraquezas das suas estruturas comerciais. O abandono e a desertificação em pró das novas construções na periferia, veio agravar cada vez mais a vida na cidade velha e histórica.
As zonas industriais levaram o comércio para fora da cidade, comércio que outrora obrigava os senhores do dinheiro a entrarem na cidade e a movimentarem todo o comércio local.
O comércio de quartos, que na maioria das vezes não era declarado, também está acabando por falta de condições de habitabilidade, pois o património antigo encontra-se emparedado e degradado devido as baixas rendas e do congelamento das mesmas.
A maior parte das lojas do centro histórico, apresentam prejuízos todos os anos, mas mantém as portas abertas devido as baixas rendas. Um dos factores que obrigam os comerciantes a continuarem é a idade, pois eles não têm direito ao desemprego, resta-lhes esperarem pela idade da aposentadoria.
Há quem fale de comércio de “fachada” para encobrir a verdadeira origem dos rendimentos, mas isso é outra história.
Com a abertura das novas superfícies, com melhores acessos rodoviários e melhores condições que vão ao encontro das necessidades e desejos do consumidor, Santarém assim como muitas das cidades históricas deste país, fica muito aquém das expectativas e da oferta de serviços de qualidade.
Neste mês de Janeiro, a impressão que temos é que é o mês das férias. As lojas e as ruas da nossa bonita cidade estão completamente vazias, sem falar que o nosso famoso comércio tradicional agora abre as 10:00 horas e fecha exactamente as 19:00 horas,
A criminalidade aumentou significativamente devido a desertificação dos centros históricos e as pessoas já começam a terem medo de andarem a noite em ruas como a “SERPA PINTO” (rua direita) ou mesmo pelas travessas a noite que se encontram sem iluminação, como é o caso da TRAVESSA DAS CONDINHAS, onde se situa a ACADÊMICA DE SANTARÈM.
As belíssimas calçadas portuguesas encontram-se também em ruínas devido ao abuso excessivo de carros estacionados em lugares proibidos como o caso da Rua dos Correios, ERNESTO DR; TEIXEIRA GUEDES E GUILHERME DE AZEVEDO.
Quanto aos estacionamentos da cidade, o uso continua abusivo, as pessoas não estão pagando os “PARKÍMETROS”, atrás da Igreja de São Nicolau e no Largo dos Rapazes, prejudicando aqueles que pagam e o comércio local de restaurantes, obrigando assim o potencial cliente a se deslocar para outra freguesia.
E assim vamos vivendo numa cidade de fantasia e não numa realidade. Brincamos aos empresários e ao faz de conta quando na realidade as coisas vão muito mal.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Incêndios em Lisboa e Portugal a cair.
Polícia Judiciária investiga fogos em prédios devolutos
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Aumentam os assaltos nos centros históricos
Aumentam os assaltos nos centros históricos
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Património português continuará à cair
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Património em risco

Este ano o tempo foi ruim para o património português, infelizmente caíram muitas casas e algumas delas com interesse histórico.
As casas situadas nas barreiras como as da rua de Santa Margarida em Santarém foram vítimas de deslizamentos de terras e muitas constituem um perigo para aqueles que lá vivem.
A C.M.Santarém, pede agora para que os restantes moradores para saírem de suas casas, três das quais já foram demolidas.
É claro que situações como estas não são vistas por bons olhos, estamos a falar de um investimento por parte das famílias que pagaram impostos durante anos, sem falar no valor do imóvel.
Alguns moradores reagiram com perplexidade e indignação, pois asseguram que as suas habitações não estão em perigo eminente, não apresentam fissuras nem se encontram à beira da escarpa.
Alguns não têm para onde ir e outros esperam pelo menos receber contrapartidas.
Infelizmente vivemos uma época difícil e situações como estas não podem ser vistas com ânimo leve, não se pode simplesmente sair de uma casa e morar na rua.
“Tenho a minha casa arrendada com um contrato de cinco anos. O que é que eu vou dizer aos inquilinos?”, interrogou a proprietária de uma residência.
Logo, outra considerou: “Eu não arrendei a minha casa por verificar que tinha falta de segurança, mas continuo a pagar o imposto municipal. Sei que deve haver casos mais graves do que o meu, mas é preciso resolver todas as situações em concreto”.
Sem resposta imediata para todas as questões, António Valente disse que a Câmara irá procurar soluções caso a caso e aconselhou os moradores a contactar o pelouro de Acção Social. Todavia, adiantou, “a Câmara não tem casas para dar às pessoas”, por isso, “quem tiver condições para encontrar uma habitação alternativa terá que o fazer, porque nós só iremos acudir aos casos socialmente mais complicados”. Texto original: O Ribatejo.
Segundo o Jornal Expresso estes são:
Os números do património.
3297- Imóveis classificados em todo o território português
793 - Edifícios classificados como Monumentos Nacionais
2085 - Edifícios estão classificados como imóveis de interesse público
13 - Classificações de Património Mundial inscritas na lista da UNESCO. Um terço está em risco.
Alexandra Carita (texto)
Domingo, 4 de Janeiro de 2009 (publicação)
O MIRANTE
Os deslizamentos de terras que se fizeram sentir nas encostas de Santarém na última semana levaram o município a solicitar que os moradores de algumas casas da rua de Santa Margarida, situada junto ao antigo Teatro Rosa Damasceno, abandonem as suas residências e se alojem provisoriamente noutros locais.
Também desde as 21h30 de domingo, dia 28, o troço da Estrada Nacional 114 entre o Convento de Santa Clara e a Ponte D. Luís está encerrado ao trânsito devido à queda de pedras da grande dimensões provenientes da encosta. Um desses calhaus atravessou mesmo a estrada mas não atingiu qualquer viatura.
Notícia do “Mirante” de Edição de 04-03-2010.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Deixem cair

