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sexta-feira, 4 de março de 2011

Associativismo


“Precisamos de um associativismo que dependa menos do Estado, para que possa ser mais livre, mais responsável. Este é o caminho a seguir porque quem gera a riqueza não é o Estado, são as empresas”, disse Miguel Relvas, realçando o papel importante desempenhado pela Associação Empresarial da Região de Santarém - Nersant desde a sua criação, em 1989. O secretário-geral do PSD falava em Torres Novas, na noite de segunda-feira, 28 de Fevereiro, após ter recebido a medalha de ouro da Nersant, considerando que Portugal necessita de ter um associativismo empresarial com a qualidade do associativismo sindical, uma vez que este último se mostra “mais forte, mais consistente”.
Ver notícia completa em: O Mirante

terça-feira, 20 de abril de 2010

Visão da economia regional de Santarém


Para antever o que será o ano de 2010 em termos da economia regional do distrito de Santarém, O Ribatejo ouviu um conjunto de personalidades das empresas, das autarquias, do sindicalismo e do associativismo empresarial. O cenário traçado é genericamente pessimista mas muitos dizem acreditar que podem haver caminhos para escapar à tão falada crise.

José Eduardo Carvalho
Presidente da Nersant
Jornal o Ribatejo. Ver mais:
Infelizmente, um dos cenários mais negativos de evolução da economia portuguesa parece estar a confirmar-se. À falta de competitividade da economia, acrescenta-se o deficit público, a dívida pública e a dívida externa.
A remoção destes enormes pesos condiciona o arranque da economia portuguesa. O crescimento económico vai ser quase nulo, as falências continuarão, aumentará o crédito mal parado, e as taxas de juro subirão (por efeito da subida do preço da dívida pública), o crédito continuará escasso. Haverá uma ameaça séria de um “default” nas finanças públicas.
Governos minoritários não são solução para resolver o problema do país face às dificuldades e desafios com que se confronta. Há dias, o Dr. Daniel Bessa demonstrou que o governo para reduzir o défice do estado, teria de aumentar receitas ou diminuir despesas no valor de 10 mil milhões de euros. E para fazê-lo deu exemplos: subir o IVA para 35%; subir a taxa máxima de IRS para 87%; reduzir em 47% os salários da função pública; ou privatizar 35% dos serviços públicos. Alguém acredita que isto se possa concretizar? Não creio. …..Continua